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Aniversário do Open2Tech

Saudações amigos! :)

Puxa, já faz um certo tempo que não escrevo por aqui, e peço desculpas a todos que acompanham o blog. Ocorre que nos últimos meses tenho passado por alguns problemas de ordem pessoal, o que tem me afastado de diversas atividades offline e online, incluindo este blog, infelizmente.

O blog não morreu, quero deixar bem claro, e tenho pelo mesmo um grande carinho. A verdade é que adoro escrever, principalmente sobre assuntos pelos quais sou apaixonado, como é o caso. Sendo assim, estou tentando reorganizar minha vida de forma tal que eu possa, muito em breve, voltar a escrever aqui com a mesma freqüência de antes.

De qualquer forma, hoje o Open2Tech completa 1 ano de existência, e apesar do silêncio um tanto quanto grande que aqui se faz presente (minha culpa, eu sei), posso dizer que estou muito feliz. ;)

Na verdade, gostaria de agradecer aos leitores que acompanharam o blog durante todo este período (espero que eu ainda tenha algum, após mais de um mês de silêncio). À todos aqueles que acompanharam, comentaram, apoiaram ou simplesmente leram, fica aqui o meu muito obrigado.

Um grande e forte abraço a todos. Estou fazendo de tudo para retomar a frequência de postagem normal, o quanto antes. :)

GScrot 0.60: captura de screenshots cada vez melhor

A versão 0.60 da GScrot, uma excelente ferramenta para captura de screenshots no Linux, foi lançada há alguns dias atrás e contém uma série de melhorias e novas funcionalidades que, sem sombra de dúvidas, a tornam uma das melhores opções dentre os aplicativos do gênero.

Foram adicionados novos menus, agora é possível capturar somente uma determinada “seção” da tela, simplesmente movendo/posicionando seu mouse no local desejado, e o item “configurações (settings)” agora é uma opção do menu “edit (editar)”. Esta última modificação, aliás, ajudou a tornar a interface do aplicativo muito mais limpa e simples de se utilizar.

Houve, além disso, um “redesign” da interface gráfica do programa, bem como da janela de execução de plugins. É possível também a navegação à partir de uma “sessão” para outra, de forma muito simplificada, através do novo menu “session”, que contém links para acesso ao primeiro e ao último screenshot capturado, bem como para avanço ou retrocesso entre as diversas capturas efetuadas. Vale lembrar que cada “sessão” é uma captura de tela independente, ok?

Uma das novas funcionalidades mais legais é a possibilidade de se trabalhar com “perfis (profiles)”. Ou seja, você pode trabalhar com diversos perfis diferentes, cada um com seus devidos ajustes e diferenças, como por exemplo abertura automática das capturas no Gimp ou não, geração ou não de thumbnails (miniaturas), tempo de atraso, e uma série de outras opções muito interessantes. Além disso, foram incluídos novos plugins no software, e dentre estes, existe um (pdf export) que exporta a imagem capturada para um arquivo no formato .PDF. Muito legal, não? :)

Finalizando

O GSCrot está se tornando uma ferramenta fantástica no quesito “captura de screenshots“, e segundo os desenvolvedores, já existem planos para que as próximas versões contemplem melhorias no editor de imagens embutido no aplicativo. Estão previstas funcionalidades tais como inserção de texto, molduras, redimensionamento das imagens, marcadores, realce de texto ou de trechos da imagem, etc. Acredito que dentro de pouco tempo teremos em nossas mãos uma ferramenta completa para a captura e edição de screenshots, e o que é melhor de tudo, totalmente opensource. :)

Aliás, acabo de me lembrar de que a nova versão não está totalmente traduzida para o português do Brasil, devido à inserção de novas seções, funcionalidades, menus, botões, etc. Vou entrar em contato com o pessoal para verificar como posso terminar a tradução o mais rápido possível, e posto logo em seguida a respeito, por aqui. :)

OBS: para dúvidas a respeito de instalação e atualização da GScrot, dê uma lida em meu primeiro artigo a respeito da ferramenta.

A Mozilla quer conhecer a sua opinião

Ontem escrevi um artigo no PluginMania, a respeito de uma pesquisa de opinião lançada pelo WordPress.org a respeito do WordPress. Bom, a Mozilla acaba de lançar algo similar, direcionado a diversos países, dentre eles o Brasil.

A pesquisa chama-se “Firefox in your country“, ou “Firefox em seu país”, e o objetivo da mesma é colher informações a respeito da utilização do Firefox, impressões e sugestões dos usuários, etc, tudo isto dividido por “regiões”.

Esta é uma pesquisa com poucas questões (20, no total), as quais em sua maioria são compostas de “checkboxes“, ou seja, basta marcar/escolher uma dentre as opções disponíveis. Nada muito complicado. Eu, inclusive, já preenchi a minha.

Vale ressaltar que tudo está em português, e o preenchimento leva bem pouco tempo. Então, por que você não aproveita e participa? :)

Basta utiliar o link abaixo:

http://surveys.mozilla.org/?id=10

Google Chrome portado para Linux e Mac

O pessoal da Codeweavers, empresa que tem por meta desenvolver “meios” para que aplicações Windows rodem no Linux e no Mac, “portou” o navegador opensource do Google, o Chrome, para estes dois últimos sistemas operacionais. Estão disponíveis pacotes .deb para sistemas Ubuntu e Debian de 32 e 64 bits, pacotes .rmp para distribuições Red Hat, Mandriva e Suse, e também o arquivo .sh para instalação em outras distribuições. Está também disponível, é claro, o arquivo .dmg para Mac. E, o que é melhor de tudo: tudo isto é disponibilizado gratuitamente.

Instalação

Os pacotes disponíveis para download possuem ao redor de 34 Mb para Linux e 50 Mb para Mac, e a instalação é muito mais simplificada, em ambos os sistemas, do que os procedimentos sugeridos nos diversos tutoriais que surgiram nos últimos dias, os quais envolvem procedimentos que, à primeira vista, podem assustar os usuários menos familiarizados com seus sistemas operacionais, edição de arquivos, acesso e execução de procedimentos no terminal, etc. Existe também um ótimo tutorial escrito pelo Bruno Alves, totalmente em português, com tudo explicado passo a passo. :)

No caso do Ubuntu Linux, por exemplo, basta um duplo clique sobre o pacote .deb baixado para dar início à instalação, a qual é concluída sem maiores percalços. Aliás, como é fácil instalar pacotes do tipo no Linux, não? Muito mais fácil do que os famosos “next ==> next ==> next ==> finish“. :)

Utilização

Aós a instalação, o aplicativo cria um sub-menu próprio dentro do menu “Aplicações”, e contém inclusive uma opção para desinstalação:

E aqui está o “Crossover Chromium” em operação:

(more…)

OpenDNS lança novo website visando melhor atender diferentes níveis de usuários

Sou usuário do OpenDNSbastante tempo, e confesso que jamais encontrei dificuldade alguma em relação ao seu painel administrativo e funcionalidades. Mas concordo com o pessoal da empresa quando mencionam que existem problemas e reclamações de usuários no tocante à maneira como o serviço era apresentado, de forma idêntica para todos os usuários, fossem eles de que nível técnico fossem. Era fornecido, digamos, um mesmo tratamento a todos os usuários, independentemente do nível técnico destes, fosse um administrador de sistemas experiente ou apenas um usuário doméstico que desejasse utilizar um sistema de DNS muito mais robusto, seguro e confiável do que aquele fornecido por seu provedor de acesso à internet.

Mudanças interessantes

Isto tudo mudou, a partir do lançamento do novo website do serviço.  Agora, existem distinções e, conseqüentemente, diferentes tipos de “guias”, que orientarão o usuário durante todo o processo de instalação, configuração e ajustes relativos ao serviço.

Como se pode ver pela imagem acima, foram feitas quatro divisões, visando atender a quatro grupos distintos de usuários:

  • Home network: wizard e informações básicas, visando atender o usuário doméstico.
  • K-12 School: wizard e informações um pouco mais avançadas, visando a configuração em escolas e instituições similares.
  • Small/medium business: wizard intermediário, visando atender ao usuário corporativo e/ou empresas de pequeno e médio porte.
  • Enterprise: configurações tendo como alvo o usuário avançado e/ou empresas de grande porte.

Configuração e inicio ainda mais rápidos e simplificados

O mais interessante de tudo isto é que, através da identificação e separação dos usuários em “níveis” diferentes, são proporcionadas informações de acordo com o nível de conhecimento que estes (pelo menos, é o que se espera) possuem.

Após a escolha de uma das quatro opções acima, são exibidos todos os procedimentos necessários à correta configuração do serviço, da maneira mais simplificada possível. Por exemplo, ao escolher-se a opção “Home Network”, são exibidas as principais características do serviço, o quão relevantes as mesmas são para a finalidade que se tem em mente, e o botão “Start using OpenDNS” dá início a um simples porém completo wizard, que contém tudo o que é preciso saber-se para a utilização do serviço neste “nível”:

Mais informações

Cada uma das quatro opções acima mencionadas fornece instruções de acordo com o nível de conhecimento do usuário em questão, como já mencionei. Portanto, escolha a opção que melhor se adequa às suas necessidades e/ou conhecimento, e siga o “passo-a-passo”. :)

A coisa toda está tão interessante e detalhada, que são fornecidas, por exemplo, no caso dos usuários domésticos, instruções diferentes conforme a marca e o modelo do roteador utilizado (por exemplo, D-Link, HUAWEI, Linksys, Motorola, etc.

E isto tudo é variável conforme os “níveis” já citados acima. Ou seja, as informações estão disponíveis em diferentes linguagens, formas de exposição e níveis de dificuldade maiores ou menores, conforme as escolhas feitas pelos próprios usuários à partir da página principal do OpenDNS.

Finalizando

O OpenDNS é uma alternativa fantástica, vale a pena pelo menos testá-lo, utilize você conexão à internet com IP fixo ou dinâmico. As recentes mudanças no website do serviço e o cuidado demonstrados mostram que o serviço possui enorme potencial, vai crescer ainda mais e, o melhor de tudo: continua sendo totalmente gratuito. :)