O Woopra é um sistema de estatísticas para websites realmente de “encher os olhos” de qualquer um. Ele ainda se encontra em um beta fechado, e sofre atualizações constantes, com novos e fantásticos recursos sendo adicionados.
Você consegue visualizar a “mágica” do Woopra após a instalação de seu cliente, disponível em versões para Windows, Linux e Mac. Há cerca de uma semana atrás foi lançada uma nova versão deste cliente, que também possui diversos e interessantes novos recursos, os quais, como já era de se esperar, possibilitam uma experiência ainda mais rica pelo usuário.
Vamos conhecê-los, portanto:

Vale ressaltar que este ainda é um “Release Candidate” (1.1.2.2), ou seja, uma versão muito próxima da que será oficialmente disponibilizada (1.2). Entretanto, já o estou utilizando há cerca de 3 dias e até agora ele tem se comportado muito bem, muito mais rápido e, como se pode perceber, com alguns recursos adicionais muito interessantes. Vale a pena.
Informações adicionais
Link para registro:
http://www.woopra.com/members/signup.jsp
Link para download (versão Windows):
http://www.woopra.com/pre/woopra_windows.exe
Link para download (versão Mac):
http://www.woopra.com/pre/woopra_macos.dmg
Link para download (versão Linux):
Bom, pessoal, este post é só para avisar que atualizei o WordPress aqui no Open2Tech para a versão 2.6.
Desta vez fiz uma atualização manual, sem a utilização de nenhum plugin “atualizador”, como o “WordPress Automatic Upgrade”, por exemplo. A atualização foi executada tranqüilamente, e eu estava totalmente seguro devido ao sistema de backups diários que possuo configurado.
Atualizei todos os meus plugins antes de realizar o upgrade do WordPress, e todos foram reativados com sucesso e estão funcionando perfeitamente.
Vale ressaltar que meus plugins ativos, no momento, são:

Dúvidas a respeito da atualização?
Se você tiver alguma dúvida a respeito da atualização de seu WordPress, confira este tutorial no PluginMania. E se deseja saber um pouco mais a respeito das novas funcionalidades presentes nesta versão, não deixe de dar uma conferida no PluginMania, também.
O PluginMania é um blog que mantenho juntamente com o Evandro, do PostMania, e no qual tratamos a respeito de plugins, temas, modificações, traduções e diversos outros quesitos relacionados ao mundo do WordPress.
O blog foi inaugurado há pouco tempo, e já possui uma série de tutoriais, dicas e reviews relacionados ao nosso querido CMS. Lá você poderá encontrar material voltado tanto aos usuários iniciantes quanto aos “não tão iniciantes”. Você também pode deixar suas sugestões, as quais serão muito apreciadas.
Publicamos também no PluginMania uma série de tutoriais básicos a respeito da instalação do WordPress, de seus plugins e temas.
Você pode acessar o PluginMania através do link abaixo:
Para assinar o feed do PluginMania, utilize o link abaixo:
http://feeds.feedburner.com/Pluginmania
Finalizando
Acredito que tudo esteja funcionando perfeitamente após este upgrade aqui no Open2Tech. Eu, pelo menos, não consegui encontrar problema algum. Mas se você encontrar algum, eu ficaria muito grato se pudesse deixar um comentário a respeito.
O tal projeto de lei do senador Eduardo Azeredo foi aprovado no Senado, na última quarta-feira, de madrugada. Horário bem de acordo e já esperado, aliás, pois é o mais propício para falcatruas e para quem deseja fazer as coisas na “surdina”.
Na verdade, trata-se de uma proposta substitutiva ao Projeto de Lei 89/03, a qual segue agora para votação na Câmara dos Deputados. Estou com um pressentimento muito ruim em relação a isto tudo, principalmente pela maneira como a coisa toda está sendo tratada. Estão fazendo uma salada enorme, misturando conceitos e, literalmente, “trocando as bolas”, em alguns momentos.
Dentre os principais pontos da proposta, alguns chegam a beirar o ridículo, como por exemplo o artigo onde é definido o crime de “difusão” de código malicioso:
Art. 163-A (Código Penal). Inserir ou difundir código malicioso em dispositivo de comunicação, rede de computadores, ou sistema informatizado.
Que pérola! Este pequeno trecho já demonstra todo o brilhantismo da mente que o criou, e o quanto a sábia criatura detentora de tal intelecto privilegiado conhece de tecnologia, segurança da informação e assuntos correlatos. Profundo e direto ao ponto, não? Como ninguém pensou nisto antes? Uma lida no restante do texto causa risadas incontroláveis, o grande problema é que esta hilariedade toda pode se transformar em pesar, no futuro. E que dizer dos comentários do Senador Azeredo, então?
Resta-nos saber como serão identificados tais “difusores”. Ou melhor, resta-nos saber “se” e “como” serão identificados os criadores dos malwares em questão, estes sim os verdadeiros criminosos, e como estes serão punidos, uma vez que existem verdadeiras redes de desenvolvimento de “pragas virtuais” (mas que causam danos bem reais) na web, redes estas formadas por gente que conhece a fundo tecnologia, segurança da informação e todos os meandros da internet, e que com certeza não vai ser presa fácil de alguns provedores que, pobre coitados, mal darão conta de sua nova função como “detetives virtuais” e “armazenadores de logs”.
A resposta para todas estas questões é “não”. Não serão. Pelo menos os verdadeiros criminosos. O próprio comentário do Senador Azeredo em relação a este ponto é confuso e não convence.
Aliás, resta-nos saber “se” e “quais” categorias de código malicioso estão aí inclusas ou não, pois o artigo em si é muito vago, e fala apenas em “vírus”. O campo aqui é vasto, não é? Será que um keylogger, por exemplo, será bem visto “aos olhos” deste ilustre pessoal? Vale tudo e tudo é possível quando nossos políticos estão na parada, não?
A seção do referido projeto de lei que dispõe a respeito da difusão de vírus, aliás, é uma “obra-prima”, pois afirma que se algum dano for causado ao sistema em questão a pena aumenta de 1-3 anos + multa para 2-4 anos + multa. Ora, será que alguém ainda acredita que existem malwares “bonzinhos” como alguns vírus de antigamente, por exemplo, que nada mais faziam além de exibir mensagens engraçadas e/ou assustadoras ?
Mas isto não me surpreende muito. Pelo menos, não dentro deste contexto. E quando falam em aumentar a pena em um sexto caso o criminoso “utilize nome falso ou identificação de terceiros” a coisa fica totalmente hilária. Ora, alguém já ouviu falar em algum cracker que se identifique, por exemplo?
E o problema não é nem este, entretanto. O problema é que estão cobrindo o sol com a peneira, fazendo coisas apenas para “inglês ver”. E os prejudicados seremos nós, usuários de internet que agimos dentro da lei. Seremos todos penalizados e considerados criminosos já de antemão, pelo simples fato de utilizarmos uma ferramenta que pode servir de meio para pedófilos e outras pragas. Aliás, porque será que a pedofilia em si está tão “escondida” neste Projeto de Lei (será que devo escrever estas iniciais em maiúsculas ou minúsculas)?
Finalizando
Bom, acho que vou parar por aqui pois este assunto me irritou profundamente, principalmente depois que li esta notícia. Caramba, R$ 48.000,00 mensais para a exibição de um mísero banner? E este valor, bem como maiores detalhes a respeito do “contrato”, pode ser visualizado por qualquer pessoa.
Aliás, Já que criaram “uma modalidade a mais de estelionato” no tal Projeto de Lei acima mencionado, por que alguma “alma honesta” lá em Brasília não cria algumas outras modalidades e/ou variantes de diversos outros crimes já bem conhecidos praticados por lá? Talvez assim o “enquadramento” fosse mais fácil.
É claro, existem vários problemas aqui, e a criação destas modalidades e/ou variantes esbarraria em motivos óbvios. Já a respeito da tal “alma honesta”, quem conhecer alguma por lá me dá um toque, ok?
E aproveitando, se você ainda não assinou a petição online contra este absurdo, aproveite e assine agora.
Se você é contra, como eu, o tal Projeto de Lei que quer implantar um regime policial na internet brasileira”, fazer dos provedores “detetives” e simplesmente tornar válida a violação de privacidade na grande rede, assine agora a petição online contra o mesmo, através do link abaixo:
http://www.petitiononline.com/veto2008/petition.html
Esta petição online foi criada pelo Sérgio Amadeu, e até o presente momento conta com 10.255 assinaturas. A sociedade precisa se mobilizar, e a hora é agora.
Este absurdo avança a passos largos no Congresso, e os prejudicados, caso seja aprovado, seremos eu, você e todos aqueles que nada devem, infelizmente.
Se cada um fizer a sua parte, é possível que este Projeto de Lei seja relegado ao esquecimento. Se o máximo que pudermos fazer for assinar uma petição online, que seja. Se apenas pudermos divulgá-la, que seja também.
Espero que estes “cidadãos modelo” lá de Brasília pelo menos tomem conhecimento de atitudes como esta, e que repensem tudo aquilo que estão fazendo e que, infelizmente, poderá repercutir de forma extremamente negativa para a liberdade de expressão em nosso país.
Eu já assinei a petição online. E você, o que acha de assinar agora?
O Firefox entrou para o Livro dos Recordes. E é claro que eu não poderia deixar de comentar esta noticia por aqui, não é?
A marca alcançada foi de 8.002.530 downloads, e o Guinness confirmou o novo recorde, obtido em 17 de junho de 2008: “o software mais baixado” em 24 horas.

Muitas pessoas podem perguntar: “- E daí?”. Bom, o recorde em si não significa nada, é verdade. Sempre o enxerguei mais como uma brincadeira, e tanto faz se o Firefox entrou para o Livro dos Recordes ou não: sua qualidade continua a mesma. O que importa aqui é o resultado desta “brincadeira” toda.
Muitos fatos podem ser destacados deste acontecimento, mas a participação da comunidade de usuários, desenvolvedores e interessados foi, em minha opinião, um dos mais notáveis. A mobilização foi enorme, isto não se pode negar, mesmo que a ação individual requerida fosse um simples download em data e horário pré-estabelecidos. Entretanto, também não se pode negar que todo este “alvoroço” serviu como excelente forma de divulgação para a Mozilla, seu excelente trabalho e, principalmente, para o Firefox.
Imagine quantas pessoas passaram a adotar o Firefox como seu navegador padrão a partir deste evento promovido pela Mozilla. Quantas pessoas passarão a desfrutar de uma web muito melhor? E a segurança que, reforçada individualmente, nos computadores destes novos usuários, com certeza será expandida, pois a web é uma grande rede, lembra?
Por tudo isto, acho que valeu a pena. Se o danado do Firefox é o melhor navegador da atualidade, por que ele não pode também entrar para o Guinness Book?
Fonte: Mozilla Links