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Blinkweb: crie e hospede gratuitamente seu site

O Blinkweb é um serviço gratuito voltado para a criação de websites simples de forma extremamente descomplicada e rápida.

Todo o processo de criação é extremamente simples, e o painel de controle permite inclusive que o usuário “arraste e solte” componentes. São disponibilizados diversos templates para utilização também gratuita,  bem como formulários de contato e widgets dos mais diversos tipos, os quais podem ser simplesmente arrastados para o editor de sites e posicionados livremente no local desejado.

Cada um dos ítens inseridos pode ser customizado à vontade, e a inserção de texto, por exemplo, é feita de maneira extremamente descomplicada. O sistema exibe uma prática barra de ferramentas, aliás, para que o usuário possa editar o texto, e vale ressaltar que não há a necessidade de sequer visualizar código algum. :)

Publicando um site

Após o término do site, o usuário pode escolher entre publicá-lo em um subdomínio (endereco.blinkweb.com) ou então em um domínio próprio. É possível também registrar um domínio .com, .net ou .org através do próprio Blinkweb, gratuitamente, na compra do plano de hospedagem “Business”, por US$ 14,95 mensais.

Basta escolher, no momento da publicação, a opção “Get a domain name for your website”, e o Blinkweb irá verificar se o domínio está livre para registro, apresentando logo em seguida o formulário para inserção dos dados do registrante. Vale ressaltar que a transferência de domínios para o sistema do Blinkweb também é possível.

Finalizando

Acredito que o Blinkweb seja um serviço muito interessante para usuários que possuem pouca ou quase nenhuma experiência em web, pois possibilita a criação de websites bem interessantes mediante poucos cliques, e dentro de pouco tempo. Sua interface é limpa e agradável, e a utilização simples ao extremo.

Para trabalhos mais elaborados e/ou exigentes, entretanto, a ferramenta não é indicada. Mas se você está iniciando agora na web e/ou deseja criar um website sem maiores complicações e/ou até mesmo pretensões, não deixe de dar uma conferida no Blinkweb. :)

Informações adicionais

Site do serviço:

http://business.blinkweb.com

Maiores informações:

http://business.blinkweb.com/media_about-blinkweb.html

Blog oficial:

http://blog.blinkweb.com

Leia minha pequena entrevista sobre DNS ao UOL

Olá pessoal.

Ontem fui convidado pela Lilian Ferreira, do “UOL Tecnologia”, para uma pequena entrevista a respeito de DNS e internet, a qual foi publicada no portal hoje pela manhã.

Respondi uma série de questões relacionadas, e falei inclusive a respeito do OpenDNS. O resultado você pode conferir no link abaixo:

- O que é DNS e o que ele tem a ver com a minha conexão com a internet?

A primeira entrevista a gente nunca esquece, mesmo que pequena. :)

Espero que gostem. Um grande abraço a todos!

Novidades na Last.fm

Confesso que sou uma pessoa literalmente viciada em música. :)

E assim sendo, é claro que tenho uma conta junto à Last.fm, e utilizo o serviço quase que diariamente, seja via Winamp + Cliente Last.fm, seja diretamente no website do serviço. O acervo é tão legal e as funcionalidades são tão interessantes, que é realmente difícil ficar um dia sem pelo menos conferir minhas estatísticas de utilização.

Ocorre que fiquei uns 2 dias sem acessar a Last.fm e hoje tomei um susto: o serviço sofreu modificações drásticas. O site sofreu modificações em seu layout, e está agora muito mais amigável, bonito e leve. A redução no tempo de carregamento é muito sensível, aliás, e agora ficou bem mais fácil encontrar todos os recursos e opções:

Dentre as mudanças, vale dizer que o player de áudio foi totalmente redesenhado, e além de mais bonito possui agora uma área maior para visualização das faixas. Isto sem contar com o fato de que agora suas playlists ficam acessíveis já diretamente em um player, localizado sempre no canto direito de seu perfil:

Novos e interessantes detalhes

Existem inúmeros pequenos novos detalhes, que muitas vezes podem passar despercebidos, mas que no conjunto, fazem uma grande diferença. Imagens dos artistas nas “librarys“, visualização de tags em formato de lista ou núvem e uma remodelagem na página inicial do perfil são detalhes que fazem com que um certo “cansaço” seja eliminado e a utilização do serviço volte a empolgar como no início. :)

Crie diversas playlists

Agora, algo realmente “matador” nesta nova versão da Last.fm é a possibilidade de criarmos mais de uma playlist, algo impossível até há alguns dias atrás. Agora podemos manter diversas playlists e ouví-las quando bem quisermos.

Isto é muito interessante no sentido em que normalmente a Last.fm não fornece “música sob demanda”, ou seja, montamos nossos grupos de tags ou rádios, por exemplo, e ao ouví-los o sistema automaticamente exclui qualquer possibilidade de ouvirmos mais de uma música do mesmo artista.

As playlists eliminam este problema, fazendo com que seja possível ouvirmos um ou mais álbuns da mesma banda, por exemplo, mesmo que não seja possível escolhermos a seqüência das faixas. Isto era meio que limitado, entretanto, pois até há alguns dias atrás só podíamos ter uma playlist em uso.

Agora não. :) Agora podem ser criadas quantas playlists quisermos, e estas podem ser também totalmente personalizadas. Um único artista ou álbum, vários artistas e/ou álbuns, coletâneas, etc: você decide. :)

O acesso às playlists também pode ser feito de diversas maneiras, e além da maneira citada acima, existe um pequeno bloco na página inicial dos perfis que exibe a quantidade de playlists criadas e links para acesso direto às mesmas.

Estatísticas

Segundo tudo indica, as estatísticas agora são atualizadas automaticamente e em tempo real, e não temos mais de aguardar uma semana até que os dados sejam alterados.

Dados relativos aos últimos 7 dias, 3 meses, 6 meses e 12 meses podem ser facilmente visualizados mesmo a partir da página inicial do perfil, através de práticas abas, bem como dados de todo o período de utilização.

Trata-se de recursos muito úteis para os fanáticos por estatísticas, sendo interessantes incrementos a um serviço por si só já fantástico.

Finalizando

Como pode-se facilmente perceber, o que já era bom ficou ainda melhor. A Last.fm realmente inovou, e eu, pelo menos, não “desgrudo” mais do serviço. :)

Informações adicionais

Site oficial:

http://www.last.fm

Link para registro:

http://www.lastfm.com.br/join

Nova versão do cliente Woopra lançada

Creative Commons License photo credit: pandemia

O Woopra é um sistema de estatísticas para websites realmente de “encher os olhos” de qualquer um. Ele ainda se encontra em um beta fechado, e sofre atualizações constantes, com novos e fantásticos recursos sendo adicionados.

Você consegue visualizar a “mágica” do Woopra após a instalação de seu cliente, disponível em versões para Windows, Linux e Mac. Há cerca de uma semana atrás foi lançada uma nova versão deste cliente, que também possui diversos e interessantes novos recursos, os quais, como já era de se esperar, possibilitam uma experiência ainda mais rica pelo usuário.

Vamos conhecê-los, portanto: :)

  • Melhorias na performance: segundo os desenvolvedores, este release está muito mais rápido do que os anteriores, e eu assino embaixo. O carregamento do software está rapidíssimo e sua resposta também está super ágil.
  • Live map personalizado: agora é possível adicionar um texto ou uma imagem ao live map, através da opção “Manage ==> Custom Live Map”. Você pode inserir seu logotipo, por exemplo, ou apenas o nome de seu blog:

  • Live map na dashboard: o live map agora também pode ser visualizado na dashboard do Woopra, no canto inferior direito, facilitando bastante o acesso às informações em tempo real.
  • Exibição do número de visitantes em tempo real nas abas: o número de visitantes online agora é exibido também à direita do nome do(s) website(s), em cada uma das respectivas abas, no topo da janela do aplicativo.

Vale ressaltar que este ainda é um “Release Candidate” (1.1.2.2), ou seja, uma versão muito próxima da que será oficialmente disponibilizada (1.2). Entretanto, já o estou utilizando há cerca de 3 dias e até agora ele tem se comportado muito bem, muito mais rápido e, como se pode perceber, com alguns recursos adicionais muito interessantes. Vale a pena. :)

Informações adicionais

Link para registro:

http://www.woopra.com/members/signup.jsp

Link para download (versão Windows):

http://www.woopra.com/pre/woopra_windows.exe

Link para download (versão Mac):

http://www.woopra.com/pre/woopra_macos.dmg

Link para download (versão Linux):

http://www.woopra.com/pre/woopra_unix2.sh

Senado aprova projeto de lei do Azeredo

O tal projeto de lei do senador Eduardo Azeredo foi aprovado no Senado, na última quarta-feira, de madrugada. Horário bem de acordo e já esperado, aliás, pois é o mais propício para falcatruas e para quem deseja fazer as coisas na “surdina”.

Na verdade, trata-se de uma proposta substitutiva ao Projeto de Lei 89/03, a qual segue agora para votação na Câmara dos Deputados. Estou com um pressentimento muito ruim em relação a isto tudo, principalmente pela maneira como a coisa toda está sendo tratada. Estão fazendo uma salada enorme, misturando conceitos e, literalmente, “trocando as bolas”, em alguns momentos.

Dentre os principais pontos da proposta, alguns chegam a beirar o ridículo, como por exemplo o artigo onde é definido o crime de “difusão” de código malicioso:

Art. 163-A (Código Penal). Inserir ou difundir código malicioso em dispositivo de comunicação, rede de computadores, ou sistema informatizado.

Que pérola! Este pequeno trecho já demonstra todo o brilhantismo da mente que o criou, e o quanto a sábia criatura detentora de tal intelecto privilegiado conhece de tecnologia, segurança da informação e assuntos correlatos. Profundo e direto ao ponto, não? Como ninguém pensou nisto antes? Uma lida no restante do texto causa risadas incontroláveis, o grande problema é que esta hilariedade toda pode se transformar em pesar, no futuro. E que dizer dos comentários do Senador Azeredo, então?

Resta-nos saber como serão identificados tais “difusores”. Ou melhor, resta-nos saber “se” e “como” serão identificados os criadores dos malwares em questão, estes sim os verdadeiros criminosos, e como estes serão punidos, uma vez que existem verdadeiras redes de desenvolvimento de “pragas virtuais” (mas que causam danos bem reais) na web, redes estas formadas por gente que conhece a fundo tecnologia, segurança da informação e todos os meandros da internet, e que com certeza não vai ser presa fácil de alguns provedores que, pobre coitados, mal darão conta de sua nova função como “detetives virtuais” e “armazenadores de logs”.

A resposta para todas estas questões é “não”. Não serão. Pelo menos os verdadeiros criminosos. O próprio comentário do Senador Azeredo em relação a este ponto é confuso e não convence.

Aliás, resta-nos saber “se” e “quais” categorias de código malicioso estão aí inclusas ou não, pois o artigo em si é muito vago, e fala apenas em “vírus”. O campo aqui é vasto, não é? Será que um keylogger, por exemplo, será bem visto “aos olhos” deste ilustre pessoal? Vale tudo e tudo é possível quando nossos políticos estão na parada, não?

A seção do referido projeto de lei que dispõe a respeito da difusão de vírus, aliás, é uma “obra-prima”, pois afirma que se algum dano  for causado ao sistema em questão a pena aumenta de 1-3 anos + multa para 2-4 anos + multa. Ora, será que alguém ainda acredita que existem malwares “bonzinhos” como alguns vírus de antigamente, por exemplo, que nada mais faziam além de exibir mensagens engraçadas e/ou assustadoras ?

Mas isto não me surpreende muito. Pelo menos, não dentro deste contexto. E quando falam em aumentar a pena em um sexto caso o criminoso  “utilize  nome falso ou identificação de terceiros” a coisa fica totalmente hilária. Ora, alguém já ouviu falar em algum cracker que se identifique, por exemplo?

E o problema não é nem este, entretanto. O problema é que estão cobrindo o sol com a peneira, fazendo coisas apenas para “inglês ver”. E os prejudicados seremos nós, usuários de internet que agimos dentro da lei. Seremos todos penalizados e considerados criminosos já de antemão, pelo simples fato de utilizarmos uma ferramenta que pode servir de meio para pedófilos e outras pragas. Aliás, porque será que a pedofilia em si está tão “escondida” neste Projeto de Lei (será que devo escrever estas iniciais em maiúsculas ou minúsculas)?

Finalizando

Bom, acho que vou parar por aqui pois este assunto me irritou profundamente, principalmente depois que li esta notícia. Caramba, R$ 48.000,00 mensais para a exibição de um mísero banner? E este valor, bem como maiores detalhes a respeito do “contrato”, pode ser visualizado por qualquer pessoa.

Aliás, Já que criaram “uma modalidade a mais de estelionato” no tal Projeto de Lei acima mencionado, por que alguma “alma honesta” lá em Brasília não cria algumas outras modalidades e/ou variantes de diversos outros crimes já bem conhecidos praticados por lá? Talvez assim o “enquadramento” fosse mais fácil.

É claro, existem vários problemas aqui, e a criação destas modalidades e/ou variantes esbarraria em motivos óbvios. Já a respeito da tal “alma honesta”, quem conhecer alguma por lá me dá um toque, ok? :)

E aproveitando, se você ainda não assinou a petição online contra este absurdo, aproveite e assine agora.