
photo credit: Mister Scratch
Uma das extensões mais legais para o Firefox é a ColorZilla. Legal por ser ao mesmo tempo de simples utilização e por fornecer uma gama de opções bem interessantes ao utilizador.
Sobre a ColorZilla
A ColorZilla permite que você capture rapidamente o RGB e o código HTML da cor de qualquer item presente no website em que você se encontra. Exibe também um prático seletor de cores e criador de esquemas, que trabalha com os sistemas HSV (hue = tonalidade, saturation = saturação e value = valor), RGB (red = vermelho, green = verde e blue = azul) e hexadecimal (HTML).

Você pode salvar e compartilhar suas paletas e/ou as cores que “capturou” através da extensão, e a nova versão 2 possui inclusive um analisador de cores para os elementos DOM (document object model) do website em questão, permitindo que, a partir daí, você inclusive crie uma paleta de cores de acordo:

Mais opções
Uma simples opção, acessível através do botão de acesso à extensão, inclusive, permite que você copie para a área de transferência qualquer cor recém capturada, para posterior utilização (CTRL+V):

Algo que muitos usuários do Linux podem em alguns momentos sentir falta, principalmente se já utilizaram Windows ou Mac anteriormente, é daquele programinha muito simples, desenvolvido pelo próprio Google e chamado “Gmail Notifier“, o qual, basicamente, avisa o usuário quando novos e-mails chegam à sua conta no Gmail. No entanto, alternativas existem, basta procurarmos um pouco.
Existe um pequeno aplicativo chamado também “Gmail Notifier“, desenvolvido em Python e que possui a mesma função no Linux. Vamos abaixo verificar como se dá sua instalação no Ubuntu de forma muito simples e sem sequer “tocarmos” no console.
Obtendo o pacote e instalando
Efetue o download do pacote do Gmail Notifier. Após o término do download, clique no arquivo “gmail-notify-1.6.1.1.tar.gz” com o botão direito de seu mouse e utilize a opção “Extrair aqui”:

Após a extração, supondo-se que você tenha extraído o pacote em seu “ambiente de trabalho”, você terá em mãos, no mesmo local, uma pasta chamada “gmail-notify“. Copie-a, por exemplo, para dentro do diretório “/home/seu_usuario/”, e em seguida execute o arquivo “notifier.py“, localizado dentro da mesma.
Uma das melhores extensões para captura de screenshots de páginas web é a Fireshot, a qual, além de capturar as “fotos de tela” própriamente ditas, ainda fornece ferramentas de edição que permitem que você edite os screenshots obtidos, podendo incluir anotações, setas, quadros, realçar determinadas partes da imagem, etc. Enfim, é um aplicativo completo, que com certeza, agrada a quem precisa de uma alternativa rápida e prática para a captura de screenshots de websites e posteriormente editá-los, seja por qual motivo for. O único problema da Fireshot é que a mesma não está disponível para o Linux.
Andei fazendo algumas pesquisas a respeito e encontrei alternativas bem interessantes que funcionam também no Linux. Estas, entretanto, não oferecem as ferramentas de edição e o mesmo “poder” que a Fireshot oferece. Mas não é nada muito complicado através do Gimp, por exemplo, e com um pouco de boa vontade e paciência, conseguir-se editar seus screenshots de maneira a produzir resultados quase profissionais. Aliás, o Gimp também é excelente para a captura de screenshots, com temporizador e tudo.
Uma alternativa para o Firefox no Linux
Dentre todas as extensões para o Firefox que encontrei e que rodam também no Linux, a mais interessante e fácil de se utilizar é a Screengrab!, uma solução sucinta e prática ao extremo. Após sua instalação, é acrescentado um pequeno ícone no canto inferior direito da barra de status do navegador:
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Ao clicar no referido ícone, é possível obter-se acesso a algumas opções:

Save

Copy
As opções inclusas no menu “copy” permitem a cópia diretamente para a área de transferência, de forma tal que você possa “colá-las” onde bem desejar. Suas opções são totalmente semelhantes às da opção “save”, apenas diferindo no tratamento dado aos “screenshots” obtidos.
Finalizando
Se você utiliza Linux e deseja uma solução simples para capturar screenshots de páginas web facilmente, em seu Firefox, a Screengrab! é uma ótima solução. Não deixe de conferir.
Informações adicionais
Link para download:

https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/1146
Site do desenvolvedor:

Muitas vezes, a maior dificuldade experimentada por quem deseja abandonar o Windows e partir para a utilização do Linux, ou simplesmente iniciar a utilização do Linux em seu dia a dia “em paralelo”, é a ausência de determinados aplicativos para este último sistema operacional. É claro que sempre existem alternativas livres, porém, pode ocorrer do usuário não se acostumar às mesmas ou até mesmo ocorrer de determinadas tarefas só poderem ser executadas naquele “determinado aplicativo”, o qual, infelizmente, está disponivel somente para Windows. Neste caso, este hipotético usuário pode até mesmo, devido à sua frustração, abandonar seus planos de migração ou de utilização em paralelo de alguma distribuição Linux.
Uma solução interessante
Existe, entretanto, uma solução interessante para estes casos. Trata-se do Wine, um pequeno aplicativo opensource que, simplificando, permite a execução de aplicativos para Windows dentro do Linux. O Wine, segundo os próprios desenvolvedores, “é uma camada de compatibilidade para a execução de programas para Windows“, dentro do Linux.
Ele não cria uma máquina virtual, como o também excelente VirtualBox, por exemplo, onde é necessária a instalação do sistema operacional desejado (no caso em questão, o Windows), através de seu respectivo CD de instalação, para que seja então criada a respectiva “máquina virtual”. A utilização do Wine é muito mais simples, e sua instalação totalmente descomplicada.
É claro que existem casos onde determinado aplicativo poderá simplesmente não funcionar (ou não funcionar de acordo) com o Wine, e nestes casos, talvez seja realmente necessária a instalação de uma ferramenta de virtualização como por exemplo o já citado VirtualBox, que também é opensource. De qualquer maneira, não custa nada tentar o Wine de antemão, o qual além de ser super simples de se utilizar e instalar não requer nenhum CD de instalação do Windows, e funciona muito bem na maioria dos casos.
Instalando o Wine
O Wine pode ser instalado nas mais diversas distros, como por exemplo Slackware, Mandriva, Debian, etc. Abaixo segue um pequeno tutorial onde explico como você pode instalar o Wine no Ubuntu, bem como utilizá-lo. Mas você pode encontrar maiores detalhes a respeito da instalação em outras distribuições na própria página de download do Wine.
No Ubuntu, abra o console, através do caminho “Aplicações ==> Acessórios ==> Console”. Digite, em seguida, o seguinte comando:
wget -q http://wine.budgetdedicated.com/apt/387EE263.gpg -O- | sudo apt-key add -
Logo após, digite o seguinte comando:
sudo wget http://wine.budgetdedicated.com/apt/sources.list.d/hardy.list -O /etc/apt/sources.list.d/winehq.list
Digite em seguida o seguinte comando:
sudo apt-get update
E finalmente clique neste link para instalar o pacote, seguindo as instruções em tela.
OBS: Todas estas instruções constam no próprio site do desenvolvedor, caso você tenha alguma dúvida.
Hoje em dia é meio que impossível concordar com alguém que diz que é impossível utilizar Linux, ou que o Linux assusta por ser “difícil ao extremo” ou por ser voltado somente para técnicos. Até mesmo quando ouvimos alguém dizer que o Linux deixa a desejar quando o usuário precisa utilizar determinados aplicativos disponíveis somente para Windows é possível encontrarmos alternativas bem viáveis.
O Linux evoluiu
Distribuições como o Ubuntu e o Mandriva estão aí para provar que o Linux não é mais aquele “bicho de sete cabeças” de até há alguns anos atrás. Hoje, qualquer usuário que utilize pelo menos uma destas ditas “distros amigáveis” consegue espetar seu pendrive numa boa e transferir arquivos sem complicações.
Qualquer pessoa consegue plugar sua câmera digital no computador e descarregar aquelas fotos das últimas férias, sem problema algum. É possível também utilizar um dos melhores players disponíveis atualmente, o Amarok.
A detecção de impressoras também ficou extremamente facilitada, e o Ubuntu, por exemplo, automaticamente detecta a maioria das impressoras USB conectadas ao computador, e a impressão pode ocorrer já dentro de alguns minutos.
Vídeo, música, fotos, imagens, diversão, web: tudo isto pode ser utilizado no Linux, e quando se fala em distribuições, ou “sabores”, como por exemplo o Mandriva, o Ubuntu (meu preferido
) e até mesmo o OpenSuse, a coisa toda fica ainda mais simplificada, e o “plug-and-play” é levado às últimas conseqüências.
É claro que sempre existem entraves, alguns de maior nível outros de menores níveis. A compatibilidade, por exemplo. Sabidamente, uma grande quantidade de aplicativos está disponível somente em versões Windows e não roda de forma alguma no Ubuntu, mesmo através da utilização do Wine. Dependendo do aplicativo, é claro que não há muito o que se fazer.
Mas como sempre, “o teste é a alma do negócio”, e você pode utilizar o excelente Wine, um aplicativo opensource que, instalado no Linux, permite a execução de diversos programas desenvolvidos especificamente para Windows.
Simplificando um pouco a coisa, nem é necessário que você possua o Windows instalado na máquina, em “dual boot”. O próprio Wine contém todos os arquivos necessários, permitindo assim que uma série de aplicativos para Windows rode no Linux. Fantástico não?
Uma experiência pessoal
Venho utilizando o Ubuntu somente em meu computador pessoal, e hoje iniciei um teste também em meu computador na empresa, onde possuía somente o Windows XP. Após o devido particionamento do HD de minha máquina, iniciei a instalação do Ubuntu 8.04 LTS em tal máquina.
No início, ocorreram alguns problemas devido ao HD da máquina em questão possuir alguns problemas. Alguns erros “críticos” no hard drive não estavam permitindo que o GParted, o editor de partições do projeto Gnome incluso no Live Cd do Ubuntu, redimensionasse as partições que eu desejava redimensionar e criasse outras.
Após uma verificação completa através do utilitário incluso no próprio Windows para a verificação de erros em disco, e de uma desfragmentação também completa através do excelente e gratuito utilitátio “Auslogics Disk Defrag“, todos os erros foram corrigidos e pude então partir para o particionamento do HD.
Utilizei uma excelente ferramenta chamada “Gparted“, também do projeto Gnome, a qual, apesar de iniciar em modo texto, logo exibe um belo e simples ambiente gráfico, facilitando bastante a utilização por parte do usuário.
Através do Gparted, o particionamento transcorreu sem problemas, e pude redimensionar minha única partição nesta máquina até então, a qual utiliza o sistema de arquivos NTFS, a fim de liberar espaço para as novas e necessárias partições para a instalação do Ubuntu.