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Wondershare PDF Converter Pro: PDFs digitalizados em arquivos editáveis num piscar de olhos

Você já recebeu algum PDF gerado a partir de uma digitalização? Se sim, sabe que, neste caso, trata-se de um arquivo PDF que contém apenas uma imagem. O texto contido no documento, aliás, não pode ser editado. Para resolver este problema, você pode utilizar o Wondershare PDF Converter Pro, um software que conta com tecnologia OCR e reconhece todo o texto constante no PDF digitalizado.

Até mesmo as imagens contidas no documento podem ser extraídas e reutilizadas, sendo que o aplicativo é extremamente simples de se utilizar, e conta com uma interface extremamente amigável. Além disso, o Wondershare PDF Converter Pro também permite a conversão de arquivos PDF em documentos do Word, planilhas do Excel, e mais alguns outros tipos de arquivos.

Dê uma lida nesta análise do aplicativo, e veja o quão bacana ele é.

(Review) Wondershare PDF Converter: converta arquivos PDF sem complicações

Arquivos no formato PDF (Portable Document Format) estão muito presentes em nosso dia a dia. Manuais, tabelas, textos descritivos, gráficos e os mais diversos tipos de conteúdo são hoje gerados/exportados para este formato tão prático criado pela Adobe na década de 90. Muitas vezes, entretanto, recebemos um arquivo PDF e precisamos convertê-lo para um outro formato. Seja para editá-lo, seja devido a diversas questões ligadas a compatibilidade, etc. Aí pode entrar em ação um software muito eficiente, rápido e extremamente fácil de se utilizar: o Wondershare PDF Converter.

O Wondershare PDF Converter foi desenvolvido pela Wondershare, empresa atuante em diversos países e que agora chega ao Brasil. A Wondershare possui um grande portfólio, e alguns dos softwares que ela desenvolve são voltados a operações multimídia. Já o Wondershare PDF Converter é um conversor de PDF, resumindo. Mas o que o torna diferente e único é o fato do mesmo ser poderoso, leve e extremamente fácil de se utilizar.

É claro que outros aplicativos também podem realizar estas conversões, mas os mesmos geralmente são muito caros e contam com recursos que o usuário que deseja apenas exportar um PDF, por exemplo, jamais utilizará. O conversor de PDF da Wondershare, além de permitir que o usuário economize um bom dinheiro, facilita sua vida, através de uma interface simples e direta, a qual possibilita que a utilização plena de todos os seus recursos seja obtida dentro de pouquíssimo tempo.

Usuários que jamais tiveram contato com o software precisarão de, no máximo, 5 minutos para aprenderem o básico e então converter qualquer PDF para qualquer um dos seis formatos de saída suportados pelo mesmo. O Wondershare PDF Converter converte arquivos .pdf para documentos do Word, do Excel e do Powerpoint. Ele também é capaz de convertê-los para os formatos EPUB, HTML e TXT (texto). Mas não pense você que o Wondershare PDF Converter realiza as operações de conversão de maneira descuidada, digamos.

Pelo contrário: o arquivo resultante será uma cópia fiel ao original. Toda a formatação será mantida, assim como imagens, links e demais elementos presentes no PDF original. A palavra correta aqui seria “preservação”. Nada será modificado. Tabelas permanecerão iguais, imagens permanecerão com seus tamanhos e posicionamentos originais, e gráficos não sofrerão modificação alguma. É como se o arquivo em questão tivesse sido criado originalmente no formato para o qual ele foi convertido.

O Wondershare PDF Converter consegue converter mais de 200 arquivos de forma sequencial, e bem rapidamente. Todo o processo é exibido em tela, e chega a ser espantosa a rapidez com a qual o processo é finalizado, independentemente do formato que você escolher. Realizei alguns testes muito interessantes com o software da Wondershare. Em um deles, converti o manual em PDF do iPhone 4, o qual possui 289 páginas, para o formato .docx (MS Word).

O procedimento levou pouco mais de um minuto e meio, e ao final, o documento do Word gerado estava perfeito. Índices, margens, imagens, formatação, numeração de páginas, rodapés, etc: estava tudo exatamente igual ao PDF original. É incrível como um software “sucinto”, vamos dizer assim, como o Wondershare PDF Converter, consegue atingir um grau de perfeição e de agilidade tão grande. Antes da conversão, você pode definir se deseja converter o arquivo de forma integral ou apenas determinadas páginas, sendo possível, aliás, determinar diversos intervalos. Dando aqui um exemplo, vamos dizer que você pode definir que deseja converter as páginas 7, 8 e 9, e também todas as páginas a partir da 20 até a 40, de um documento hipotético.

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Teste Workstation HP XW4600

Workstation HP XW4600 - FrenteEm maio passado fui convidado para ir ao evento de lançamento da nova linha de Workstations “Z” da HP. Porém, devido a problemas particulares, não pude comparecer, infelizmente. Na ocasião, os bloqueiros que participaram receberam cada um um dos Workstations em suas residências, para efeito de testes. Para minha felicidade, semana passada recebi uma ligação do Anderson, da Riot, me informando de que a HP desejava enviar os Workstations para testes também para os blogueiros que foram convidados mas não puderam comparecer ao evento, ou seja, o meu caso. :)

Bom, após os devidos contatos com a Riot e com o pessoal da HP (valeu Hugo), a máquina chegou em minha residência e pude fazer os testes que achei necessários, e confesso que fiquei muito bem impressionado. À primeira vista a máquina impressiona pelo seu design e pela sua robustez: sem brincadeira, deve pesar mais de 15 quilos, e é muito bem construída, material de excelente qualidade.

Possuindo um total de 9 portas USB (7 traseiras e 2 frontais), equipado com um processador Intel® Core™2 Quad Q9300 com tecnologia Intel® Core™ de 45 nm, Front Site Bus de 1333 MHz e 2 x 3 MB L2 cache, além de 3 GB de memória RAM DDR2 800 MHz ECC,  a máquina é parruda, em diversos aspectos, e pode atender às mais diversas necessidades. Aliás, no site da HP, ela pode ser encontrada na seção destinada à pequenas e médias empresas.

Além de tudo isto, vem equipada com uma placa de vídeo NVIDIA Quadro FX1700, com 512 MB de memória, que permite a utilização com folga de diversas aplicações gráficas (e até mesmo alguns jogos) pesadas, tornando o dia a dia de um hipotético designer gráfico muito mais tranquilo, caso esteja em posse de um equipamento de tal porte.

Workstation HP XW4600 - Placa de vídeo NVIDIA Quadro

A placa de vídeo da NVIDIA possui duas saídas DVI-I, e nenhuma VGA, mas isto não é problema devido ao adaptador “DVI-I to VGA” que acompanha o produto. A manutenção no XW4600 pode se dar de maneira muito descomplicada, devido à ausência de parafusos para a abertura do gabinete: tal se dá mediante uma espécie de “alavanca” que destrava a abertura lateral, permitindo fácil acesso a todos os componentes internos:

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Site5: a hospedagem certa para seu site

Hospedagem de sites é um assunto complicado. É muito difícil fazer uma escolha “certa”; encontrar uma empresa séria e que ofereça uma ampla gama de recursos aliada a estabilidade e a um suporte técnico eficiente e rápido é tarefa hercúlea.  Inovação, então, é palavra quase que desconhecida neste meio hoje saturado e repleto de “trambiqueiros”. Mas bons exemplos ainda existem, e a Site5 é um deles, e dos melhores. :)

Em quase um ano trabalhando com a empresa, posso dizer que estou satisfeitíssimo com os serviços prestados pela mesma. O suporte técnico, por exemplo, é sensacional. Geralmente, todos os tickets abertos recebem uma resposta em menos de 15 minutos. Quando esta primeira resposta não resolve o problema, este é resolvido ainda assim muito rapidamente, e o pessoal responde muito gentilmente à todas as questões. Além disso, percebe-se que os técnicos e administradores realmente sabem do que estão falando, e não são “marinheiros de primeira viagem” nem tampouco estão ali para brincadeira.

Recursos ilimitados

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Creative Commons License photo credit: adreson

A Site5 oferece planos com recursos ilimitados, ou seja, você pode adquirir um plano com espaço em disco e tráfego mensal teoricamente “ilimitados”, por exemplo. É claro que nem só a estes dois quesitos você deve ficar atento, e nem somente eles são observados no momento de quantificar e/ou determinar o impacto de determinado site/conta no desempenho do servidor como um todo.

Sendo assim, digamos que os planos oferecem tráfego ilimitado “com ressalvas”. Não que o tráfego seja limitado, mas caso o seu site seja um peso pesado e consuma recursos como memória e processamento em demasia, por exemplo, você poderá sofrer algum tipo de penalidade, ou ser convidado a assinar um dedicado.

Palavras bem semelhantes podem ser ditas a respeito do espaço em disco: é claro que jamais alguém conseguirá ocupar milhares de GB’s ou TB’s em uma conta de hospedagem. Aliás, pode-se dizer que a grande maioria dos clientes não chegará jamais a ocupar 1 GB de espaço. Trata-se de overselling? Podemos encarar desta maneira, mas e daí? :)

Monitoramento e controle

A Site5 possui uma política bem clara mediante a qual mantém um número razoável de sites por servidor. Isto ajuda na manutenção da estabilidade e da velocidade, além  da garantia do uptime. Somemos a isto o fato de todos os servidores serem constantemente monitorados contra abusos (fato que já pude comprovar), e temos em mãos um ótimo serviço, através do qual seu site permanecerá provavelmente a maior parte do tempo online. A empresa garante em contrato, por exemplo, que o seu site permanecerá no mínimo 99,9% do tempo online.

Um recurso inovador

Tudo isto não seria tão empolgante, pelo menos em minha opinião, se uma dose de inovação não estivesse presente no trabalho da empresa. A Site5 oferece um recurso inovador a seus clientes; um recurso único,  em minha opinião, que faz com que a experiência do usuário seja ainda mais positiva.

Trata-se do recurso chamado “Turbo“, ou “MultiAdmin”, através do qual cada conta funciona como se fosse uma conta de revenda, permitindo a criação de sub-contas totalmente independentes,  cada uma totalmente isolada e funcionando como se fosse realmente uma conta única e independente. Clique aqui e veja um vídeo bem interessante a respeito do MultiAdmin.

Diferentemente dos addon domains, onde os arquivos de cada domínio são localizados em uma sub-pasta dentro da public_html da conta principal, por exemplo, e só existe um painel de controle (para a conta principal, a partir do qual todos os sites são gerenciados), aqui é possível algo totalmente diferente e melhorado.

Multiadmin - Site5

Cada conta possui seu painel de controle totalmente independente. Cada uma possui acesso independente a seu próprio FTP, bem como à criação de contas de e-mail próprias, etc. Ou seja, um plano com o Turbo funciona mais ou menos como um plano de revenda, só que é mais barato e  possui um gerenciamento bem mais simples.

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The maw: um jogo pra lá de fantástico

Bom, amigos, esta é a primeira vez que escrevo a respeito de games aqui no Open2Tech, e espero que seja a primeira de muitas, como já havia comentado anteriormente.

Sempre fui fissurado por games, e já possuí diversos consoles, como por exemplo meu saudoso Atari (tenho até hoje), Master System, Mega Drive, SNES, Sega Saturn, Nintendo 64, Playstation 1 e, agora, meu recém adquirido e amado ( :) ) Xbox 360. :) Sendo assim, espero comentar bastante sobre o assunto por aqui, tanto a respeito dos consoles, hardware e relacionados, quanto a respeito dos games. Aliás, já criei duas novas categorias relacionadas no blog.

Caixa - The MawUm jogo que nem parece que é um “XBLA”

E meu escolhido para o primeiro artigo a respeito de games foi o The Maw.

O jogo é simplesmente fantástico, e foi lançado para compra somente através de download, pela Xbox Live Arcade. Vale, aliás, comentar um pouco a respeito deste serviço que, em minha opinião, vem se mostrando fantástico. O modelo de negócios é sensacional: elimina-se gastos com mídia, caixinhas, material impresso, etc, e agiliza-se a entrega do produto ao cliente, dentre outros fatores.

Além disso, estão disponíveis muitos “remakes“, para os saudosistas de plantão, e esta semana fiquei super animado quando vi a notícia do lançamento do R-Type Dimensions (quem nunca jogou R-Type nos antigos fliperamas?).

Os preços, também, não são exorbitantes, e em muitos casos são muito mais baratos do que alguns games mais simples que vemos por aí, para PC, por exemplo. Vale ressaltar que o maior valor cobrado por um game na Xbox Live Arcade (pelo menos por enquanto :( ) são 1200 Microsoft Points, o que equivale a mais ou menos US$ 15,00. Isto dá, mais ou menos, R$ 34,00. Ou seja, mais barato do que uma ida ao cinema, contando-se o obrigatório “conjunto” pipoca + refrigerante”. :)

Muito barato, realmente, e existem jogos com valores a partir de 400 MS points. The Maw, por exemplo, custa exatos 800 Microsoft points, ou seja, US$ 10,00, ou  mais ou menos R$ 23,00. Pela qualidade do jogo, está praticamente de graça, e com este valor, você pode esquecer a ida ao cinema. :)

Sobre o jogo

Em The Maw, você controla Frank, um pobre coitado de um alien que, prisioneiro em uma nave (sabe-se lá porque, pelo menos ainda não consegui descobrir, se é que existe uma resposta), acaba caindo em um planeta desconhecido devido a um acidente com a tal nave, e faz amizade com o Maw.

O Maw é simplesmente engraçadíssimo, belo, divertido, etc. Ele é uma espécie de criatura gelatinosa, desengonçada, mas muito amigável e bem humorada, que possui um único defeito: gosta de comer tudo o que vê pela frente, principalmente as criaturas bizarras que encontra no tal planeta desconhecido onde caiu junto com o Frank.

Maw e Frank

E o mais engraçado é que esta “falha”, se podemos dizer assim, acaba se transformando no grande trunfo do Frank, pois o Maw absorve todas as características e poderes das criaturas que come, e o trabalho em conjunto, entre Maw e Frank, é a tônica do game.

Mas não se preocupe: apesar do fato de Maw comer criaturas vivas, o jogo não é violento nem tampouco contém cenas sanguinolentas ou similares. Tudo é tratado com bom humor e muita, muita diversão.

Trabalho em equipe

Como já disse, trabalho em equipe é tudo em The Maw. Frank possui uma espécie de “coleira eletrônica”, ou “raio”, sei lá, que prende o Maw e faz com que a criatura o acompanhe. Se caso a “coleira eletrônica” não estiver em uso, e o Maw estiver distante, basta apertar o botão X do controle que o Frank dá um grito também muito engraçado e o Maw vem correndo pra perto dele. :)

Como o Maw absorve as características das criaturas que come, o jogo se torna muito divertido, e isto também é primordial para o sucesso no jogo. Por exemplo, existem algumas criaturas que se parecem com pequenos “dragões de fogo”. Comendo as mesmas, Maw vira ele próprio uma “bola de fogo”, e sai queimando tudo o que vê pela frente. O mesmo ocorre quando ele come as larvas de algumas estranhíssimas criaturas voadoras, parecidas com balões: ele próprio se torna uma criatura similar a elas e pode voar, arrastando então o Frank consigo. Muito legal, não?

The Maw

Algo muito engraçado, também, é que quanto mais o Maw come, mais ele cresce (eita, isso me lembrou de uma certa promessa no ano novo, ai ai…rsrs). Só que, mesmo assim, ele não perde uma de suas principais características: é covarde, medroso ao extremo. Em alguns momentos encontramos plantas estranhíssimas pelo caminho, que se parecem com plantas carnívoras, só que são elas próprias também medrosas. Pois bem, quando Maw se depara com as mesmas, ambos tremem e gritam de medo. Dou tanta risada jogando The Maw que acho que minha esposa deve estar achando que estou ficando louco. :)

Outro aspecto bem legal do jogo é o fato de nem o Frank nem o Maw morrerem. É claro que isto não elimina a dificuldade do mesmo, pois sem usar a “cuca”, em alguns momentos, e prestar bastante atenção no que acontece à sua volta, você simplesmente fica preso, e neste caso, é o mesmo que morrer. :)

Gráficos

Os gráficos são soberbos. Nem parece que é um jogo disponibilizado pela Live Arcade, rede que geralmente disponibiliza jogos mais simples. Os ambientes conseguem passar uma sensação de grandeza muito legal, não há nenhum “estouro de pixels” (palavra de um leigo aqui, ok?), os personagens são muito bem feitos e, no geral, a coisa toda impressiona.

O jogo é recheado de “cut scenes”, pequenas animações entre uma parte e outra do jogo, que são maravilhosas, e ajudam a ampliar a imersão do jogador. A trilha sonora é muito legal, com algumas pitadas de jazz, e foi composta pela mesma compositora da trilha de “God of War“, Winifred Phillips.

Inovações

Se você possui um Xbox 360, e está pensando em comprar algum XBLA ou possui 800 Microsoft Points disponíveis em sua conta, recomendo que compre o The Maw. O jogo é fantástico, e se você tiver filhos, então, garanto que eles vão adorar. Aliás, mal posso esperar pela próxima visita dos meus sobrinhos.

Uma das inovações introduzidas no The Maw são as “premiações” concedidas ao jogador conforme este avança no jogo. Dependendo da fase que você completa, você ganha “brindes”. São dois gamer pictures, disponibilizados para download no decorrer do jogo e, completando o mesmo, você ganha um tema para a dashboard de seu 360. Ouvi falar que o tema é muito bonito.

Talvez a Microsoft esteja pensando em uma nova forma de disponibilização de DLC’s, não sei. Talvez, uma nova forma de agregar valor aos produtos disponibilizados na Live, não liberando determinados itens mediante o pagamento em “cash”, e sim através do desempenho dos gamers. De uma forma ou de outra, ela e os desenvolvedores não deixam de ganhar, creio eu, e por outro lado, ganham mais ainda os gamers.

Aliás, entrei em contato com a Twisted Pixel, desenvolvedora do game, perguntando se poderia utilizar algumas imagens do game neste review,  e o Michael Wilford, CEO da Twisted Pixel, muito gentilmente me respondeu, autorizando.

E ele me deu uma notícia muito interessante: na próxima semana será disponibilizado um DLC, ou downloadable content, para o The Maw. :)

Não consegui obter maiores detalhes, nem se será gratuito ou pago, mas a notícia não deixa de dar água na boca.

Finalizando

Bom, volto a repetir: se você possui um Xbox 360, faça o download pelo menos do demo do jogo. Tenho quase certeza de que não vai resistir, e vai comprá-lo. A única falha que vi até agora no The Maw é o fato do game não possuir um modo multiplayer, mas tudo bem. O jogo é fora de série, principalmente depois de jogar um jogo pesado como o “Dark Sector“, este um game “full” para o Xbox 360, que estou jogando no momento e também recomendo.

Confira abaixo mais alguns screenshots e um vídeo do The Maw:

The Maw - Cena

Maw - Cena

Caso você encontre qualquer dificuldade em visualizar o vídeo abaixo, aí vai o link direto para o mesmo:

http://www.gametrailers.com/player/39673.html

Ah, quase me esqueci. Se quiserem converter Microsoft Points em dólares, basta utilizarem o Microsoft Points Converter. :)

Por enquanto é só, pessoal. Espero que gostem do “review”, e do jogo também. Espero postar mais a respeito de games, aqui no Open2Tech. Abraços a todos! :)

Informações adicionais

Site oficial do jogo:

http://www.mawgame.com

Site do desenvolvedor:

http://www.twistedpixelgames.com

Página do jogo na XBLA:

http://www.xbox.com/en-US/games/t/themawxboxlivearcade