Há alguns dias atrás li um artigo bem interessante no Tecnoblog, onde o Thiago Mobilon comentou a respeito de um plugin da Last.fm para o WordPress. Tal artigo me fez perceber (ou lembrar) o quão importante é esse serviço em meu dia a dia, porque, sinceramente, preciso de música para viver.
Bom, hoje descobri através do Spread Firefox uma extensão para o Firefox que integra a Last.fm ao navegador da Mozilla, chamada “Fire.fm“. A extensão é muito interessante e útil, principalmente para os “fanáticos por música”, como eu, que muitas vezes alternam entre o Amarok, enquanto no Linux, e o Winamp, enquanto no Windows, pois o Media Player do Windows “ninguém merece”, não é?
Instalando a Fire.fm
A instalação da Fire.fm é muito simples, através de sua própria página no Mozilla Addons. Apenas é necessário efetuar login ou, caso você ainda não seja registrado no site, criar uma conta. Nada muito complicado, entretanto, e se trata de um procedimento necessário apenas porque o addon ainda está em fase experimental.

Utilizando a Fire.fm
Sua utilização na verdade é bem simples. A extensão “loga” você automaticamente na Last.fm, e caso você ainda não esteja “logado”, é muito simples efetuar este procedimento através do próprio addon. Tudo o que você “faz” através da extensão repercute em seu perfil na Last.fm. Então, vale lembrar que é feito “scrobbling” de todas as músicas que você ouve através da Fire.fm, por exemplo.
São exibidos botões para avanço e “stop” de faixas. Você pode controlar o volume do som, definir as faixas que mais gosta (love this track) e ainda “mandar para o limbo” (ban this track…rs
) as faixas das quais não gostar.
Como se não bastasse, a extensão ainda permite que você acesse as últimas seleções que ouviu e inicie uma nova seleção baseda em uma tag, no nome do artista ou no nome do usuário. Você pode também acessar, verificar e escutar o que seus vizinhos e amigos na Last.fm estão ouvindo, e também conferir e iniciar as estações com os artistas que você mais ouve/gosta:

Tudo isto é baseado em seu próprio perfil na Last.fm, e a extensão se mantém conectada ao mesmo. O melhor de tudo é que é exibida uma prática toolbar no Firefox, a qual permite acesso a todas estas funções e ainda exibe um visualizador do percentual já “tocado” e “restante” da faixa em execução. Além disso, são exibidos mais controles na barra de status, o que torna a extensão quase completa:

Bom, eu disse “quase” completa, acima, pois senti falta de uma função muito importante: aquele recurso que permite que sejam definidas tags para as faixas que desejarmos. E, também, a inserção de algo relacionado à criação, edição e acesso às playlists não seria nada mal, não?
Finalizando
Mas acredito que com o tempo isto será implementado, pois a Last.fm está crescendo bastante, e cada vez mais aplicativos do tipo surgirão, e os já existentes serão aprimorados. Vamos esperar pra ver.
E você, o que achou? Que tal ter a Last.fm em seu navegador, com “quase” toda a comodidade?
Informações adicionais
Link para instalação (e o necessário login e/ou registro):
https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/7684
Site oficial:
O OpenDNS é um excelente e gratuito serviço, que oferece a qualquer interessado a possibilidade de contar com servidores DNS muito melhores do que os disponibilizados pelos provedores de acesso à internet.
Sua rede é enorme, possui um cache fantástico, redundância elevada ao cubo, grande disponibilidade, e acelera bastante a navegação dos usuários. Já falei bastante a respeito do serviço aqui no Open2Tech, e você pode, caso tenha interesse, dar uma olhadinha nos artigos abaixo:
Alguns dos artigos acima foram escritos em determinados momentos, quando o OpenDNS atingiu determinadas “marcas”, e deixam bem claro o poder e o crescimento extremamente acelerado do serviço. É qualidade que atrai cada vez mais usuários e permite uma navegação muito melhor. São marcas gigantes, que são atingidas e superadas freqüentemente, mostrando que o OpenDNS realmente veio para ficar.
Uma nova marca
Acabo de ler no blog do OpenDNS que o serviço respondeu a 7.000.000.000 de requisições em apenas 24 horas. É isto mesmo: 7 bilhões de requisições em um período de 24 horas, entre terça e quarta-feira passadas.

O melhor de tudo é ler no referido blog que este “pico” não causou nenhum problema ao serviço, e eles conseguiram manter a rede estável e em perfeitas condições de utilização.
Parabéns à equipe do OpenDNS, e que esta marca seja superada logo logo.
Uma ótima alternativa
Eu não me canso de afirmar que o OpenDNS é uma excelente alternativa, e se você ainda não o utiliza, por que não dá uma olhada nos artigos que citei acima, verifica como o sistema funciona, e inicia sua utilização?
Ele pode ser utilizado tanto em conexões com IP dinâmico quanto em conexões com IP fixo (aqui é ainda mais fácil). No caso de conexões com IP dinâmico, ou seja, cujo IP é alterado a cada conexão, também é muito simples utilizar o OpenDNS.
Instale o OpenDNS Updater, caso seu IP seja dinâmico
O OpenDNS disponibiliza um aplicativo “cliente” (OpenDNS Updater), que atualiza seu IP (caso este seja dinâmico) junto ao serviço, a cada conexão, o qual pode ser obtido no link abaixo:
http://www.opendns.com/support/article/90
Basta instalar o software (disponível para Mac e Windows) e o mesmo ficará sempre ativo, em segundo plano, e informará o sistema do OpenDNS a cada mudança de IP em sua conexão. Prático, não?
Por que você não aproveita e dá uma conferida neste excelente serviço? Não há desculpa para não utilizá-lo, principalmente devido à facilidade proporcionada pelo OpenDNS Updater, conforme explicado acima.
Crie uma conta junto ao OpenDNS, comece a utilizar o sistema, volte a esta página e veja a mudança no botão acima.
Informações adicionais
Site oficial:
Link para criação de uma conta gratuita:
https://www.opendns.com/start?s2
Status do serviço:
P.S.: a “banana dançante” ali na imagem é só uma brincadeira, ok?
Acaba de ser lançada a versão 1.2 RC2 do cliente Woopra, com recursos que, senão inovadores e estupendos, pelo menos ajudam a tornar ainda melhor este que é um dos sistemas de análise e estatísticas para websites mais sensacionais dos últimos tempos.
As mudanças começam já na tela de login, onde agora são exibidos os últimos posts do blog oficial do serviço, e também links para novas assinaturas e lembretes de senha:

É também exibido agora, no canto superior direito, um banner rotativo da Layered Technologies, empresa que apoia e também fornece os servidores e a infra-estrutura para o Woopra. Nada mais justo, não é?
Em relação às mudanças nesta nova versão, vale ressaltar que elas são muito interessantes e modificam principalmente o que ocorre no momento do login. Mas não é nada complicado, fique tranqüilo.
Fazendo login após o upgrade
Após a digitação de seus dados de login, o programa permanece na mesma tela acima demonstrada e exibe uma relação e algumas abas com todos os sites que você monitora através do serviço, bastando então um clique sobre qualquer um deles para acessar sua respectiva “área de trabalho”. Ao lado de cada site, na lateral esquerda, também são exibidos o número de pageviews e o número de visitantes, bem como um pequeno gráfico. Achei este novo modo muito mais prático e funcional, pois representa uma certa economia de tempo e permite o acesso direto ao site que se deseja monitorar:

Como sempre, são mencionadas melhorias na performance e na estabilidade do software, bem como uma redução no consumo de memória pelo mesmo. Aliás, pude sentir claramente estas mudanças em apenas um dia de utilização.
Identificação
Algo muito interessante no Woopra é a identificação dos usuários, que ele faz mediante a digitação de dados de login e/ou até mesmo através do preenchimento de simples formulários de comentários, no caso de um blog. A partir daí, em todos os relatórios este usuário será identificado, de acordo com o nome com o qual escolheu participar/postar.
Funcionalidades
É impossível falar a respeito do Woopra sem citar sua enorme gama de recursos, mesmo que estas já tenham sido citadas. Quando se navega por sua interface, os recursos e as variantes destes são tão interessantes e vastas, que quase sempre se descobre uma nova utilidade, mesmo para um recurso já conhecido.
A OTAN adotou o formato aberto de arquivos ODF, e incluiu o mesmo em sua lista de normas obrigatórias, visando promover a interoperabilidade. Esta iniciativa não deixa de ser notável e louvável, e a menção ao fato de que o OOXML não está incluso em tal lista é ainda mais interessante, e mostra mais uma vez o quão desnecessário é este último.
Cada vez mais o ODF é visto com bons olhos por governos e todos os tipos de organizações ao redor do mundo. Cada vez mais a interoperabilidade é levada em conta, e as pessoas compreendem o quão nociva é a sua inobservância.
Interoperabilidade acima de tudo
Acredito que o caminho natural seja este mesmo, ainda que alguns digam o contrário. A necessidade vai acabar moldando a maneira de pensar de toda e qualquer pessoa envolvida em iniciativas que envolvam o tratamento de informações, e cada vez mais a interoperabilidade será colocada em primeiro plano. Não pode ser de outra forma, creio eu, pois em caso contrário o que obteremos com o decorrer do tempo é uma enorme balbúrdia, um mundo caótico onde ninguém se entenderá, onde cada pessoa e cada software “falará” um idioma “próprio” e intraduzível.
E não estou falando aqui somente a respeito do software, é claro. O software é (ou pode ser) independente da informação que gera e trata. Esta, sim, deve ser totalmente livre e capaz de “transitar” nos mais diversos aplicativos e meios, e ser plenamente utilizável onde quer que se faça necessária.
Se vamos utilizar software livre ou proprietário, esta é uma escolha que deve ser feita mediante uma análise cuidadosa das nossas reais necessidades e do impacto que a migração para um ou outro programa terá sobre nossa produtividade, sejamos “empresas” ou “usuários domésticos”. É claro que o software opensource na maioria das vezes se mostra a escolha mais sensata, viável e correta, sob diversos aspectos. De qualquer forma, o que importa é a escolha consciente, e a adoção de soluções que jamais impeçam a livre troca de informações.
Pensando no futuro
A OTAN parece ter entendido tudo isto. Aliás, o mesmo se pode dizer de outras organizações de peso, brasileiras ou não, bem como de diversos governos ao redor do mundo. O conhecimento parece estar sendo priorizado, e é com extrema tristeza que ainda somos obrigados a “engolir” certas aberrações propostas por nossos parlamentares, idéias cuja simples menção me enojam, pois caminham na contra-mão de tudo o que eu disse acima e transformam em crime o compartilhamento da informação.
Mas chega de digressões por hoje.
O que importa é que a OTAN se junta ao importante grupo dos que entendem e promovem a interoperabilidade, e por se tratar de uma organização que lida com interesses e grupos de pessoas os mais diversos, a opção pelo ODF é ainda mais importante, e assegura que todas as decisões e documentos gerados hoje e armazenados sob o formato sejam plenamente acessíveis no futuro, mantendo a transparência que uma entidade deste tipo precisa.

photo credit: Lawrie Cate
Aliás, transparência é o que parece estar faltando lá em Brasília, não?
Confesso que sou uma pessoa literalmente viciada em música.
E assim sendo, é claro que tenho uma conta junto à Last.fm, e utilizo o serviço quase que diariamente, seja via Winamp + Cliente Last.fm, seja diretamente no website do serviço. O acervo é tão legal e as funcionalidades são tão interessantes, que é realmente difícil ficar um dia sem pelo menos conferir minhas estatísticas de utilização.
Ocorre que fiquei uns 2 dias sem acessar a Last.fm e hoje tomei um susto: o serviço sofreu modificações drásticas. O site sofreu modificações em seu layout, e está agora muito mais amigável, bonito e leve. A redução no tempo de carregamento é muito sensível, aliás, e agora ficou bem mais fácil encontrar todos os recursos e opções:

Dentre as mudanças, vale dizer que o player de áudio foi totalmente redesenhado, e além de mais bonito possui agora uma área maior para visualização das faixas. Isto sem contar com o fato de que agora suas playlists ficam acessíveis já diretamente em um player, localizado sempre no canto direito de seu perfil:

Novos e interessantes detalhes
Existem inúmeros pequenos novos detalhes, que muitas vezes podem passar despercebidos, mas que no conjunto, fazem uma grande diferença. Imagens dos artistas nas “librarys“, visualização de tags em formato de lista ou núvem e uma remodelagem na página inicial do perfil são detalhes que fazem com que um certo “cansaço” seja eliminado e a utilização do serviço volte a empolgar como no início.

Crie diversas playlists
Agora, algo realmente “matador” nesta nova versão da Last.fm é a possibilidade de criarmos mais de uma playlist, algo impossível até há alguns dias atrás. Agora podemos manter diversas playlists e ouví-las quando bem quisermos.
Isto é muito interessante no sentido em que normalmente a Last.fm não fornece “música sob demanda”, ou seja, montamos nossos grupos de tags ou rádios, por exemplo, e ao ouví-los o sistema automaticamente exclui qualquer possibilidade de ouvirmos mais de uma música do mesmo artista.
As playlists eliminam este problema, fazendo com que seja possível ouvirmos um ou mais álbuns da mesma banda, por exemplo, mesmo que não seja possível escolhermos a seqüência das faixas. Isto era meio que limitado, entretanto, pois até há alguns dias atrás só podíamos ter uma playlist em uso.
Agora não.
Agora podem ser criadas quantas playlists quisermos, e estas podem ser também totalmente personalizadas. Um único artista ou álbum, vários artistas e/ou álbuns, coletâneas, etc: você decide.
O acesso às playlists também pode ser feito de diversas maneiras, e além da maneira citada acima, existe um pequeno bloco na página inicial dos perfis que exibe a quantidade de playlists criadas e links para acesso direto às mesmas.
Estatísticas
Segundo tudo indica, as estatísticas agora são atualizadas automaticamente e em tempo real, e não temos mais de aguardar uma semana até que os dados sejam alterados.
Dados relativos aos últimos 7 dias, 3 meses, 6 meses e 12 meses podem ser facilmente visualizados mesmo a partir da página inicial do perfil, através de práticas abas, bem como dados de todo o período de utilização.
Trata-se de recursos muito úteis para os fanáticos por estatísticas, sendo interessantes incrementos a um serviço por si só já fantástico.
Finalizando
Como pode-se facilmente perceber, o que já era bom ficou ainda melhor. A Last.fm realmente inovou, e eu, pelo menos, não “desgrudo” mais do serviço.
Informações adicionais
Site oficial:
Link para registro: