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A Mozilla quer conhecer a sua opinião

Ontem escrevi um artigo no PluginMania, a respeito de uma pesquisa de opinião lançada pelo WordPress.org a respeito do WordPress. Bom, a Mozilla acaba de lançar algo similar, direcionado a diversos países, dentre eles o Brasil.

A pesquisa chama-se “Firefox in your country“, ou “Firefox em seu país”, e o objetivo da mesma é colher informações a respeito da utilização do Firefox, impressões e sugestões dos usuários, etc, tudo isto dividido por “regiões”.

Esta é uma pesquisa com poucas questões (20, no total), as quais em sua maioria são compostas de “checkboxes“, ou seja, basta marcar/escolher uma dentre as opções disponíveis. Nada muito complicado. Eu, inclusive, já preenchi a minha.

Vale ressaltar que tudo está em português, e o preenchimento leva bem pouco tempo. Então, por que você não aproveita e participa? :)

Basta utiliar o link abaixo:

http://surveys.mozilla.org/?id=10

Google Chrome portado para Linux e Mac

O pessoal da Codeweavers, empresa que tem por meta desenvolver “meios” para que aplicações Windows rodem no Linux e no Mac, “portou” o navegador opensource do Google, o Chrome, para estes dois últimos sistemas operacionais. Estão disponíveis pacotes .deb para sistemas Ubuntu e Debian de 32 e 64 bits, pacotes .rmp para distribuições Red Hat, Mandriva e Suse, e também o arquivo .sh para instalação em outras distribuições. Está também disponível, é claro, o arquivo .dmg para Mac. E, o que é melhor de tudo: tudo isto é disponibilizado gratuitamente.

Instalação

Os pacotes disponíveis para download possuem ao redor de 34 Mb para Linux e 50 Mb para Mac, e a instalação é muito mais simplificada, em ambos os sistemas, do que os procedimentos sugeridos nos diversos tutoriais que surgiram nos últimos dias, os quais envolvem procedimentos que, à primeira vista, podem assustar os usuários menos familiarizados com seus sistemas operacionais, edição de arquivos, acesso e execução de procedimentos no terminal, etc. Existe também um ótimo tutorial escrito pelo Bruno Alves, totalmente em português, com tudo explicado passo a passo. :)

No caso do Ubuntu Linux, por exemplo, basta um duplo clique sobre o pacote .deb baixado para dar início à instalação, a qual é concluída sem maiores percalços. Aliás, como é fácil instalar pacotes do tipo no Linux, não? Muito mais fácil do que os famosos “next ==> next ==> next ==> finish“. :)

Utilização

Aós a instalação, o aplicativo cria um sub-menu próprio dentro do menu “Aplicações”, e contém inclusive uma opção para desinstalação:

E aqui está o “Crossover Chromium” em operação:

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O Chrome já provoca mudanças na concorrência

Eu não digo que a concorrência é sempre sadia? Que quanto maior a quantidade de produtos e empresas disputando um mesmo nicho de mercado, cada uma com diferentes metodologias de trabalho, diferentes desenvolvedores e diferentes modos de enxergar o mercado, mais é ampliado o leque de opções disponíveis ao usuário e mais produtos de excelente qualidade são criados e aprimorados? :)

Comentei algo a este respeito há alguns dias atrás, em um artigo a respeito do Chrome, do Google, e ontem a Mozilla  já deu mostras de que está preocupada, “antenada” e tem planos para aprimorar o Firefox, incluindo no mesmo um recurso existente no Chrome e no Internet Explorer 8 beta 2: a possibilidade de navegação anônima, ou seja, “navegação sem rastros”.

Navegação anônima

Pois bem, este recurso, até hoje possível no Firefox somente mediante a utilização de extensões tais como a “Stealther“, por exemplo, ou então através da intervenção manual do usuário, apagando cookies, histórico de navegação, cache, etc, etc, após cada sessão, está agora incluso na “Feature list” do Firefox 3.1, e possivelmente estará presente nos próximos releases a serem lançados e/ou na versão 3.1 final.

A concorrência é saudável

Quando escrevi o artigo que mencionei acima, a respeito do Chrome, das inovações que o mesmo trouxe e das mudanças que ele poderia provocar no “mercado” de navegadores, confesso que estava mesmo esperando por algo do tipo. Só não esperava que a resposta seria tão rápida. Pode-se dizer que o Chrome serviu (e serve), não só aos propósitos do Google, mas também para provocar mudanças importantes no modelo de desenvolvimento de todos os atuais navegadores, ou pelo menos dos mais utilizados/conhecidos.

A Mozilla já se manifestou a respeito, e não deixa de ser notável o fato de, no artigo “Private mode back in Firefox 3.1 plans“, no Mozilla Links, mencionarem que “já sentiram a pressão da concorrência“. Seria ótimo que não só o “mercado” de browsers se visse constantemente tomado e movimentado por tais “pressões”, mas sim o mundo da tecnologia como um todo, não?

Ganhariam não só os usuários, mas também os desenvolvedores/software houses, pois uma coisa puxa a outra, e um novo e melhor produto sempre acaba fazendo com que os demais se adequem ou aperfeiçoem suas soluções, de forma tal que estas ou se igualem ou suplantem os produtos recém desenvolvidos. E este é um ciclo sem fim, o que torna a concorrência, pelo menos no quesito “tecnologia”, algo saudável e até mesmo imprescindível, que resulta sempre em inovação, eliminação da estagnação e evolução constante.

Finalizando

Acho que tudo isto nos levará a um mesmo lugar, independentemente do navegador que cada um de nós utiliza. Teremos em nossas mãos produtos cada vez mais seguros, customizáveis, rápidos, leves e, por que não, mais bonitos. Cada vez mais gosto do Chrome, apesar de até o momento tê-lo utilizado apenas para testes. E você? :)

Deixe seu Firefox com a “cara” do Chrome

Para quem ainda não conferiu o visual do novo navegador do Google, seja por que utiliza Linux, por exemplo, e não teve a paciência  e/ou tempo necessários para executar todas as “gambiarras” necessárias à instalação do browser no sistema operacional do pinguim, seja por pura preguiça mesmo (se você, por exemplo, utiliza Windows :) ), existem algumas alternativas que podem dar uma “cromada” no seu Firefox. São paliativos, é claro, pois trazem apenas algumas das características visuais do Chrome, e nada de suas funcionalidades.

Mas, de qualquer forma, não se engane: se você utiliza Linux e deseja ter o Chrome instalado e funcionando em seu sistema, ou instala o Wine e segue este tutorial para a instalação do navegador, ou então aguarda o lançamento da prometida versão para Linux (vão lançar também para Mac, é claro).

Dois novos addons que deixam seu Firefox com a “cara” do Chrome

Entretanto, foram lançados dois novos addons para o Firefox que deixam o navegador muito parecido com o Chrome. Trazem  consigo muito daquela leveza e simplicidade do novo navegador do Google, e as abas, inclusive, ficam muito semelhantes ao original. Consequentemente, o visual do navegador fica bem mais “clean”. Eu, pelo menos, gostei.

São estes addons o “Chromifox” e o “Chrome Package“, este último, na verdade, um pacote ainda mais completo, que inclusive modifica a posição das abas, “elevando-as” acima da barra de menus do Firefox. O grande problema do “Chrome Package”, entretanto, é o fato do mesmo rodar somente no Windows.  Sinceramente, não entendi esta parte, mas tudo bem. :)

Sendo assim, minha recomendação pessoal (até mesmo porque prefiro a barra de menus do jeito que está) vai para o Chromifox. Abaixo você pode conferir o visual do meu Firefox após a instalação do addon:

Para instalar, é necessário efetuar login no Mozilla Addons, devido aos dois addons em questão serem “experimentais”. Caso ainda não tenha se registrado no site, não se preocupe, pois o registro é rápido e fácil, e agiliza seu acesso futuro às extensões experimentais.

O resultado até que fica interessante, principalmente as abas, não? :)

Fonte: Mozilla Links

Chrome: só mais um navegador ou o início de uma revolução?

Desde o lançamento do navegador do Google, o Chrome, fiquei me perguntando que motivos teria a gigante de Mountain View para inserir no “mercado” mais um navegador, mais um produto em um nicho meio que já saturado, repleto de excelentes alternativas, cada uma com sua devida legião de fãs.

Acima de tudo, além de tentar entender as reais motivações da empresa, fiquei me perguntando se o navegador seria “um fim em si mesmo” ou se ele seria “apenas um meio”, parte de uma estratégia do Google para a captação de feedbacks, testar novas tecnologias e metolologias e, principalmente, analisar o quão dependentes são os usuários de determinados aplicativos e de toda a rotina envolvida na utilização destes, visando, é claro, o aprimoramento de produtos já existentes ou o desenvolvimento de novos e melhores.

Novos horizontes

É público e notório o fato de que um dos “alvos”, digamos assim, do Chrome, é a enorme base de usuários do Internet Explorer, da Microsoft. Entendamos o desenvolvimento e o lançamento do Chrome como um simples recado à  Microsoft dizendo “- Eu posso fazer mais, melhor e mais rápido” ou como um recado à mesma empresa a respeito do fato de que, possivelmente, em um futuro não tão distante, a importância dos sistemas operacionais como os conhecemos hoje, totalmente “baseados no desktop e dele dependentes”, diminuirá, o fato é que o Chrome é, acima de tudo, uma demonstração clara e sucinta do poder que representam a web e os felizardos que melhor a entenderem, dominarem e, sobretudo, para ela voltarem seus esforços de maneira correta.

O Google “está na web” como nenhuma outra empresa. Oferece uma enorme variedade de produtos e soluções que, na maioria das vezes, chegam gratuitamente ao usuário final. Possui um programa de publicidade que está presente em 99 de cada 100 websites que veiculam propaganda. Possui, sem sombra de dúvida, know-how e força suficientes, portanto, para quebrar paradigmas e revolucionar senão tudo, pelo menos muitas coisas em sua área de atuação.

E do que estamos aqui falando?

Estou aqui falando a respeito de velhos padrões, e de como a substituição destes por um novo, “fresco” e mais flexível modelo de se ver e fazer as coisas pode ser poderoso e representar, portanto, uma verdadeira revolução. Ninguém tem dúvidas de que o Chrome começa a introduzir para o usuário elementos até há algum tempo atrás ausentes de outros aplicativos do mesmo gênero.

Total isolamento de processos? Tratamento individualizado de abas? Gerenciador de processos “embutido”? Sandbox? Abas que se transformam em novas janelas? Segurança aprimorada? Rodar aplicativos de maneira online? Estou enganado ou tudo isto se aproxima bastante de um “sistema operacional“?

O Chrome pode representar o início de uma revolução?

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