Tenho a mesma curiosidade que o autor da notícia acima citada, e também me pergunto por que as pessoas fazem as escolhas que fazem, e porque escolhem este ou aquele navegador em detrimento de outros. Que fatores levam em conta? É uma escolha consciente, ou o comodismo sempre ainda impera?
No meu caso, escolhi conscientemente o Firefox pelos seguintes fatores principais:
Estes são apenas os fatores principais, em minha opinião. E você, por que fez a escolha que fez, ao escolher seu navegador preferido?
Fonte: Mozilla Links

Ainda segundo o Mozilla Links, a taxa de downloads diários tem se mantido alta, atingindo picos de 600.000 downloads por dia! Abaixo segue um breve resumo do crescimento e da “evolução” da taxa de downloads, desde novembro/2004, data do lançamento da versão 1.0.
Vale ressaltar que, entre o lançamento da versão 1.0 em 9 de novembro de 2004 e a marca de 100 milhões de downloads, passaram-se mais ou menos 11 meses, apenas!
Vamos aos números:
Como podemos ver, os números são bem animadores, e cada “marco” é atingido dentro de um período que varia de 05 a 10 meses, mais ou menos. Isto é animador, mas poderia ser muito mais, principalmente se levarmos em conta a quantidade de falhas e brechas existentes no IE, por exemplo, e o fato de que muitos usuários ainda utilizam a versão 6.x do mesmo, apesar do lançamento da 7.x, a qual é bem mais segura e possui muito mais recursos.
Infelizmente, como sempre, o desconhecimento ou até mesmo o comodismo, acaba afastando muitos usuários de ferramentas melhores, mais seguras, estáveis, customizáveis e, o melhor de tudo, livres. Como sempre, também, o desconhecimento do usuário a respeito de quão prejudicial pode ser a utilização de uma ferramenta defasada (lembre-se, o número de usuários do IE 6.x é enorme), mesmo esta sendo “apenas” um navegador, acaba fazendo com que excelentes navegadores, como o Firefox e até mesmo o excelente Opera, por exemplo, ainda estejam na segunda ou terceira posição no “ranking“.
Percebo, entretanto, que o intervalo entre os “marcos” de 400 e 500 milhões de downloads foi de apenas 5 (cinco) meses, mais ou menos, e isto é muito animador. E estamos fazendo a nossa parte, divulgando, utilizando, oferecendo nossa ajuda e feedback. Este é um movimento que só tende a crescer, portanto, enquanto escrevo este post, estou muito mais otimista do que estava quando escrevi o post a respeito da marca de 400 milhões de downloads.
Observação: vale ressaltar que a marca de 500 milhões de downloads considera somente downloads efetuados diretamente dos servidores da Mozilla, ou seja, mais um motivo para ficarmos felizes, pois com certeza existem inúmeras outras fontes distribuindo o software, por aí, e o número de downloads com certeza é bem maior.
Fonte: Mozilla Links
Informações adicionais
Link para download do Firefox em português do Brasil:
Instalando o KeePass
Em primeiro lugar, efetue o download do instalador da última versão estável do KeePass, a 1.10, neste link. Vale ressaltar que estamos tratando aqui da versão “oficial”, para windows, a qual roda nas seguintes versões do windows: 98, 98SE, ME, NT, 2000, XP, 2003 e Vista, tanto para sistemas de 32 bits quanto de 64 bits (informações estas obtidas no site do próprio desenvolvedor).
Feito o download, clique duas vezes sobre o arquivo “KeePass-1.10-Setup.exe” para iniciar a instalação. Escolha o idioma “português” como padrão durante o processo de instalação e clique em OK. O restante das telas de instalação são básicas, bastando clicar nos famosos botões “Next” ou, neste caso, “Avançar“:

Após clicar no botão “Avançar”, como descrito acima, será necessário aceitar os “Termos de Uso” e clicar mais uma vez em “Avançar”:

Nas próximas duas telas, clique também em “Avançar”, até chegar na tela para “seleção de tarefas adicionais”:

Nesta tela, não se esqueça de marcar a opção “Associar KeePass com a extensão de arquivo .kdb“. Isto é muito importante, pois o KeePass armazena os dados neste formato de arquivo, e através da associação, ao se clicar em qualquer arquivo .kdb o KeePass é automaticamente aberto. Escolha também, nesta tela, se deseja criar ícones na área de trabalho e/ou na barra de inicialização rápida, clicando, após as escolhas, no botão “Avançar”, mais uma vez.
Na próxima tela, clique no botão “Instalar” e o KeePass será instalado em seu computador. Finalizada a instalação, será exibida uma tela onde você poderá escolher entre abrir imediatamente o KeePass e/ou visitar a página web onde estão disponíveis os diversos plugins para o KeePass. É claro que você pode simplesmente clicar em “Concluir” e deixar qualquer outra tarefa para depois.

Pronto, o KeePass foi instalado com sucesso em seu computador. Vamos agora ao próximo passo, que é o download e a instalação do pacote de tradução para o português do Brasil.
OBS: vale lembrar que você pode baixar e instalar qualquer um dos pacotes de linguagem disponíveis neste link, e instalá-los seguindo o procedimento abaixo.
Instalando o pacote de linguagem para o Português do Brasil
Para traduzir seu KeePass para o português do Brasil, acesse este link, baixe o arquivo “Portuguese-1.08.zip” e descompacte o mesmo através de seu aplicativo compactador/descompactador preferido. Recomendo o 7-Zip, também opensource e de excelente qualidade.
Após descompactar o arquivo .zip acima mencionado, você obterá um arquivo chamado “Portuguese.lng“. Copie este arquivo para o diretório onde o KeePass foi instalado, o qual é “C:\Arquivos de programas\KeePass Password Safe“. Após a cópia, abra seu KeePass, acesse a opção “View ==> Change language“, clique sobre a opção “Portuguese” mostrada na tabela, e será então exibida a dialog box abaixo, onde você deverá clicar em “Sim“:

Feito isto, o KeePass será reiniciado e já estará totalmente em português! Valem agradecimentos aqui ao Fábio Negri Cicotti, responsável pela tradução do KeePass para o português do Brasil.
Vamos agora verificar algumas configurações básicas, bem como criar sua primeira base de dados. Você pode criar/possuir quantas bases de dados desejar, e abri-las sempre através do KeePass.
Lembre-se: o mais importante é a base de dados em si, a qual contém seus dados, senhas e demais informações que irá armazenar através da utilização do KeePass. O software pode ser reinstalado a qualquer momento, mas as bases de dados criadas, as quais contêm suas informações “vitais”, devem ser guardadas com todo o cuidado, e incluídas em sua política/rotina periódica de backup , caso possua uma (o que é altamente recomendável
).
Criando uma base de dados
Como disse acima, o KeePass armazena todas as informações em arquivos com extensão .kdb, utilizando criptografia AES de 256 bits. A criação de uma base de dados no KeePass é bem simples, bastando para tanto seguir os procedimentos abaixo (informarei os procedimentos em português, supondo que você já tenha traduzido seu KeePass para o português do Brasil, conforme explicações acima):
Clique em “Arquivo ==> Novo“, e será então mostrada a tela abaixo:

Este é o momento em que você vai definir sua “senha-mestra“, a senha de acesso à base de dados que vai criar. Preste bastante atenção nos caracteres que vai digitar, e memorize bem sua senha, pois caso venha a esquecê-la no futuro, será praticamente (sendo um pouco otimista
) impossível abrir sua base de dados e recuperar os dados ali armazenados. É recomendável utilizar uma senha “forte”, com letras, números e caracteres especiais.
Conforme você vai digitando os caracteres da senha no campo “senha-mestra”, o Keepass vai indicando a “força” de sua senha, e o número de bits da mesma. Uma de minhas bases de dados, por exemplo, possui uma senha com 71 bits, sendo que o indicador de “força” do KeePass atingiu, neste caso, o nível “verde”, quando da criação da mesma.
Utilização de “key file” juntamente com a senha mestra
Para reforçar ainda mais a segurança, o KeePass pode trabalhar com um “key file“, ou arquivo-chave, em conjunto com a senha mestra. Isto significa que para abrir suas bases de dados do KeePass, e obter acesso aos seus dados, será necessário digitar sua senha mestra e ter em mãos o key-file previamente gerado. O KeePass solicitará ambos, obrigatoriamente. Particularmente, não gosto desta opção, pois caso o key file venha a ser perdido, também será impossível abrir a base de dados, mesmo com a senha-mestra em mãos. E, convenhamos: é muito mais seguro ter algo armazenado em nosso próprio cérebro (a senha mestra), do que contar com um arquivo que, infelizmente, pode ser perdido ou corrompido.
Mas, caso opte por utilizar um key file em conjunto com a senha mestra, você deverá marcar a opção “Use master password and key file“, escolher no campo “key file” o local/drive de armazenamento do key file (o qual poderá se chamar pwsafe.key, por exemplo) e após a confirmação da senha gerar um valor randômico através do teclado ou do mouse (através de textos ou movimentos aleatórios do mouse), para a criação do key file.

Utilização somente da senha-mestra
Para criar suas bases de dados utilizando somente uma senha mestra, ao acessar a opção “Arquivo ==> Novo“, NÃO marque a opção “Use master password and key file“, digite sua senha mestra, clique no botão OK, repita a mesma senha na próxima tela, e clique novamente em OK (lembre-se de que as duas devem coincidir, trata-se apenas de uma confirmação). Após tal procedimento, sua base de dados foi criada, e você deve escolher um local para salvá-la. Para isto, acesse “Arquivo ==> Salvar como“, escolha o local desejado (mantendo a extensão .kdb), e clique em “Salvar“.
Nas próximas vezes em que abrir o KeePass, ele abrirá automaticamente a última base de dados utilizada, solicitando a senha mestra da mesma. Sendo assim, você visualizará a tela abaixo, já com algumas opções de “grupos e sub-grupos de senhas” inclusas, como sugestão:

Você pode incluir, excluir e editar qualquer grupo, sub-grupo e/ou entrada, clicando sobre o mesmo com o botão direito do mouse e utilizando as opções presentes no menu de contexto exibido, conforme abaixo:

A estrutura básica do KeePass se divide em “Grupos”, “Sub-grupos” e “Entradas“. Nestas últimas é onde ficam armazenadas as informações.
Para criar um novo grupo, utilize a opção “Editar ==> Adicionar grupo de senhas“. Para criar um sub-grupo dentro de um grupo já criado, clique sobre o grupo desejado e utilize a opção “Editar ==> Adicionar subgrupo de senha“. Uma “entrada” pode ser inserida tanto nos “grupos” quanto nos “sub-grupos”. A utilização dos sub-grupos é opcional, e é recomendável primeiramente definir a estrutura que se irá utilizar, e criar seus grupos e/ou sub-grupos.
Para criar uma nova entrada (onde irá armazenar seus dados), basta clicar sobre um grupo ou sub-grupo e utilizar a opção “Editar ==> Adicionar entrada“. A seguinte tela será exibida:

Na tela acima, não há muito o que ser explicado, pois os campos e opções por si próprios são “auto-explicativos”. Pode-se definir o nome da entrada/título (por exemplo: dados para acesso ao site etc e tal) e alterar-se o ícone da mesma. Pode também ser inserido o “usuário”, a “senha” (a qual deve ser confirmada, nos dois campos pertinentes), a url, etc. Existe também um campo para “comentários”, sem limite de caracteres, e é possível, inclusive, “anexar-se” arquivos de qualquer tipo, através do botão localizado ao lado da opção “Anexo”, sendo que estes arquivos também serão armazenados na mesma base de dados criptografada.
Existe também uma opção chamada “Expiração”, onde se pode definir a data e o horário em que a entrada em questão irá “expirar”. Particularmente, nunca utilizei tal opção.
É interessante ressaltar que os campos “senha” por padrão “escondem” a senha, mostrando uma série de “pontinhos” no lugar. Mas é possível habilitar-se ou desabilitar-se esta função, bastando para tanto que se clique no botão ao lado, com os “três pontinhos”:

O botão abaixo do botão dos “três pontinhos” é o botão para a geração de uma senha “randômica”, onde se pode especificar a quantidade de caracteres da mesma, utilização ou não de caracteres especiais, utilização de letras maiúsculas e/ou minúsculas e uma série de outras opções bem interessantes.

Após o preenchimento de todos os dados da entrada, basta clicar-se no botão “OK”, e a entrada será salva, dentro do grupo/subgrupo escolhido. Para acessá-la novamente, basta clicar-se sobre o grupo/subgrupo onde a mesma foi salva, e ela será listada na tabela localizada à direita:

Clicando-se duas vezes sobre a entrada, obtém-se acesso aos dados armazendados na mesma, e para a visualização da senha, basta clicar-se no botão dos “três pontinhos” (caso tenha deixado ativa esta opção de proteção, o que é recomendável). Importante: na próxima parte deste tutorial explicarei como funciona a opção que faz com que o KeePass salve automaticamente as alterações, mas por enquanto, utilize a opção “Arquivo ==> Salvar“, para salvar todas as alterações/inserções, antes de fechar o KeePass.
Bom, pessoal, nesta primeira parte do tutorial procurei abordar os pontos “básicos” e “principais” do KeePass. Estou preparando a parte 2, e dentro de alguns dias irei postá-la. Procurarei abordar na mesma algumas opções e recursos avançados existentes no KeePass, os quais são bem úteis no dia a dia.
Espero que apreciem esta “série” de tutoriais a respeito do KeePass, e aguardem, pois a segunda parte do tutorial está vindo por aí!
Informações adicionais
Site oficial:
Site do desenvolvedor (Dominik Reichl):
Link para download da versão 1.10 (windows):
http://downloads.sourceforge.net/keepass/KeePass-1.10-Setup.exe
Link para download de todas as versões disponíveis (Windows, Mac, Linux, etc):
http://www.keepass.info/download.html
Link para download do pacote de tradução para português do Brasil:
http://downloads.sourceforge.net/keepass/Portuguese-1.08.zip
Página de plugins e extensões:
http://www.keepass.info/plugins.html
FAQ (em inglês):
http://www.keepass.info/help/base/faq_tech.html
Fórum de suporte (em inglês):
https://sourceforge.net/forum/?group_id=95013
Link para doações ao projeto:
http://www.keepass.info/donate.html
Premiações obtidas:

Foi lançado ontem o beta 3 do Firefox 3, e pelo que dá pra se notar, o navegador está cada vez melhor. Houve uma mudança no visual do mesmo, com a inclusão de novos ícones, e a lista de novas funcionalidades/recursos é de “dar água na boca”:





Bom, estas são apenas algumas das melhorias e novas funcionalidades presentes a partir deste novo beta, o 3. Vale ressaltar que a questão da “segurança” também foi levada em conta, e o Firefox vai checar automaticamente se o site que se está visitando é “mal visto” ou reconhecido como fonte de vírus, spywares e outras pragas similares, através de lista fornecida pelo stopbadware.org. Existem também melhorias no gerenciador de senhas e a obrigatoriedade de, a partir desta versão, todas as atualizações de extensões e temas serem realizadas através de conexões criptografadas ou, então, serem assinadas digitalmente pelos desenvolvedores. Como podemos ver, o Firefox é a melhor escolha quando se fala em navegadores, e quando se deseja segurança, estabilidade, rapidez e customização elevada ao cubo.
O beta 3, inclusive, está disponível em diversos idiomas, inclusive o português do Brasil.
OBS: vale lembrar que esta versão ainda é uma versão beta, e ainda existem bugs e problemas não sanados pelos desenvolvedores. A mesma é recomendada para utilização em paralelo, por exemplo, para a visualização das melhorias e/ou novas funcionalidades, para testes, ou então caso você seja um desenvolvedor ou um entusiasta, como eu.
Abaixo seguem algumas instruções constantes no site br.mozdev.org para uma instalação segura e sem alterar nada em sua instalação atual do Firefox:
“Dicas para testar Você quer testar o Firefox 3 beta mas pretende continuar usando o Firefox 2? Então é recomendável seguir estas instruções:
- Crie um novo perfil usando o Firefox 2. Isso vai permitir que suas configurações atuais (favoritos, extensões) fiquem intactas. Faça isso antes de abrir o Firefox 3 Beta 3.
- Quando se usa perfis separados também é possível executar o Firefox 3 junto com o Firefox 2. Quando um Firefox estiver rodando, inicie o outro com o parâmetro -no-remote. Por exemplo, no Windows, modifique o atalho (ou crie um atalho) do Firefox 3 para firefox.exe -no-remote ( saiba mais ).
Com esses cuidados você poderá testar o Firefox 3 Beta 3 sem afetar seu sistema.”
Bom, é isso, pessoal. Um abraço a todos!
Informações adicionais:
Link para download do beta 3 em português do Brasil, versão windows:
http://download.mozilla.org/?lang=pt-BR&product=firefox-3.0b3&os=win
Link para download do beta 3 em português do Brasil, versão Linux:
http://download.mozilla.org/?lang=pt-BR&product=firefox-3.0b3&os=linux
Notícia do lançamento no Mozilla Links:
http://mozillalinks.org/wp/2008/02/firefox-3-beta-3-available-for-download
Notícia do lançamento no br.mozdev.org:
Pois bem, acabam de ser anunciados os ganhadores do concurso através do site Spread Firefox ! Segundo o site, foram recebidos mais de 100 cadastros de novas extensões, e entre os “juízes”, estavam presentes pessoas do staff do StumbleUpon , da Mozilla , do NetVibes e do Del.icio.us , dentre outros.
É claro que a maioria das extensões apresentadas se encontra em estágio inicial de desenvolvimento, mas pelo que vi no site do Spread Firefox, muita coisa boa vem por aí. Os três primeiros colocados desenvolveram as extensões citadas abaixo:



Os desenvedores ganhadores ganharão prêmios bem interessantes, que vão desde camisetas e adesivos, até despesas e acomodações totalmente pagas para um dos diversos “Mozilla Developer Day” . Isto sem contar, é claro, um Macbook Pro que será oferecido.
Como disse antes, que venham mais concursos deste tipo. Ganhamos todos: usuários, desenvolvedores de extensões e a própria Mozilla.
Fonte: Spread Firefox
Informações adicionais:
Link para o anúncio dos ganhadores no Spread Firefox:
http://www.spreadfirefox.com/node/1288
Link para notícia do lançamento do concurso, no Mozilla labs: