Inaugurado maior super computador do mundo

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Foi inaugurada em 05 de março de 2008 a máquina que já é considerada o maior super computador do mundo, com 504 TFlops e utilizando tecnologia aberta da Sun Microsystems.

Vale ressaltar que FLOP é uma sigla que significa, em inglês, Floating point Operations Per Second, ou “operações de ponto flutuante por segundo”, conceito muito utilizado em computação quando se quer determinar ou demonstrar a capacidade e/ou a performance de um computador, principalmente na área de cálculos científicos.

O computador está instalado no TACC (Texas Advanced Computer Center), e vale notar que quando dizemos que a capacidade do Ranger (nome do super computador em questão) é de 504 TFlops, ou TeraFlops, isto significa que ele é capaz de realizar 504 trilhões de operações numéricas por segundo! :) O Ranger utiliza totalmente tecnologia aberta da Sun Microsystems, e é resultado de uma parceria entre as seguintes instituições

Ainda segundo o TACC, o Ranger irá possibilitar a realização de mais de 200.000 (duzentos mil) anos de trabalho computacional, durante os quatro anos de vida útil previstos para o equipamento. É citado também pelo TACC o fato de que o Ranger “pode ser até 50.000 (cinquenta mil) vezes mais poderoso do que os atuais PC’s“.

Aparentemente (aliás, como não poderia deixar de ser), o Ranger será utilizado principalmente com finalidades científicas, e é interessante citarmos as palavras do diretor do TACC, Jay Boisseau:

Ranger provides incredible new capabilities for computational researchers across the nation and world. Its computational power, memory and storage capacity greatly exceed anything the open science community has had access to.

Traduzindo:

O Ranger fornece incríveis novas capacidades para investigadores computacionais em toda a nação e no mundo. Seu poder computacional, memória e capacidade de armazenamento excedem grandemente tudo a que a comunidade científica aberta tem obtido acesso até hoje.

Como podemos perceber, a coisa toda é “grande”, muito grande mesmo. O Ranger foi concebido através do ambiente “Sun Constellation System“, da Sun, desenvolvido especificamente para computação de alta performance, que combina um sistema de “computação de alta performance ultra-denso, envolvendo também altos desempenhos no tocante a redes, armazenamento e software.”

Como em um assunto que envolve equipamentos e tecnologias de tal magnitude é muito difícil limitar-se as “citações numéricas” e relativas a equipamentos, segue abaixo algumas “partes” do Ranger:

  • 3.936 unidades computacionais em um sistema modular Sun Blade™ 6048.

  • 15.744 processadores Quad-Core AMD Opteron™.

  • Diversos servidores Sun Fire™ x4500, fornecendo um total de 1.7 petabytes de armazenamento.

O equipamento ocupa ao redor de 600 metros quadrados no datacenter, e o sistema de arquivos utilizados é o Lustre cluster file system, disponibilizado sob a licença GPL. Mais uma vez, vemos o software livre presente em grandes projetos e, como sempre, “fazendo bonito”. :)

Neste quesito, onde outras soluções talvez (ou com certeza) falhariam, o software livre cumpre com seu papel perfeitamente bem, mesmo quando levado a extremos como o caso do super computador acima citado. Mais uma vez, o mundo toma conhecimento de um caso de sucesso envolvendo software e tecnologia abertos.

Resta-nos esperar que o Ranger, com todo este poder, seja realmente utilizado para os fins aos quais inicialmente é destinado, e que a comunidade científica mundial como um todo possa obter inúmeros benefícios de tal ferramenta absurdamente poderosa e, porque não, empolgante ao extremo. :)

Fonte: TAI – Tecnologia Aberta da Informação

Informações adicionais

Página no site do Texas Advanced Computing Center, com mais informações sobre o Ranger (em inglês):

http://www.tacc.utexas.edu/ta/ta_display.php?ta_id=100379

Aviary – Edição de imagem baseada na web

Apesar de não ser alguém que utiliza muitas ferramentas online, ou web based, preferindo ainda na maior parte das vezes os bons e velhos aplicativos instalados em meu PC (suítes de escritório, editores de imagem, etc), acredito que em alguns casos tais “modelos” suprem muito bem nossas necessidades. Por exemplo, citando minha própria experiência, sempre digo que, em minha opinião, o Google Reader é o melhor agregador de feeds existente, e é meu agregador padrão já há bastante tempo. Além disso, utilizo o Google Calendar com bastante freqüência, e de vez em quando o Google Docs.

Porém, uma ferramenta desenvolvida nos mesmos moldes das acima citadas que recentemente chamou minha atenção foi o Aviary, devido às suas características inéditas e ao cuidado dos desenvolvedores com sua interface e usabilidade, e também devido a, além de tudo, ser algo ainda, acredito eu, inédito. Trata-se de uma suíte baseada na web que contém diversas e interessantes ferramentas, como por exemplo um editor de imagens parecido com o Photoshop e/ou o Gimp, um criador de paletas de cores, um editor de imagens vetoriais, um editor de texturas e diversas outras.

Para iniciar este artigo sobre tal conjunto de ferramentas que, ainda em sua versão beta já parece ser muito promissor, nada melhor do que citar as palavras dos próprios desenvolvedores do Aviary, os “pais da criança”, os quais sintetizam em poucas palavras o que é o Aviary:

“Aviary is a suite of web-based applications (RIAs) for people who create. From image editing to typography to music to 3D to video, we have a tool for artists of all genres.”

Traduzindo:

“O Aviary é uma suíte de aplicações baseadas na web (RIAs, ou Rich Internet Applications) para pessoas que criam. Desde edição de imagens até tipografia, música, 3D e vídeo, nós oferecemos uma ferramenta para artistas de todos os gêneros.”

Me inscrevi há alguns dias atrás para o “beta test“, hoje recebi meu convite e já criei minha conta. Quando se faz a inscrição, deve-se escolher as “áreas”, ou os “aplicativos”, nos quais se tem interesse, e o pessoal do Aviary vai, então, liberar os aplicativos/convites de acordo com seus interesses. Posteriormente, dependendo do caso, pode-se expandir o acesso, mas inicialmente, recebi acesso ao Phoenix, o editor de imagens da suíte, e ao Peacock, um gerador de padrões e texturas. Pelo que pude perceber, o serviço promete, e as ferramentas ainda em sua versão beta são bem interessantes e fáceis de utilizar.

Cada ferramenta, apesar de ser “web based“, é carregada bem rapidamente e o acesso às suas diversas funções é super simplificado (mesmo estando em inglês), sendo que não se pode esperar por enquanto, é claro, funções tão avançadas quanto as presentes em um Photoshop ou em um Gimp, por exemplo. Mas, como já disse, o serviço está em constante desenvolvimento e podemos esperar por muito mais melhorias e implementações.

Dei uma olhada rápida nos dois aplicativos aos quais obtive acesso, e abaixo seguem algumas impressões iniciais sobre o Phoenix, que foi o aplicativo no qual fiz alguns testes mais demorados. O Peacock também é muito simples de se utilizar, mas mas não me demorei muito no mesmo, talvez por sua simplicidade e pelo fato de não existirem muios segredos em sua utilização e/ou no conceito por trás daquilo a que ele se propõe.

Não pretendo apresentar nenhum tutorial a respeito dos aplicativos da Aviary, pelo menos por enquanto. Minha intenção neste artigo é apenas apresentar a suíte e minhas impressões iniciais e, até mesmo, “superficiais”, a respeito dos aplicativos aos quais obtive acesso.

Vale ressaltar também algo bem criativo a respeito do Aviary: cada uma das ferramentas possui o nome de uma ave: Phoenix, Toucan, Peacock, Raven, Hummingbird, Myna, Roc, Starling, Owl, Penguin, Pigeon, Tern, Horus, Woodpecker, Rookery, Hawk, Crane e Eagle. :)

Phoenix (Editor de imagems)

Pude comprovar que a interface do Phoenix é bem amigável. Ao se criar um novo documento, são solicitados o tamanho da imagem e a cor de fundo, podendo-se inclusive definir o background como “transparência”.

O aplicativo trabalha com layers (ou camadas), sendo possível efetuar operações tais como como travamento, duplicação e agrupamento das mesmas, bem como aplicar alguns filtros bem úteis e essenciais, como por exemplo Bevel, Blur, Drop Shadow, Gradiente Bevel e Gradient Glow, sendo inclusive possível a escolha de diversos parâmetros e/ou configurações para os mesmos. O Phoenix, além disso, mantém um histórico das ações efetuadas, função muito útil e presente em todos os editores de imagens mais conhecidos.

Funções e ferramentas tais como “distortion” (distorção), seleção, eye dropper, diversos tipos de brushes (pincéis) com ajustes no tocante à tamanho, forma etc, estão também presentes. Edições dos níveis de brilho, contraste, cor e saturação também podem ser encontradas na ferramenta, bem como a famosa funcionalidade “auto-levels“, que ajusta diversos parâmetros para tentar obter automaticamente o melhor resultado possível. Aliás, um dos recursos mais utilizados (senão o único) pelo pessoal que usa o Photoshop pirata “alternativo” também está presente no Phoenix: o redimensionamento de imagens, puro e simples. :)

O aplicativo ainda permite a exportação dos trabalhos nos formatos .png, .gif, .jpg, .tiff, .bmp, .pdf e .psd (ou seja, o formato nativo do Photoshop), possibilitando inclusive a edição de atributos adicionais para os formatos .gif e .jpg.

Por enquanto, a impressão que tive do Phoenix foi a seguinte: uma ferramenta leve, rápida apesar de ser baseada na web (é claro que sua conexão à internet e a configuração de seu computador também contarão bastante para sua satisfação ou não com a ferramenta) e que fornece, pelo menos por enquanto, funcionalidades básicas para edição de imagens, porém mais do que suficientes a um grande número de usuários. Com certeza, pelo que se vê no blog e no próprio site da Aviary, o pessoal tem grandes pretensões em relação às ferramentas, e só pelo fato de ser algo totalmente inédito e que notadamente é desenvolvido mediante grande cuidado e esmero, vale a pena ficarmos de olho. :)

Peacock (editor de padrões e texturas)

Um simples porém funcional editor de padrões e texturas, com diversas opções pré-configurdas e várias possibilidades de edição das mesmas. É possível também a importação de imagens para utilização nas texturas a serem criadas, aplicação de efeitos e ajustes tais como auto-levels, color manipulation, Blur, Color Remapper, etc (todos também com diversas opções de configurações e ajustes). Trata-se também de um excelente aplicativo que, da mesma forma que o Phoenix, parece ter um futuro promissor.

Resumindo

Pelo que percebi até agora, o Aviary promete, e muito. :)

A criatividade está em alta entre o pessoal da Worth1000 LLC, desenvolvedora do Aviary, e é interessante ressaltarmos que trata-se de algo praticamente inédito. Pelo menos eu não tenho conhecimento de nenhuma suíte do tipo que seja “hosted“, ou seja, baseada na internet, e que contenha tantos aplicativos úteis e tão bem acabados. As vantagens deste tipo de ferramenta são inúmeras, e dentre elas podemos citar a possibilidade de obter-se acesso à ferramenta à partir de qualquer computador conectado à internet, sendo que a suíte ainda permite o armazenamento de arquivos nos servidores da Aviary.

Assim que conseguir acesso às demais ferramentas da suíte, postarei minhas impressões sobre as mesmas. São tantas opções, e as informações contidas no blog e no site da Aviary são tão “ricas” e animadoras, que realmente fazem “brilhar” os olhos dos visitantes e/ou futuros usuários. :)

Quer ganhar um convite para o Aviary? :)

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É claro que você pode acessar o site do Aviary, solicitar um convite e aguardar pela chegada do mesmo. O meu demorou mais ou menos 15 dias para chegar, via e-mail.

Mas, ao receber meu convite para acesso, recebi também 05 (cinco) convites para distribuir a quem quiser.

Se você estiver interessado, deixe um comentário neste post, e enviarei o convite para seu e-mail, com o maior prazer. :)

Os cinco primeiros levam. :)

Informações adicionais

Site oficial:

http://a.viary.com/

Lista das ferramentas disponívels:

http://a.viary.com/tools

Blogs:

http://a.viary.com/blog

http://a.viary.com/bizblog

FAQ:

http://a.viary.com/faq

Firefox 3 – cada vez mais rápido e melhor

O Firefox 3, ainda em suas versões beta (atualmente está no beta 4), já demonstra importantes melhorias no tocante à velocidade quando comparado com outros navegadores e também com suas versões anteriores. A versão 3 do navegador da Mozilla apresenta melhorias importantíssimas em diversos quesitos, até mesmo em relação ao consumo de memória, motivo de reclamações desde sua versão 1.x. Parece que finalmente o pessoal da Mozilla conseguiu “abrandar” um pouco a “fome” do navegador em sua versão 3, conforme teste efetuado pelo site Mozilla Links.

O teste

O teste foi executado através da utilização do Firefox 3 beta 3, rodando sob o sistema operacional Windows XP SP2, através do acesso a um conjunto de 9 websites e utilizando perfis recém criados e páginas em branco definidas como página inicial; os resultados foram obtidos através do gerenciador de tarefas do Windows (Windows task manager). Resumindo os procedimentos adotados, durante o teste a “dificuldade” (ou a carga) foi sendo incrementada aos poucos. Inicialmente foram abertas páginas simples e depois páginas mais complexas, sendo que estas últimas foram abertas através de novas abas, enquanto as anteriores permaneciam também abertas.

Em seguida, algumas abas foram fechadas para que fosse detectada a redução no consumo de memória, e o navegador foi então mantido em execução por cerca de uma hora, para uma melhor averiguação do consumo. Os resultados deste teste podem ser conferidos neste link, e abaixo segue uma “transcrição” da pequena tabela contendo os resultados, para melhor visualização (a mesma tabela pode também ser encontrada no link acima citado).

Na tabela, pode-se visualizar as etapas do teste e o respectivo consumo de cada versão em cada uma delas:

Tipo/Etapas do teste:

A) Websites – normais

b) websites – web 2.0

c) Fechamento de algumas páginas

d) Após 1 hora sem atividade

Firefox 2.0.0.12:

a) 73 mb

b) 149 mb

c) 142 mb

d) 181 mb

Firefox 3 beta 3:

a) 80 mb

b) 135 mb

c) 123 mb

d) 123 mb

Como podemos ver, houve uma redução de consumo significativa, e é importante ressaltar que estamos falando aqui do beta 3, ainda. Mas minha intenção ao escrever este artigo é comentar também a respeito de importantes melhorias no Firefox 3 em seu último nightly (o qual supostamente será o beta 5), no tocante ao seu desempenho em relação ao JavaScript e sua performance no geral.

O Mozilla Links repetiu os mesmos testes de “JavaScript benchmarking” anteriormente executados (em 29 de fevereiro de 2008), e podemos notar que o Firefox “conseguiu reduzir sua marca”, caindo dos 6,392 milisegundos obtidos em 29 de fevereiro de 2008 para 5,463 milisegundos no último teste. Segundo o próprio Mozilla Links, houve um ganho de 15% em relação ao teste anterior.

Confira abaixo o resultado dos dois testes:

Teste executado em 29 de fevereiro de 2008

Teste executado em 16 de março de 2008

Algumas conclusões

Como podemos ver, o Firefox 3, além de se sair bem nos dois testes, ainda foi o mais rápido dos navegadores analisados. Isto tudo, aliado às melhorias já anteriormente citadas, como por exemplo o novo gerenciador de downloads, a nova e interessante função “places” e o acesso às extensões e temas através da própria interface do Firefox, faz com que a versão final seja aguardada com extrema ansiedade. Pelo menos eu, mesmo utilizando o beta 4 em paralelo, aguardo ansiosamente pela versão final. :)

É fantástico observar-se como um navegador de código aberto pode atingir patamares tão elevados de qualidade, e o quão eficiente e excepcional pode ser o suporte técnico prestado ao mesmo, suporte este fornecido através de comunidades e listas de discussão espalhadas pelo mundo inteiro.

É claro que, em se tratando de software livre, foge-se dos modelos tradicionais de “ajuda”, ou suporte técnico. Aqui, o usuário deve procurar obter as respostas mediante pesquisa, esforço próprio e, muitas vezes, através de uma grande interação com a comunidade. Mas isto não é um ponto negativo, e sim positivo, pois possibilita um real entendimento daquilo que se busca e se precisa, e ganham ambas as partes: usuários e desenvolvedores, no sentido em que ambos promovem uma troca de conhecimentos e experiências que com certeza beneficiam o projeto como um todo.

Observando-se tudo isto através uma ótica um pouco mais “ampla”, aliás, podemos inclusive perceber e comprovar que o software livre é, antes de tudo, uma filosofia e/ou modelo de desenvolvimento que, na maioria das vezes, não almeja lucros diretos, e que permite, como pode-se perceber pelos diversos projetos similares e até mesmo pelas diversas distribuições Linux ditas “comerciais”, novos e atrativos modelos de negócio, focados no usuário e na prestação de serviços os mais diversos, e não na cobrança de licenças de uso abusivas e escravizadoras.

Pense nisto com carinho e cuidado. :)

Informações adicionais

Link para o teste de performance executado em 29/02/2008 pelo Mozilla Links:

http://mozillalinks.org/wp/2008/02/firefox-3-ultimate-feature-performance

Link para o teste de performance executado em 16/03/2008 pelo Mozilla Links:

http://mozillalinks.org/wp/2008/03/updated-web-browsers-javascript-benchmarks

Observação: este artigo foi escrito para o projeto “Blogagem Inédita“, iniciativa do site Interney. Todas as imagens foram utilizadas com autorização do site Mozilla Links, através de contato com o Sr. Percy Cabello, nesta mesma data.

Banco do Brasil pede conhecimentos em software livre em recente concurso

Esta é mais uma ótima notícia envolvendo o software livre e uma instituição de “peso”. O Banco do Brasil, em recente concurso para o preenchimento de vagas para o cargo de escriturário em agências da instituição no Distrito Federal, através do Edital nº 1 – 2008/001 – BB, de 11 de março de 2008, pede que o candidato possua conhecimentos em ferramentas e sistemas operacionais proprietários, mas também no Linux e em algumas ferramentas opensource. :)

São solicitados, por exemplo, conhecimentos em Linux e em diversas soluções livres, como por exemplo o BrOffice.org Writer (processador de textos), BrOffice.org Calc (planilha eletrônica) e BrOffice.org Impress (editor de apresentações), todas aplicações integrantes da excelente suíte para escritórios OpenOffice.org / BrOffice.org.

É claro que também são citadas soluções proprietárias, mas o simples fato de diversas soluções livres serem citadas, e ser requisitado conhecimento nas mesmas em um edital para concurso para ingresso em uma instituição do porte do Banco do Brasil, é motivo de grande alegria e empolgação para todos os adeptos/simpatizantes do software livre. E, além disso, o edital também solicita conhecimentos no navegador livre Firefox, e demonstra um certo avanço no tocante à “modernidade” e novas tendências e ferramentas, pois cita também a necessidade de conhecimentos relativos à utilização de sistemas e conceitos tais como grupos de discussão, fóruns e wikis.

Esta notícia só vem confirmar, mais uma vez, que o software livre deixa, aos poucos, de ser considerado um “bicho de sete cabeças”, e está cada vez mais presente nas mentes e nos computadores de cada vez mais pessoas, desde o usuário doméstico que utiliza sua máquina apenas para navegar na internet e jogar suas partidas de Counter Strike jogos online, até grandes corporações e órgãos governamentais. É uma caminhada sem volta, e todos nós só temos a ganhar. Pena que alguns ainda vejam tais iniciativas com maus olhos, talvez “conduzidos” por pesquisas, notícias e boatos promovidos por aqueles que têm grande interesse em reduzir o impacto e a adoção do software livre, quase sempre motivados por intere$$es os mais diversos.

Mas uma boa notícia deve ser comemorada, e esta é das boas. Parabéns ao Banco do Brasil! :)

Fonte: NotíciasLinux

Informações adicionais

Maiores informações no CespUnB:

http://www.cespe.unb.br/concursos/BB12008

Faça o download do edital, em formato PDF

Mundanças em andamento

Bom, pessoal, como já deu para perceber, as mudanças no Open2Tech já começaram.

Mudei o template para um mais de acordo com o que pretendo para o blog (e também muito mais bonito do que o default do WordPress), e também instalei alguns plugins que considero essenciais, como por exemplo o “cformsII“, um excelente plugin que permite que se crie formulários de contato totalmente personalizados, com uso de AJAX, CAPTCHA e diversas outras funções bem interessantes. Aliás, um formulário de contato criado com o cformsII já pode ser encontrado na página de contato do Open2Tech, mais precisamente aqui.

Instalei também o plugin “Subscribe to comments“, que permite que os visitantes “assinem” um tópico e sejam notificados de novas respostas através de e-mail, e o “Yet Another Related Posts“, que exibe ao final de cada post todos os posts relacionados. Muito útil.

Instalei também o plugin “WP-HOTWords“, do Bernabauer.com, o qual facilita bastante a utilização do HOTWords, bastando para tanto apenas inserir seu código de afiliado junto ao HOTWords nas configurações do plugin. Instalei também alguns outros plugins muito úteis, mas estes são mais para o “background” mesmo.

Estou agora dando início à tradução do tema, e também fazendo alguns ajustes no mesmo, na página inicial, etc, para deixar o blog bem organizado. :)

Mudanças no foco

Como todos sabem, o Open2Tech, desde seu início, fala sobre “tecnologia, com ênfase em software livre e/ou opensource, segurança da informação, novas ferramentas, tendências e serviços relacionados à tecnologia em geral.

Pretendo expandir um pouco este “foco”, e falar também sobre outros assuntos relacionados à tecnologia que me empolgam e a respeito dos quais ainda não falei por aqui. São tantas coisas interessantes no mundo da tecnologia, que acredito que uma “abertura” neste sentido será benéfica para mim, para o blog e também para o leitor. Espero que apreciem. Em breve atualizarei a página “sobre” aqui do blog.

É claro que, software livre e/ou opensource, e tudo o que já citei acima continuam em pauta e dentro do escopo, mas acredito que um “incremento” vai muito bem aqui. Fiquem de olho.

Se tiverem alguma sugestão de plugins, melhorias, assuntos, modificações, etc, fiquem à vontade. A casa é de vocês. :)

Gostaria também de agradecer aos desenvolvedores de todos os plugins acima citados, os quais são excelentes.

Abraços!

Editado:

Esqueci de mencionar que, devido a problemas na exportação dos dados de um domínio para o outro, a migração foi feita quase que exclusivamente “na mão”, inclusive os comentários. :(

Portanto, não estranhem que todos os comentários até a data de 05/03/2008 estão datados de 05/03/2008, pois inseri os mesmos manualmente neste mesmo dia, e o WordPress não permite a alteração das datas dos comentários. Mas, enfim, tudo está voltando ao normal agora. :)