Uma das melhores extensões para captura de screenshots de páginas web é a Fireshot, a qual, além de capturar as “fotos de tela” própriamente ditas, ainda fornece ferramentas de edição que permitem que você edite os screenshots obtidos, podendo incluir anotações, setas, quadros, realçar determinadas partes da imagem, etc. Enfim, é um aplicativo completo, que com certeza, agrada a quem precisa de uma alternativa rápida e prática para a captura de screenshots de websites e posteriormente editá-los, seja por qual motivo for. O único problema da Fireshot é que a mesma não está disponível para o Linux.
Andei fazendo algumas pesquisas a respeito e encontrei alternativas bem interessantes que funcionam também no Linux. Estas, entretanto, não oferecem as ferramentas de edição e o mesmo “poder” que a Fireshot oferece. Mas não é nada muito complicado através do Gimp, por exemplo, e com um pouco de boa vontade e paciência, conseguir-se editar seus screenshots de maneira a produzir resultados quase profissionais. Aliás, o Gimp também é excelente para a captura de screenshots, com temporizador e tudo.
Uma alternativa para o Firefox no Linux
Dentre todas as extensões para o Firefox que encontrei e que rodam também no Linux, a mais interessante e fácil de se utilizar é a Screengrab!, uma solução sucinta e prática ao extremo. Após sua instalação, é acrescentado um pequeno ícone no canto inferior direito da barra de status do navegador:
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Ao clicar no referido ícone, é possível obter-se acesso a algumas opções:

Save

Copy
As opções inclusas no menu “copy” permitem a cópia diretamente para a área de transferência, de forma tal que você possa “colá-las” onde bem desejar. Suas opções são totalmente semelhantes às da opção “save”, apenas diferindo no tratamento dado aos “screenshots” obtidos.
Finalizando
Se você utiliza Linux e deseja uma solução simples para capturar screenshots de páginas web facilmente, em seu Firefox, a Screengrab! é uma ótima solução. Não deixe de conferir.
Informações adicionais
Link para download:

https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/1146
Site do desenvolvedor:

O OpenDNS é um excelente e gratuito serviço, que oferece a qualquer interessado a possibilidade de contar com servidores DNS muito melhores do que os disponibilizados pelos provedores de acesso à internet.
Sua rede é enorme, possui um cache fantástico, redundância elevada ao cubo, grande disponibilidade, e acelera bastante a navegação dos usuários. Já falei bastante a respeito do serviço aqui no Open2Tech, e você pode, caso tenha interesse, dar uma olhadinha nos artigos abaixo:
Alguns dos artigos acima foram escritos em determinados momentos, quando o OpenDNS atingiu determinadas “marcas”, e deixam bem claro o poder e o crescimento extremamente acelerado do serviço. É qualidade que atrai cada vez mais usuários e permite uma navegação muito melhor. São marcas gigantes, que são atingidas e superadas freqüentemente, mostrando que o OpenDNS realmente veio para ficar.
Uma nova marca
Acabo de ler no blog do OpenDNS que o serviço respondeu a 7.000.000.000 de requisições em apenas 24 horas. É isto mesmo: 7 bilhões de requisições em um período de 24 horas, entre terça e quarta-feira passadas.

O melhor de tudo é ler no referido blog que este “pico” não causou nenhum problema ao serviço, e eles conseguiram manter a rede estável e em perfeitas condições de utilização.
Parabéns à equipe do OpenDNS, e que esta marca seja superada logo logo.
Uma ótima alternativa
Eu não me canso de afirmar que o OpenDNS é uma excelente alternativa, e se você ainda não o utiliza, por que não dá uma olhada nos artigos que citei acima, verifica como o sistema funciona, e inicia sua utilização?
Ele pode ser utilizado tanto em conexões com IP dinâmico quanto em conexões com IP fixo (aqui é ainda mais fácil). No caso de conexões com IP dinâmico, ou seja, cujo IP é alterado a cada conexão, também é muito simples utilizar o OpenDNS.
Instale o OpenDNS Updater, caso seu IP seja dinâmico
O OpenDNS disponibiliza um aplicativo “cliente” (OpenDNS Updater), que atualiza seu IP (caso este seja dinâmico) junto ao serviço, a cada conexão, o qual pode ser obtido no link abaixo:
http://www.opendns.com/support/article/90
Basta instalar o software (disponível para Mac e Windows) e o mesmo ficará sempre ativo, em segundo plano, e informará o sistema do OpenDNS a cada mudança de IP em sua conexão. Prático, não?
Por que você não aproveita e dá uma conferida neste excelente serviço? Não há desculpa para não utilizá-lo, principalmente devido à facilidade proporcionada pelo OpenDNS Updater, conforme explicado acima.
Crie uma conta junto ao OpenDNS, comece a utilizar o sistema, volte a esta página e veja a mudança no botão acima.
Informações adicionais
Site oficial:
Link para criação de uma conta gratuita:
https://www.opendns.com/start?s2
Status do serviço:
P.S.: a “banana dançante” ali na imagem é só uma brincadeira, ok?
O Evandro, do “Parem o Mundo”, me convidou para um meme cultural que envolve a Wikipedia. Ele foi convidado para este meme pelo Pandão, do Documento Tupiniquim, o qual por sua vez foi convidado pelo Henrique, do 21horas. Bom, vou parar por aqui nas citações porque a lista é longa.
Este meme, muito legal por sinal, consiste no seguinte:
Você acessa a Wikipedia e clica no botão “Página aleatória“. O resultado você posta no seu blog e, se desejar, faz algum comentário a respeito. Bem legal, não?

Como os resultados são realmente aleatórios, torça pra sair alguma coisa bem legal (mas não venha me dizer que não clicou mais de uma vez no botão
).
No meu caso saiu o seguinte, aliás, um assunto pelo qual sou fascinado:
NGC 1161 é uma galáxia lenticular (S0) localizada na direcção da constelação de Perseus. Possui uma declinação de +44° 53′ 51″ e uma ascensão recta de 3 horas, 01 minutos e 14,1 segundos.
A galáxia NGC 1161 foi descoberta em 7 de Outubro de 1784 por William Herschel.

Este meme veio em muito boa hora, pois além de se tratar de um assunto pelo qual sou fascinado, me fez sentir novamente a vontade de pesquisar e ler sobre tais assuntos. É claro que é um assunto totalmente fora do escopo deste blog, mas ninguém é de ferro, não é?
Dando continuidade, gostaria de convidar os seguintes e excelentes blogs:
Obrigado ao Evandro e a todos os amigos que participaram.
Acaba de ser lançada a versão 1.2 RC2 do cliente Woopra, com recursos que, senão inovadores e estupendos, pelo menos ajudam a tornar ainda melhor este que é um dos sistemas de análise e estatísticas para websites mais sensacionais dos últimos tempos.
As mudanças começam já na tela de login, onde agora são exibidos os últimos posts do blog oficial do serviço, e também links para novas assinaturas e lembretes de senha:

É também exibido agora, no canto superior direito, um banner rotativo da Layered Technologies, empresa que apoia e também fornece os servidores e a infra-estrutura para o Woopra. Nada mais justo, não é?
Em relação às mudanças nesta nova versão, vale ressaltar que elas são muito interessantes e modificam principalmente o que ocorre no momento do login. Mas não é nada complicado, fique tranqüilo.
Fazendo login após o upgrade
Após a digitação de seus dados de login, o programa permanece na mesma tela acima demonstrada e exibe uma relação e algumas abas com todos os sites que você monitora através do serviço, bastando então um clique sobre qualquer um deles para acessar sua respectiva “área de trabalho”. Ao lado de cada site, na lateral esquerda, também são exibidos o número de pageviews e o número de visitantes, bem como um pequeno gráfico. Achei este novo modo muito mais prático e funcional, pois representa uma certa economia de tempo e permite o acesso direto ao site que se deseja monitorar:

Como sempre, são mencionadas melhorias na performance e na estabilidade do software, bem como uma redução no consumo de memória pelo mesmo. Aliás, pude sentir claramente estas mudanças em apenas um dia de utilização.
Identificação
Algo muito interessante no Woopra é a identificação dos usuários, que ele faz mediante a digitação de dados de login e/ou até mesmo através do preenchimento de simples formulários de comentários, no caso de um blog. A partir daí, em todos os relatórios este usuário será identificado, de acordo com o nome com o qual escolheu participar/postar.
Funcionalidades
É impossível falar a respeito do Woopra sem citar sua enorme gama de recursos, mesmo que estas já tenham sido citadas. Quando se navega por sua interface, os recursos e as variantes destes são tão interessantes e vastas, que quase sempre se descobre uma nova utilidade, mesmo para um recurso já conhecido.
Hoje em dia é meio que impossível concordar com alguém que diz que é impossível utilizar Linux, ou que o Linux assusta por ser “difícil ao extremo” ou por ser voltado somente para técnicos. Até mesmo quando ouvimos alguém dizer que o Linux deixa a desejar quando o usuário precisa utilizar determinados aplicativos disponíveis somente para Windows é possível encontrarmos alternativas bem viáveis.
O Linux evoluiu
Distribuições como o Ubuntu e o Mandriva estão aí para provar que o Linux não é mais aquele “bicho de sete cabeças” de até há alguns anos atrás. Hoje, qualquer usuário que utilize pelo menos uma destas ditas “distros amigáveis” consegue espetar seu pendrive numa boa e transferir arquivos sem complicações.
Qualquer pessoa consegue plugar sua câmera digital no computador e descarregar aquelas fotos das últimas férias, sem problema algum. É possível também utilizar um dos melhores players disponíveis atualmente, o Amarok.
A detecção de impressoras também ficou extremamente facilitada, e o Ubuntu, por exemplo, automaticamente detecta a maioria das impressoras USB conectadas ao computador, e a impressão pode ocorrer já dentro de alguns minutos.
Vídeo, música, fotos, imagens, diversão, web: tudo isto pode ser utilizado no Linux, e quando se fala em distribuições, ou “sabores”, como por exemplo o Mandriva, o Ubuntu (meu preferido
) e até mesmo o OpenSuse, a coisa toda fica ainda mais simplificada, e o “plug-and-play” é levado às últimas conseqüências.
É claro que sempre existem entraves, alguns de maior nível outros de menores níveis. A compatibilidade, por exemplo. Sabidamente, uma grande quantidade de aplicativos está disponível somente em versões Windows e não roda de forma alguma no Ubuntu, mesmo através da utilização do Wine. Dependendo do aplicativo, é claro que não há muito o que se fazer.
Mas como sempre, “o teste é a alma do negócio”, e você pode utilizar o excelente Wine, um aplicativo opensource que, instalado no Linux, permite a execução de diversos programas desenvolvidos especificamente para Windows.
Simplificando um pouco a coisa, nem é necessário que você possua o Windows instalado na máquina, em “dual boot”. O próprio Wine contém todos os arquivos necessários, permitindo assim que uma série de aplicativos para Windows rode no Linux. Fantástico não?
Uma experiência pessoal
Venho utilizando o Ubuntu somente em meu computador pessoal, e hoje iniciei um teste também em meu computador na empresa, onde possuía somente o Windows XP. Após o devido particionamento do HD de minha máquina, iniciei a instalação do Ubuntu 8.04 LTS em tal máquina.
No início, ocorreram alguns problemas devido ao HD da máquina em questão possuir alguns problemas. Alguns erros “críticos” no hard drive não estavam permitindo que o GParted, o editor de partições do projeto Gnome incluso no Live Cd do Ubuntu, redimensionasse as partições que eu desejava redimensionar e criasse outras.
Após uma verificação completa através do utilitário incluso no próprio Windows para a verificação de erros em disco, e de uma desfragmentação também completa através do excelente e gratuito utilitátio “Auslogics Disk Defrag“, todos os erros foram corrigidos e pude então partir para o particionamento do HD.
Utilizei uma excelente ferramenta chamada “Gparted“, também do projeto Gnome, a qual, apesar de iniciar em modo texto, logo exibe um belo e simples ambiente gráfico, facilitando bastante a utilização por parte do usuário.
Através do Gparted, o particionamento transcorreu sem problemas, e pude redimensionar minha única partição nesta máquina até então, a qual utiliza o sistema de arquivos NTFS, a fim de liberar espaço para as novas e necessárias partições para a instalação do Ubuntu.