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Teste Workstation HP XW4600

Workstation HP XW4600 - FrenteEm maio passado fui convidado para ir ao evento de lançamento da nova linha de Workstations “Z” da HP. Porém, devido a problemas particulares, não pude comparecer, infelizmente. Na ocasião, os bloqueiros que participaram receberam cada um um dos Workstations em suas residências, para efeito de testes. Para minha felicidade, semana passada recebi uma ligação do Anderson, da Riot, me informando de que a HP desejava enviar os Workstations para testes também para os blogueiros que foram convidados mas não puderam comparecer ao evento, ou seja, o meu caso. :)

Bom, após os devidos contatos com a Riot e com o pessoal da HP (valeu Hugo), a máquina chegou em minha residência e pude fazer os testes que achei necessários, e confesso que fiquei muito bem impressionado. À primeira vista a máquina impressiona pelo seu design e pela sua robustez: sem brincadeira, deve pesar mais de 15 quilos, e é muito bem construída, material de excelente qualidade.

Possuindo um total de 9 portas USB (7 traseiras e 2 frontais), equipado com um processador Intel® Core™2 Quad Q9300 com tecnologia Intel® Core™ de 45 nm, Front Site Bus de 1333 MHz e 2 x 3 MB L2 cache, além de 3 GB de memória RAM DDR2 800 MHz ECC,  a máquina é parruda, em diversos aspectos, e pode atender às mais diversas necessidades. Aliás, no site da HP, ela pode ser encontrada na seção destinada à pequenas e médias empresas.

Além de tudo isto, vem equipada com uma placa de vídeo NVIDIA Quadro FX1700, com 512 MB de memória, que permite a utilização com folga de diversas aplicações gráficas (e até mesmo alguns jogos) pesadas, tornando o dia a dia de um hipotético designer gráfico muito mais tranquilo, caso esteja em posse de um equipamento de tal porte.

Workstation HP XW4600 - Placa de vídeo NVIDIA Quadro

A placa de vídeo da NVIDIA possui duas saídas DVI-I, e nenhuma VGA, mas isto não é problema devido ao adaptador “DVI-I to VGA” que acompanha o produto. A manutenção no XW4600 pode se dar de maneira muito descomplicada, devido à ausência de parafusos para a abertura do gabinete: tal se dá mediante uma espécie de “alavanca” que destrava a abertura lateral, permitindo fácil acesso a todos os componentes internos:

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Site5: a hospedagem certa para seu site

Hospedagem de sites é um assunto complicado. É muito difícil fazer uma escolha “certa”; encontrar uma empresa séria e que ofereça uma ampla gama de recursos aliada a estabilidade e a um suporte técnico eficiente e rápido é tarefa hercúlea.  Inovação, então, é palavra quase que desconhecida neste meio hoje saturado e repleto de “trambiqueiros”. Mas bons exemplos ainda existem, e a Site5 é um deles, e dos melhores. :)

Em quase um ano trabalhando com a empresa, posso dizer que estou satisfeitíssimo com os serviços prestados pela mesma. O suporte técnico, por exemplo, é sensacional. Geralmente, todos os tickets abertos recebem uma resposta em menos de 15 minutos. Quando esta primeira resposta não resolve o problema, este é resolvido ainda assim muito rapidamente, e o pessoal responde muito gentilmente à todas as questões. Além disso, percebe-se que os técnicos e administradores realmente sabem do que estão falando, e não são “marinheiros de primeira viagem” nem tampouco estão ali para brincadeira.

Recursos ilimitados

infinite
Creative Commons License photo credit: adreson

A Site5 oferece planos com recursos ilimitados, ou seja, você pode adquirir um plano com espaço em disco e tráfego mensal teoricamente “ilimitados”, por exemplo. É claro que nem só a estes dois quesitos você deve ficar atento, e nem somente eles são observados no momento de quantificar e/ou determinar o impacto de determinado site/conta no desempenho do servidor como um todo.

Sendo assim, digamos que os planos oferecem tráfego ilimitado “com ressalvas”. Não que o tráfego seja limitado, mas caso o seu site seja um peso pesado e consuma recursos como memória e processamento em demasia, por exemplo, você poderá sofrer algum tipo de penalidade, ou ser convidado a assinar um dedicado.

Palavras bem semelhantes podem ser ditas a respeito do espaço em disco: é claro que jamais alguém conseguirá ocupar milhares de GB’s ou TB’s em uma conta de hospedagem. Aliás, pode-se dizer que a grande maioria dos clientes não chegará jamais a ocupar 1 GB de espaço. Trata-se de overselling? Podemos encarar desta maneira, mas e daí? :)

Monitoramento e controle

A Site5 possui uma política bem clara mediante a qual mantém um número razoável de sites por servidor. Isto ajuda na manutenção da estabilidade e da velocidade, além  da garantia do uptime. Somemos a isto o fato de todos os servidores serem constantemente monitorados contra abusos (fato que já pude comprovar), e temos em mãos um ótimo serviço, através do qual seu site permanecerá provavelmente a maior parte do tempo online. A empresa garante em contrato, por exemplo, que o seu site permanecerá no mínimo 99,9% do tempo online.

Um recurso inovador

Tudo isto não seria tão empolgante, pelo menos em minha opinião, se uma dose de inovação não estivesse presente no trabalho da empresa. A Site5 oferece um recurso inovador a seus clientes; um recurso único,  em minha opinião, que faz com que a experiência do usuário seja ainda mais positiva.

Trata-se do recurso chamado “Turbo“, ou “MultiAdmin”, através do qual cada conta funciona como se fosse uma conta de revenda, permitindo a criação de sub-contas totalmente independentes,  cada uma totalmente isolada e funcionando como se fosse realmente uma conta única e independente. Clique aqui e veja um vídeo bem interessante a respeito do MultiAdmin.

Diferentemente dos addon domains, onde os arquivos de cada domínio são localizados em uma sub-pasta dentro da public_html da conta principal, por exemplo, e só existe um painel de controle (para a conta principal, a partir do qual todos os sites são gerenciados), aqui é possível algo totalmente diferente e melhorado.

Multiadmin - Site5

Cada conta possui seu painel de controle totalmente independente. Cada uma possui acesso independente a seu próprio FTP, bem como à criação de contas de e-mail próprias, etc. Ou seja, um plano com o Turbo funciona mais ou menos como um plano de revenda, só que é mais barato e  possui um gerenciamento bem mais simples.

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The maw: um jogo pra lá de fantástico

Bom, amigos, esta é a primeira vez que escrevo a respeito de games aqui no Open2Tech, e espero que seja a primeira de muitas, como já havia comentado anteriormente.

Sempre fui fissurado por games, e já possuí diversos consoles, como por exemplo meu saudoso Atari (tenho até hoje), Master System, Mega Drive, SNES, Sega Saturn, Nintendo 64, Playstation 1 e, agora, meu recém adquirido e amado ( :) ) Xbox 360. :) Sendo assim, espero comentar bastante sobre o assunto por aqui, tanto a respeito dos consoles, hardware e relacionados, quanto a respeito dos games. Aliás, já criei duas novas categorias relacionadas no blog.

Caixa - The MawUm jogo que nem parece que é um “XBLA”

E meu escolhido para o primeiro artigo a respeito de games foi o The Maw.

O jogo é simplesmente fantástico, e foi lançado para compra somente através de download, pela Xbox Live Arcade. Vale, aliás, comentar um pouco a respeito deste serviço que, em minha opinião, vem se mostrando fantástico. O modelo de negócios é sensacional: elimina-se gastos com mídia, caixinhas, material impresso, etc, e agiliza-se a entrega do produto ao cliente, dentre outros fatores.

Além disso, estão disponíveis muitos “remakes“, para os saudosistas de plantão, e esta semana fiquei super animado quando vi a notícia do lançamento do R-Type Dimensions (quem nunca jogou R-Type nos antigos fliperamas?).

Os preços, também, não são exorbitantes, e em muitos casos são muito mais baratos do que alguns games mais simples que vemos por aí, para PC, por exemplo. Vale ressaltar que o maior valor cobrado por um game na Xbox Live Arcade (pelo menos por enquanto :( ) são 1200 Microsoft Points, o que equivale a mais ou menos US$ 15,00. Isto dá, mais ou menos, R$ 34,00. Ou seja, mais barato do que uma ida ao cinema, contando-se o obrigatório “conjunto” pipoca + refrigerante”. :)

Muito barato, realmente, e existem jogos com valores a partir de 400 MS points. The Maw, por exemplo, custa exatos 800 Microsoft points, ou seja, US$ 10,00, ou  mais ou menos R$ 23,00. Pela qualidade do jogo, está praticamente de graça, e com este valor, você pode esquecer a ida ao cinema. :)

Sobre o jogo

Em The Maw, você controla Frank, um pobre coitado de um alien que, prisioneiro em uma nave (sabe-se lá porque, pelo menos ainda não consegui descobrir, se é que existe uma resposta), acaba caindo em um planeta desconhecido devido a um acidente com a tal nave, e faz amizade com o Maw.

O Maw é simplesmente engraçadíssimo, belo, divertido, etc. Ele é uma espécie de criatura gelatinosa, desengonçada, mas muito amigável e bem humorada, que possui um único defeito: gosta de comer tudo o que vê pela frente, principalmente as criaturas bizarras que encontra no tal planeta desconhecido onde caiu junto com o Frank.

Maw e Frank

E o mais engraçado é que esta “falha”, se podemos dizer assim, acaba se transformando no grande trunfo do Frank, pois o Maw absorve todas as características e poderes das criaturas que come, e o trabalho em conjunto, entre Maw e Frank, é a tônica do game.

Mas não se preocupe: apesar do fato de Maw comer criaturas vivas, o jogo não é violento nem tampouco contém cenas sanguinolentas ou similares. Tudo é tratado com bom humor e muita, muita diversão.

Trabalho em equipe

Como já disse, trabalho em equipe é tudo em The Maw. Frank possui uma espécie de “coleira eletrônica”, ou “raio”, sei lá, que prende o Maw e faz com que a criatura o acompanhe. Se caso a “coleira eletrônica” não estiver em uso, e o Maw estiver distante, basta apertar o botão X do controle que o Frank dá um grito também muito engraçado e o Maw vem correndo pra perto dele. :)

Como o Maw absorve as características das criaturas que come, o jogo se torna muito divertido, e isto também é primordial para o sucesso no jogo. Por exemplo, existem algumas criaturas que se parecem com pequenos “dragões de fogo”. Comendo as mesmas, Maw vira ele próprio uma “bola de fogo”, e sai queimando tudo o que vê pela frente. O mesmo ocorre quando ele come as larvas de algumas estranhíssimas criaturas voadoras, parecidas com balões: ele próprio se torna uma criatura similar a elas e pode voar, arrastando então o Frank consigo. Muito legal, não?

The Maw

Algo muito engraçado, também, é que quanto mais o Maw come, mais ele cresce (eita, isso me lembrou de uma certa promessa no ano novo, ai ai…rsrs). Só que, mesmo assim, ele não perde uma de suas principais características: é covarde, medroso ao extremo. Em alguns momentos encontramos plantas estranhíssimas pelo caminho, que se parecem com plantas carnívoras, só que são elas próprias também medrosas. Pois bem, quando Maw se depara com as mesmas, ambos tremem e gritam de medo. Dou tanta risada jogando The Maw que acho que minha esposa deve estar achando que estou ficando louco. :)

Outro aspecto bem legal do jogo é o fato de nem o Frank nem o Maw morrerem. É claro que isto não elimina a dificuldade do mesmo, pois sem usar a “cuca”, em alguns momentos, e prestar bastante atenção no que acontece à sua volta, você simplesmente fica preso, e neste caso, é o mesmo que morrer. :)

Gráficos

Os gráficos são soberbos. Nem parece que é um jogo disponibilizado pela Live Arcade, rede que geralmente disponibiliza jogos mais simples. Os ambientes conseguem passar uma sensação de grandeza muito legal, não há nenhum “estouro de pixels” (palavra de um leigo aqui, ok?), os personagens são muito bem feitos e, no geral, a coisa toda impressiona.

O jogo é recheado de “cut scenes”, pequenas animações entre uma parte e outra do jogo, que são maravilhosas, e ajudam a ampliar a imersão do jogador. A trilha sonora é muito legal, com algumas pitadas de jazz, e foi composta pela mesma compositora da trilha de “God of War“, Winifred Phillips.

Inovações

Se você possui um Xbox 360, e está pensando em comprar algum XBLA ou possui 800 Microsoft Points disponíveis em sua conta, recomendo que compre o The Maw. O jogo é fantástico, e se você tiver filhos, então, garanto que eles vão adorar. Aliás, mal posso esperar pela próxima visita dos meus sobrinhos.

Uma das inovações introduzidas no The Maw são as “premiações” concedidas ao jogador conforme este avança no jogo. Dependendo da fase que você completa, você ganha “brindes”. São dois gamer pictures, disponibilizados para download no decorrer do jogo e, completando o mesmo, você ganha um tema para a dashboard de seu 360. Ouvi falar que o tema é muito bonito.

Talvez a Microsoft esteja pensando em uma nova forma de disponibilização de DLC’s, não sei. Talvez, uma nova forma de agregar valor aos produtos disponibilizados na Live, não liberando determinados itens mediante o pagamento em “cash”, e sim através do desempenho dos gamers. De uma forma ou de outra, ela e os desenvolvedores não deixam de ganhar, creio eu, e por outro lado, ganham mais ainda os gamers.

Aliás, entrei em contato com a Twisted Pixel, desenvolvedora do game, perguntando se poderia utilizar algumas imagens do game neste review,  e o Michael Wilford, CEO da Twisted Pixel, muito gentilmente me respondeu, autorizando.

E ele me deu uma notícia muito interessante: na próxima semana será disponibilizado um DLC, ou downloadable content, para o The Maw. :)

Não consegui obter maiores detalhes, nem se será gratuito ou pago, mas a notícia não deixa de dar água na boca.

Finalizando

Bom, volto a repetir: se você possui um Xbox 360, faça o download pelo menos do demo do jogo. Tenho quase certeza de que não vai resistir, e vai comprá-lo. A única falha que vi até agora no The Maw é o fato do game não possuir um modo multiplayer, mas tudo bem. O jogo é fora de série, principalmente depois de jogar um jogo pesado como o “Dark Sector“, este um game “full” para o Xbox 360, que estou jogando no momento e também recomendo.

Confira abaixo mais alguns screenshots e um vídeo do The Maw:

The Maw - Cena

Maw - Cena

Caso você encontre qualquer dificuldade em visualizar o vídeo abaixo, aí vai o link direto para o mesmo:

http://www.gametrailers.com/player/39673.html

Ah, quase me esqueci. Se quiserem converter Microsoft Points em dólares, basta utilizarem o Microsoft Points Converter. :)

Por enquanto é só, pessoal. Espero que gostem do “review”, e do jogo também. Espero postar mais a respeito de games, aqui no Open2Tech. Abraços a todos! :)

Informações adicionais

Site oficial do jogo:

http://www.mawgame.com

Site do desenvolvedor:

http://www.twistedpixelgames.com

Página do jogo na XBLA:

http://www.xbox.com/en-US/games/t/themawxboxlivearcade

Armazene suas senhas com segurança no Passpack

Logo passpackAcredito que por tudo aquilo que já escrevi aqui no blog deu pra perceber que sou um neurótico por segurança e pela continuidade da informação. Backups, então, para mim, são primordiais, e estão sempre na minha cabeça. :)

Aliás, se você utiliza Windows, que tal dar uma olhadinha no meu artigo a respeito do gratuito e sensacional aplicativo “Comodo Backup“? Bom, vamos ao que interessa. :)

Somos quase que obrigados, em nosso dia a dia, a utilizar uma infinidade de logins, usernames, senhas, frases “lembrete” e mais um monte de coisas relacionadas, tudo isto com a finalidade de nos permitir acesso a serviços, gratuitos ou não, que utilizamos, seja na web ou em nossos computadores. Isto acaba, muitas vezes, provocando uma certa confusão, e fazendo com que algumas pessoas simplesmente esqueçam seus dados de acesso ou então utilizem um único usuário e uma única senha para acessar todos os serviços/sites/aplicativos que utilizam.

Perigo à vista

Perigo
Creative Commons License photo credit: Carly & Art

Esta é uma situação muito perigosa pois, se por qualquer motivo e/ou de alguma maneira alguém mal intencionado descobrir estes “login e username únicos”, toda a sua “vida online”, sua segurança, sua privacidade e sua tranqüilidade vão, literalmente, para o “beleléu”.

A alternativa de guardar todas estas informações em um arquivo de texto, um .DOC do Word ou uma planilha do Excel, mesmo que protegidos por senha, também não é uma boa idéia, pois como se sabe, tais arquivos podem ter suas senhas quebradas muito rápida e facilmente. Então, qual a solução? Um gerenciador de senhas! :)

Já comentei a respeito do Keepass, um fantástico e opensource gerenciador de senhas, e publiquei inclusive um tutorial a seu respeito. Abaixo você pode conferir as partes 1 e 2 do referido tutorial:

Vale a pena pelo menos conhecê-lo.

Uma boa ferramenta, mas com alguns problemas

O Keepass resolve o problema do armazenamento das senhas e demais informações cruciais e confidenciais. Entretanto, temos de levar em conta também aqui a questão da mobilidade, quando você não estiver em seu próprio computador (na casa de amigos, por exemplo) e precisar, por qualquer motivo, de alguma informação armazenada no keepass. É claro que existe uma versão portátil do keepass (portable Keepass), que você pode carregar em seu pendrive juntamente com sua base de dados, e isto resolve o problema. Em parte. :)

Digamos que você esqueça seu pendrive, ou outro dispositivo qualquer utilizado para o armazenamento do Keepass portátil e de sua base de dados .KDB, e precise rapidamente de qualquer informação ali armazenada. Como fará?

Uma fantástica solução

Passpack - Packing keyÉ aqui que entra o Passpack, um serviço online de armazenamento de senhas e informações que, ao contrário do que se pensa, é extremamente seguro, ao ponto do serviço recentemente ter removido uma cláusula que proibia o armazenamento de informações financeiras nas contas gratuitas.

O Passpack é fantástico, em diversos aspectos. Segurança extrema, pois você utiliza uma senha e uma “packing key”, que é uma chave de segurança para descompactar seu “pacote de dados” armazenado no servidor.

O próprio staff do Passpack avisa que, caso você esqueça sua “packing key”, seus dados estarão perdidos para sempre. Em caso de esquecimento da senha, tudo bem, o pessoal pode “resetar” a mesma pra você, mas no caso da “packing key”, diga adeus a tudo o que está armazenado em sua conta no Passpack.

Segurança elevada ao cubo

Não existe nada semelhante no mercado. O recurso da “packing key” é algo fenomenal. Leia abaixo um trecho muito interessante constante na FAQ do serviço:

Who protects my passwords from Passpack staff?

Why, you do! You pick your Packing Key, it’s known only to you and is never sent to Passpack. Thus, your information is only ever decoded in your browser. Even if we wanted to look at you information (which we don’t!) all we would see would be a jumbled mass of data. If you are worried about deletions, Passpack keeps backups of everything and you can keep your own personal back ups.

Em minha tradução livre:

Quem protege minhas senhas da equipe do Passpack?

Ora, você protege! Você escolhe sua packing key, ela é conhecida somente por você e nunca é enviada para a Passpack. Deste modo, sua informação somente é decodificada em seu navegador. Mesmo se quiséssemos dar uma olhada em suas informações (claro que não queremos!), tudo o que veríamos seria um monte de informações bagunçadas. Caso você esteja preocupado a respeito de perda de dados, nós da Passpack armazenamos backups de tudo e você pode guardar seus próprios backups pessoais.

Resumindo, mais ou menos, a coisa toda funciona da seguinte maneira: você faz login em sua conta, utilizando seu usuário e sua senha, normalmente. Mas até este momento, seu “pacote de dados”, contendo todas as suas informações, senhas, etc, não está disponível.

Você faz o login, mas suas informações não estão disponíveis. É preciso, então, fazer uso de sua “packing key” (definida por você no momento da criação da conta), para que o sistema envie para seu browser o seu pacote de dados, para que a partir daí você possa acessá-lo, editá-lo e gerenciá-lo mediante utilização das ferramentas fornecidas pelo Passpack (e não são poucas. :) ).

Criptografia
Creative Commons License photo credit: bocek.kevin

Resumindo, o Passpack não tem acesso às suas informações, o máximo que o pessoal do staff pode fazer é dar um reset na sua senha, caso você a esqueça. Se esquecer sua packing key, repito mais uma vez, diga adeus aos dados que estavam armazenados na conta :) .

Algumas questões e recursos técnicos

Your Packing Key never gets sent or saved to the server, so not even Passpack staff knows it.

Em minha tradução livre:

Sua packing key nunca é enviada ou salva no servidor, então nem mesmo a equipe do Passpack a conhece.

  • Mensagem anti-phishing de boas vindas: definida préviamente pelo usuário, a qual aparece sempre no momento da digitação da “packing key”. Assim, o usuário sempre pode ter certeza de que está no site correto.
  • Logins descartáveis: crie logins descartáveis, que só podem ser utilizados uma única vez, e os utilize quando precisar acessar sua conta em lan houses, computadores de amigos ou desconhecidos, etc.
  • Backup e versão offline: é possível fazer backup de todos os seus dados armazenados no Passpack, e ainda existe uma versão offline.
  • Gerador de senhas “fortes”: o Passpack possui um gerador de senhas muito interessante, que permite que você defina os tipos de caracteres que deseja inserir em sua senha, bem como a quantidade de dígitos. Além disso, ele vai informando, conforme a digitação, a “qualidade” de sua senha.
  • Conexão segura: todo o tráfego de dados é feito através de HTTPS.

E como se não bastassem tantos recursos e facilidades, agora o Passpack possui um “Turbo Mode”, mediante a utilização do Google Gears, visando uma maior velocidade no serviço.

Recursos adicionais

Um recurso muito interessante no Passpack é o “1 Click Login”: simplesmente esqueça a digitação de usuários e senhas nos sites/serviços que você mais usa. O Passpack faz isso pra você, de forma muito simples.

Além disso, você pode organizar suas entradas por tags, definir favoritos e travar a janela do Passpack (para evitar que curiosos vejam suas informações, quando você não estiver em seu computador).

Passpack Screenshot

O serviço ainda permite que você importe e exporte suas entradas, além do já citado backup, que pode ser restaurado caso você acidentalmente apague alguma de suas entradas (ou todas).

Finalizando

O Passpack é um serviço pago (custa 15 Euros por ano), mas também possui uma versão gratuita. A única limitação desta versão Free é a quantidade de entradas: você só pode armazenar 100 entradas/senhas, mas isto não é uma séria limitação. Eu, por exemplo, tenho até o momento somente 35 entradas, e não creio que este número vá aumentar muito. :)

Confira abaixo um vídeo muito interessante a respeito do serviço:

Bom, pessoal, espero que tenham apreciado a novidade. Até a próxima.

Informações adicionais

Site oficial:

http://www.passpack.com/en/home/

Crie sua conta gratuita:

https://www.passpack.com/online/?showSignup=1

Blog do serviço:

http://blog.passpack.com/

ScreenToaster: produza screencasts usando seu navegador

Bom, amigos, já faz algum tempo que não posto nada por aqui, por motivos que já expliquei anteriormente, e agora pretendo postar com certa freqüência aqui no Open2Tech, mesmo que ainda demore um pouco para que as mudanças que mencionei em meu último post sejam postas em prática.

De qualquer forma, adoro novidades. Adoro inovação. Adoro serviços e aplicativos que, de forma descomplicada e rápida, permitem que qualquer usuário realize tarefas que, de outra maneira, demandariam custos muitas vezes elevados, e conhecimento avançado. É sobre isto que vou falar neste artigo. Este artigo é sobre o fantástico “ScreenToaster“. :)

Logo ScreenToaster

O ScreenToaster é um daqueles serviços que você pára e pensa: “- Como ninguém pensou nisso antes?”

É tão fácil, através do serviço, fazer seu vídeo, gravar seu screencast, ou demonstrar através de vídeo e áudio para um amigo como é feita aquela configuração e/ou instalação que o mesmo não consegue entender que, de agora em diante, softwares voltados para captura de vídeo/screenshots e criação de vídeo-tutoriais poderão ser totalmente dispensados, em alguns casos.

Os vídeos gravados podem conter áudio, ou seja, podem ser narrados. Além disso, você pode utilizar sua webcam e inserir tudo aquilo que ela capta, nos vídeos. Existe também a opção de legenda e, uma das coisas mais interessantes: o ScreenToaster.com hospeda os vídeos para você, e fornece a URL para acesso direto ao vídeo e também o código caso você deseje “embutir” o vídeo em seu blog/site.

Um diretório de vídeos

Todos os vídeos definidos como “públicos” pelos autores são automaticamente adicionados a um diretório público, e tornam-se então disponíveis a qualquer pessoa. Já existem vídeos os mais variados no diretório. São tutoriais, reviews, gravações de jogos e mais uma infinidade de categorias, todas elas contendo vídeos bem interessantes

Como funciona?

How to
Creative Commons License photo credit: believekevin

Para utilizar o ScreenToaster, basta possuir uma conexão à internet e um navegador compatível (Firefox 2 ou 3, IE 7, Chrome ou Opera, por exemplo) com o Java Plugin instalado. O serviço é totalmente independente da plataforma que você utiliza. Tanto faz se você é usuário de Windows, Mac ou Linux: o ScreenToaster serve pra você sem problemas. :)

Como utilizar

Esta é a parte mais fácil. Crie uma conta no ScreenToaster, e você obterá seu ID/username e poderá escolher uma senha. Em seguida, faça login no serviço, aceite a instalação do Java Applet em seu navegador e utilize o botão “Start Recording“:

ScreenToaster - Início da gravação

É muito simples, a partir daqui. O mini aplicativo é carregado e o “prompt” de gravação é  então exibido:

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