Bom, em primeiro lugar peço desculpas por este post, o qual não tem muito a ver com o “escopo” do Open2Tech. Mas após ver alguns artigos de minha autoria, criados por mim, sendo copiados sem minha autorização, na maioria das vezes sequer com a citação da fonte, me senti muito irritado e ofendido.
O engraçado é que em todas as ocasiões os blogs “plagiadores” estavam hospedados no Blogspot, e com muito esforço e diversos comentários postados (a maioria não respondidos pelos “autores”) nos tais blogs, consegui que meus artigos fossem retirados.
Mas com um determinado indivíduo, que copiou este meu artigo aqui, não consegui nada. E o engraçado é que o cidadão cita meu blog como “fonte“, pode uma coisa dessas? Vejam abaixo:
Até parece que ele utilizou meu artigo como base, apenas, (algo normal e legal), e então teceu seus comentários em cima do que escrevi, ou então escreveu um artigo totalmente diferente do meu.
Mas eu não servi de fonte: ele simplesmente copiou meu artigo e colou em seu blog. E só descobri a falcatrua quase um mês depois de praticada, devido ao novo widget presente na dashboard do novo Wordpress 2.5, que mostra todos os blogs que estão me “linkando”. Muito legal, não? Só não sei porque demorou tanto tempo pra aparecer no novo widget.
E o pior de tudo é descobrir que o “cidadão” ainda por cima está “roubando” tráfego do meu blog, pois nem o trabalho de efetuar uma simples alteração na cópia ele teve, e a imagem exibida lá é a que está hospedada aqui, em meu blog, em minha conta de hospedagem, paga com meu dinheiro. Quer dizer, além de copiar meu conteúdo ainda gasta minha banda? Brincadeira, né?
Bom, ativei a proteção de HotLink, no Cpanel, e autorizei somente os domínios que estão autorizados a exibirem meus artigos. Fico imaginando que, na pior das hipóteses, o indivíduo poderia ter entrado em contato comigo, não? Citações, utilização de um artigo como “fonte”, etc, são normais e saudáveis, mas o que ele fez foi algo, em minha opinião, totalmente errado.
Bom, a partir de agora, a imagem abaixo será exibida sempre que fatos deste tipo ocorrerem, nos sites/blogs dos “plagiadores”:
Eu não consigo entender o que leva esse tipo de gente a cometer plágio. E, aliás, se tivermos um pouco de paciência e navegarmos um pouco pelo blog do cidadão acima mencionado, poderemos ver que não sou a única vítima deste senhor, o que aliás não me espanta. Não vou comentar nada a este respeito, pois o que me importa é o meu conteúdo, neste momento.
Outro dia estava lendo este interessante artigo no blog “fique-rico.com“, a respeito do stress, da exaustão e de todos os problemas que um blogueiro enfrenta em sua rotina diária ao tentar manter uma continuidade, uma freqüência na escrita e, ao terminar de ler o referido artigo pensei comigo que o plágio é também uma das grandes preocupações que passam pela cabeça do autor de um blog. Pelo menos comigo é assim, e em pouco menos de 6 meses de existência do Open2Tech, infelizmente já passei por situações bem estressantes neste sentido.
Não que devemos nos sentir acanhados e/ou “largar mão” daquilo que estamos fazendo com amor, com muito esforço, suor e dedicação, mas quando descobrimos que aquilo que produzimos está sendo utilizado por outros sem nosso conhecimento e/ou autorização, que estamos sendo “roubados”, é inevitável que tentemos imaginar as implicações disto tudo, e também quais as motivações de alguém que pratica atitudes tão infelizes.
O blogueiro sério dedica grande parte de seu tempo a escrever, e este é um trabalho sério, que requer dedicação, pesquisa, esforço, perseverança, etc. Aí, quando nos deparamos com criaturas como a acima citada, que acham mais fácil “roubar” do que “criar”, é inevitável nos sentirmos aviltados, irritados, e tentarmos pelo menos conscientizar a pessoa de que aquilo não é correto.
Eu ainda estou no início da “caminhada”, tenho muito a aprender. Muito mesmo. Mas algo que você, hipotético leitor que porventura esteja lendo este post, pode ter certeza, é que jamais vai ver por aqui conteúdo plagiado.
Se utilizo uma fonte, esta serve apenas como base, como faço diversas vezes com posts da Mozilla Foundation, por exemplo, bem como com outras diversas outras fontes. Assino inúmeros feeds, e muitas vezes tomo conhecimento de uma determinada notícia através destes, e o que faço então é escrever um artigo sobre o que li, com minhas impressões, minha opinião, etc. Mas algo totalmente diferenciado. É a minha opinião, são minhas as palavras ali contidas, é meu o conteúdo. É normal, é claro, “citarmos” trechos de outros autores, traduzirmos algo, etc. Mas CTRL+C e CTRL+V puramente, não. É revoltante e lamentável quando percebemos que nossa produção é duplicada, com finalidades as mais diversas e muitas vezes “em massa”, como se nada mais fosse do que um amontoado de palavras.
Aliás, não deixa de ser ridícula a posição do blogspot em relação a este tipo de ocorrência. Quando se preenche este formulário aqui, denunciando o plágio, resumindo, o que acontece é que se recebe “em troca” um e-mail automático solicitando que a denúncia seja feita através de “fax” ou “carta” (puxa, em que “era” estamos?).
Além disto, o documento deve ser “assinado” e enviado por fax ou por carta, conforme dados abaixo:
Google, Inc.
Attn: Blogger Legal Support, DMCA complaints
1600 Amphitheatre Pkwy
Mountain View, CA 94043OR Fax to:
(650) 618-2680, Attn: Blogger Legal Support, DMCA complaints
Caramba, isso me lembra o Brasil e toda a bur(r)ocracia que ocorre em nossos órgãos públicos, por exemplo. Bom, não vou nem comentar mais nada sobre isso, também, e após este stress todo a vontade que dá é tomar “umas e outras”… hehehe
Bom, é isso amigos. Um grande abraço a todos. Postei isto apenas como um desabafo, e apenas porque nenhuma outra atitude surtiu efeito com o cidadão acima mencionado.
Compare preços de: cerveja, aguardente, tequila, vinho, vodka, adega de vinhos, outras bebidas alcoólicas
O Wordpress provocou em mim, em pouco tempo de utilização, a mesma “mania” que o Xoops provocou, quando iniciei o uso do CMS há alguns anos atrás. Confesso, “sem vergonha” alguma, que me tornei um “maníaco por plugins”. Portanto, podem esperar, pois vou postar diversos tutoriais, reviews e impressões a respeito dos diversos plugins que já instalei aqui no Open2Tech, ou que ainda vou instalar.
Ao se visitar o diretório de plugins no Wordpress.org vê-se que a quantidade de plugins disponíveis para o mesmo é enorme. Neste exato momento, o marcador mostra 1.939 plugins disponíveis, e o contador de downloads está em 4.082.686 downloads! Um número bem expressivo, não?
São tantas as funcionalidades e facilidades proporcionadas pela instalação de plugins, que realmente é impossível instalar um só.
É claro, lembre-se de efetuar um backup completo de seu blog (base de dados e arquivos) antes de instalar qualquer plugin pois, como se sabe, às vezes problemas acontecem e backups são fundamentais nestes momentos.
Organização é fundamental

Acredito que a organização de um blog e/ou site é fundamental. Esquema de cores, layout, tradução (ainda falta fazer algumas coisas neste sentido por aqui, eu sei), menus e categorias são todos quesitos que, em minha opinião, devem sempre funcionar como um “facilitador” ao usuário, e não como um entrave.
Algo muito chato, por exemplo, ocorre quando o visitante se depara com “links quebrados”. Ou seja, ao ler determinado artigo e se interessar pelo assunto, é normal que o visitante seja levado a buscar maiores informações a respeito do tema. Se você é como eu, e inclui estas “informações adicionais” em seus artigos através de links, seja para downloads, informações relacionadas a suporte técnico, fóruns, etc, deve também saber que, muito provavelmente, estes links podem em algum momento “quebrarem”, ou seja, não mais funcionarem.
Por exemplo, digamos que em um determinado artigo você comentou a respeito de determinado software, e incluiu o link para download do mesmo. Digamos que este link seja algo como “softwaretal.com.br/versao_1.9.exe”, e dias depois o desenvolvedor lance uma nova versão e o link seja alterado para “softwaretal.com.br/versao_2.0.exe”.
Resultado: seu blog e/ou site contém um link quebrado, que não mais funciona. É claro, qualquer visitante pode descobrir o “problema” e se acertar por si só, mas não seria muito melhor se o autor do site/blog pudesse ser notificado quando determinados links estivessem “quebrados”, e pudesse, então, acertar este problema?
E vale notar que acima falei apenas a respeito de links para download, mas as “possibilidades” são inúmeras, e todo e qualquer link pode vir um dia a não mais funcionar, por fatores os mais diversos, desde alterações na url, conforme acima citado, até fatores como por exemplo sites fora do ar, etc.
Uma solução bem interessante

Navegando pelo diretório de plugins do Wordpress.org descobri um plugin muito interessante, e que acaba ou, pelo menos, minimiza este problema, pois identifica todo e qualquer link quebrado em seu blog e permite que você tome diversas ações a respeito. Trata-se do “Broken Link Checker“, desenvolvido pelo W-Shadow.com, o qual já está instalado e funcionando aqui no Open2Tech.
O plugin detecta automaticamente qualquer link quebrado existente em seu blog, seja em posts ou em páginas, bem como imagens com problemas semelhantes, e oferece diversas maneiras de acabarmos com o problema. Sua instalação é super simples, não requer a edição de nenhum código em seu Wordpress ou no tema em utilização, e sua utilização, principalmente, é fácil ao extremo. Basta instalar e desfrutar dos benefícios.
Abaixo você pode conferir como se dá a (super simples) instalação e a utilização do plugin:
Instalando o Broken Link Checker
Configurando o Broken Link Checker
Para acessar a área de administração do Broken Link Checker, basta acessar a opção “Settings” (configurações) na área de administração de seu Wordpress e em seguida utilizar a opção “Link Checker”. Você será então direcionado à página abaixo:

Como você pode perceber pela imagem acima, o plugin exibe a quantidade de links quebrados encontrados, e também permite configurar a “periodicidade da checagem”. No meu caso, deixei no valor padrão mesmo, o qual é “a cada 72 horas“. Acredito que seja mais do que suficiente.
Existem algumas outras opções, como por exemplo a “Exclusion list” (lista de exclusão), onde você pode definir algumas “palavras-chave” para que o plugin não verifique url’s que contenham as mesmas. Existe também um botão chamado “Re-check all pages”, o qual permite “forçar” uma nova busca por links quebrados em seu blog, e também uma opção que em meu caso deixei desativada (e até mesmo o próprio autor do plugin recomenda que ela assim fique).
Trata-se da opção “Delete post option“, a qual faz com que seja exibido um link chamado “Delete post” ao lado de cada post, na lista de posts com links quebrados exibida pelo plugin. Sinceramente, não vejo utilidade para tal opção, e recomendo que você não a utilize, para evitar quaisquer “acidentes”.
Uma outra funcionalidade bem interessante oferecida pelo plugin é a “Broken Link CSS“, também disponível nas configurações do plugin (e que você pode conferir na imagem acima), a qual faz com que os links quebrados sejam “destacados” nos posts e/ou páginas, através da utilização de uma determinada classe CSS, a “broken_link“. Esta opção vem ativada por default, e recomendo que você a deixe assim. O resultado você pode conferir abaixo. É claro que no exemplo abaixo o “erro” foi intencional, pois eu estava descrevendo uma das funcionalidades do OpenDNS.
Mas veja o que o plugin “faz” com um link quebrado, até que você corrija o problema:

Informações em sua dashboard
O plugin foi muito bem desenvolvido e prima pela facilidade de uso, ao ponto de exibir logo “de cara”, na dashboard de seu Wordpress, uma opção chamada “Broken Links“, mostrando a quantidade de posts contendo links quebrados e também um link para acesso à lista contendo os mesmos:

No exemplo acima, pode-se notar que o plugin detectou 7 links quebrados neste blog. Quando se clica no respectivo link (no exemplo acima, “Found 7 broken links“), é exibida uma lista onde maiores informações e opções são exibidas:

Vale ressaltar que o plugin lista tanto os posts publicados quanto os rascunhos (drafts), o que também é bastante útil. Acima pode-se ver os 7 posts contendo links quebrados detectados aqui no Open2Tech. O plugin lista o “título do post”, o “texto do link” e a “url”. Mais à direita, podemos verificar todas as “ações” que o plugin nos permite tomar, as quais são:
Este plugin é extremamente útil em qualquer blog. Eu mesmo, por exemplo, nem imaginava que existissem 7 posts com links quebrados aqui no Open2Tech (é claro, devo excluir da lista o post acima mencionado, com o erro “intencional”, sendo então a quantidade de posts com problemas reduzida para 6).
Agora, é claro, vou fazer uso desta excelente ferramenta e corrigir os problemas detectados. Por que você não faz o mesmo? A instalação do plugin é super simples, e sua utilização mais simples ainda. Aliás, achei este plugin simplesmente sensacional.
Informações adicionais
Link para download do “Broken Link Checker”:
http://downloads.wordpress.org/plugin/broken-link-checker.0.3.5.zip
Maiores informações a respeito do plugin (em inglês):
http://wordpress.org/extend/plugins/broken-link-checker
Site do desenvolvedor:
Site do plugin:
http://w-shadow.com/blog/2007/08/05/broken-link-checker-for-wordpress
Compare preços de: DVD’s, cafeteira, chopeira, câmeras digitais Sony, cartão de memória, DVD player, Apple iPod, filmadora, monitor, consoles de videogame, notebook, celular
Parece estar havendo uma certa mobilização por parte da blogosfera em relação ao possível bloqueio do Wordpress.com no Brasil. Além de alguns blogs já estarem se manifestando contra o tal bloqueio, foi criado dentro do próprio Wordpress.com um blog chamado “Não ao bloqueio do Wordpress“, o qual disponibiliza inclusive alguns selos que podem ser utilizados em outros blogs, como forma de protesto.
O que vale destacar disto tudo é o fato de que a ordem judicial e o próprio bloqueio em si são totalmente descabidos, uma vez que um simples contato com o pessoal do Wordpress.com resolveria o caso, como bem demonstrou o contato mantido pelo pessoal do blog pBlog com o Mark, do Wordpress.com.
Simplificando: não teria sido muito mais fácil tentar o bloqueio somente do blog “problemático” através de um contato similar ao acima mencionado, ao invés da expedição de uma ordem judicial tão ridícula e que demonstra, acima de tudo, a total inépcia de nosso poder judiciário ao lidar com questões deste tipo?
Espero sinceramente que tal bloqueio não ocorra, e que sejam utilizados meios modernos, civilizados e simples para a resolução de tal problema. Problema que, aliás, teve suas dimensões aumentadas, infelizmente, devido à incompetência de nosso poder judiciário.
Esta “ordem judicial” seria extremamente cômica caso não provocasse problemas como os que provocará, caso o bloqueio realmente ocorra. Esquecendo por um momento a importância e/ou a segurança de ter seu site/blog hospedado em um servidor/serviço de hospedagem pago e não em um gratuito, vale ressaltar que o Wordpress.com é um excelente serviço, que permite a qualquer um expressar suas idéias e seu conhecimento de forma gratuita. Além disso, existem ali ótimos blogs, com excelente conteúdo. Basta procurarmos.
É inadmissível que apenas pelo erro de um único desconhecido, toda uma “comunidade” pague um preço tão alto. O que nos resta é esperar que o bom senso impere, e que o Wordpress.com continue acessível a todos os brasileiros.
Abaixo segue o banner criado pela campanha do “Não ao bloqueio do Wordpress“. Se você puder, divulgue esta notícia e “campanha” em seu blog ou site:
Compare preços de: micro system/mini system, mp3 player/mp4 player, auto-rádio CD player, home theater, monitor LCD, filmadora, celular, impressora, notebook
É, parece que o fantasma da censura vira e mexe ronda nosso país e seus meios de comunicação. O mais recente absurdo deste tipo possivelmente será perpetrado nos próximos dias, apenas porque um determinado blog (até o momento não se sabe qual), hospedado no serviço gratuito fornecido pelo Wordpress.com, aparentemente apresentou/postou/inseriu algum conteúdo inadequado ou que feriu a imagem e/ou os sentimentos de alguém.
E a justiça brasileira, quase sempre estúpida “antenada” e reacionária “profunda conhecedora” das “leis” que regem a internet, todos os seus meandros e as implicações de um bloqueio deste tipo, simplesmente enviou uma ordem de bloqueio à Abranet (Associação Brasileira de Provedores de Internet), que por sua vez repassou tal ordem a todos os provedores de acesso associados. O que nosso judiciário parece ter esquecido é que tal bloqueio implicará no impedimento de acesso de todos os brasileiros ao serviço/site.
Será que nossa justiça entende o que solicitou à Abranet?

Infelizmente, a justiça brasileira mais uma vez se mostra incompetente e retrógrada, se esquecendo totalmente que um bloqueio desta magnitude não é tão simples assim. Aliás, será que sequer se deram conta “do que” solicitaram à Abranet?
Seguindo a tal ordem de bloqueio, a Abranet afirma que os provedores de acesso já estão tomando medidas a fim de estarem prontos quando chegar o momento do bloqueio.
O grande problema é que, segundo a própria Abranet, para que a ordem judicial seja cumprida em sua íntegra, deverão ser bloqueados todos os endereços terminados em “wordpress.com”. Ou seja, se cada blog hospedado no serviço gratuito do Wordpress.com é criado em um tipo de subdomínio do site, o que se obterá após o bloqueio é o impedimento de acesso a qualquer blog hospedado no serviço, inclusive ao próprio Wordpress.com.
Por exemplo: meublog.wordpress.com, blogdoabreu.wordpress.com e o próprio wordpress.com seriam bloqueados. Lindo isso, não?
Resumindo
Trata-se de uma decisão totalmente ridícula e tomada por pessoa(s) que nada entende(m) de internet, que dirá de tecnologia e da avalanche de informações que nos atinge todos os dias. Trata-se, ainda, de uma decisão totalmente desproporcional em relação ao “fato gerador”, mesmo que o desconheçamos, pois uma simples denúncia ao Wordpress.com poderia ter retirado em pouco tempo o tal blog do ar, sem que por isto, milhares de usuários do serviço no Brasil corressem o risco de perderem o acesso a seus blogs.
Na pior das hipóteses, o simples preenchimento do formulário contido neste link poderia fazer com que o pessoal do Wordpress.com por si só tomasse as medidas cabíveis contra o tal blog. Acredite, eu já vi blogs com conteúdo impróprio serem retirados do ar pelo pessoal do Wordpress.com pouquíssimo tempo após a denúncia. Então, porque este recurso não foi utilizado?
Acredito que a justiça brasileira ainda não enxerga a internet como uma “ferramenta de trabalho”, ou como um “facilitador”. O judiciário (e outros setores do governo) está repleto de criaturas retrógradas (lá vem essa palavra mais uma vez, mas ela se adequa muito bem ao contexto deste artigo), e para estas, é muito mais simples utilizar a maneira mais fácil e que fará muito mais alvoroço, do que simplesmente pedir a algum assessor, secretário, assistente ou seja lá quem for, para que acesse o site do Wordpress.com e faça uma simples denúncia.
Garanto que o tal blog teria sido retirado do ar em muito menos tempo, e não teríamos sequer de tomar conhecimento de uma “ordem judicial” desta natureza, a qual representa, sem sombra de dúvidas, um retrocesso enorme e uma demonstração de completa burrice inaptidão por parte de nosso judiciário. Será justo punir a maioria apenas pelo deslize de um único cidadão?
É claro que basta uma pesquisa rápida na internet para encontrar diversas maneiras de burlar tal bloqueio (proxy’s, etc), mas isto não vem ao caso. O problema aqui é o ridículo bloqueio.
Parece que o Brasil corre um certo risco de ter muitos de seus meios de comunicação sob controle rígido, principalmente quando nos lembramos de “certo projeto de lei” que tramita no congresso, o qual tem por objetivo instituir controles os mais absurdos na utilização da internet. Será que veremos novamente a imagem abaixo sendo utilizada, só que desta vez, na tela de nossos computadores?

Espero que não, e que um pouco de bom senso tome conta de nossos parlamentares e de nosso judiciário. Mas que dá medo, isso dá.
Fonte: G1
Compare preços de: playstation, câmera digital, DVD player, celular, notebook, PC, modem adsl, relógio de pulso, smartphone
O spam é uma praga, e isto todos nós já sabemos há muito tempo. Uma praga muitas vezes difícil de ser combatida, e que acaba por causar prejuízos não só de ordem financeira, mas também relacionados à produtividade, por exemplo. Muitas vezes o tempo e o dinheiro gastos com “prevenção” e/ou “combate” ao spam é enorme, desviando recursos e esforços que, não fossem o spam, seriam voltados única e exclusivamente à produção.
Se analisarmos com cuidado todos os problemas diretos e indiretos causados pelo spam, bem como o impacto causado seja a que empreendimento e/ou projeto for, o resultado é sempre negativo e a “conta” acaba sendo paga apenas por quem é alvo do spam.
Sobrecarga de servidores, gasto excessivo de tráfego, mensagens contendo conteúdo impróprio, perda de produtividade, disseminação de fraudes, golpes e/ou malwares, etc. A lista de problemas causados pelo spam é extensa, e a solução nem sempre é fácil ou “amigável”, pois envolve, muitas vezes, uma certa redução da liberdade do usuário, bem como limitações que envolvem as “informações em tráfego” (um filtro anti-spam, muitas vezes, acaba detectando mensagens de e-mail legítimas como spam, por exemplo).

Se tomarmos um blog como exemplo, o problema também é crítico e chega, muitas vezes, a causar prejuízos tanto financeiros quanto relativos à produtividade do autor. Um blog muito visitado, que é alvo de quantidades relativamente grandes de spam todos os dias, acaba consumindo tráfego e recursos do servidor em excesso, além do fato de que o autor do blog, muitas vezes, acaba passando muito tempo literalmente “apagando” spam.
Um “caso real” ![]()
Vou citar o meu caso, apenas para dar uma idéia do quão problemático pode ser o spam. O Open2Tech é um blog novo e que ainda não tem nem 06 (seis) meses completos de atividade. Não tenho, também, um índice de visitas absurdo, nem nada que chegue a comprometer o servidor onde estou hospedado e/ou até mesmo minha condição enquanto cliente de uma conta de hospedagem em regime compartilhado.
Entretanto, desde o início do blog venho recebendo uma quantidade considerável de spams, todos os dias, através dos comentários (aliás, pouquíssimos artigos foram “alvo” de spam, e posso dizer que a maioria dos spams recebidos tiveram como “alvo” mais ou menos 3 artigos, apenas).
No último dia 31 de março atualizei minha versão do Wordpress para a recém lançada 2.5 e efetuei uma nova instalação do Akismet, excelente plugin anti-spam.
A partir desta data, comecei a acompanhar com mais cuidado as estatísticas de recebimento de spam. Pois bem, de 31 de março até 08 de abril, fui alvo de exatos 475 spams recebidos através dos formulários de comentários, o que dá uma média de mais ou menos 67 spams por dia. Não cheguei a verificar o impacto que o recebimento destes spams causou no servidor, e acredito que não tenha sido grande. Mas e um blog e/ou site de grande porte, como fica?

E era realmente isto. Todos os dias eu tinha de apagar manualmente uma certa quantidade de comentários corretamente detectados como spam pelo Akismet, a qual variava entre 50 a 70 comentários. Trata-se, é claro, de um trabalho que, além de chato e cansativo, acaba por nos desviar de outras atividades. E estamos aqui falando de uma quantidade de spam relativamente pequena, pois grandes sites, portais e blogs com certeza recebem quantidades de spam muito superiores às que recebo.
Nem tudo é perfeito
O problema do Akismet é que, apesar de seu funcionamento exemplar, ele não barra a “entrada” do spam, e aqui é onde está um dos grandes problemas. A entrada de Spam em um blog através dos comentários é feita na maioria das vezes de maneira automatizada, através dos bots, ferramentas automatizadas utilizadas pelos spammers que “varrem” a internet em busca de “brechas” onde possam disparar suas “metralhadoras”, onde então preenchem formulários online os mais diversos. Existe, é claro, uma opção no Akismet que permite a eliminação automática dos comentários marcados como spam, mas nunca a ativei por dois motivos:
Resumindo, o Akismet executa muito bem o seu trabalho. Identifica e coloca todos os spams detectados em uma lista, e nesta lista, pode-se escolher entre retirar a “marca” de spam do comentário e “aceitá-o”, ou deletar os comentários (um a um ou em lote).
Porém, é interessante prevenirmos a entrada dos spams, e isto o Akismet não faz. Ele aceita e analisa todo e qualquer comentário, tomando então sua “decisão” e definindo se o mesmo é um comentário válido ou não. A partir daí, ou ele exibe o comentário em seu respectivo post (caso tenha detectado que o mesmo é um comentário válido), ou o envia para a lista onde devermos definir se os comentários aí presentes são realmente spam ou não. Ou seja, é um plugin que não “barra” a entrada dos spams nos comentários, e aí, os bots fazem a festa.

Logo após meu primeiro contato com o Wordpress, comecei a procurar por soluções que, senão eliminassem totalmente o spam, que pelo menos me ajudassem a diminuir bastante a recepção deste. E acabei conhecendo os dois plugins abaixo:
A solução para evitar spam nos comentários: “Math Comment Spam Protection Plugin“
E é aqui é que entra um plugin muito interessante que conheci esses dias, e que pode trabalhar muito bem em conjunto com Akismet. Na verdade, em dois dias utilizando o plugin, os spams/spammers simplesmente desapareceram, e o Akismet permanece ocioso.
Trata-se do excelente plugin “Math Comment Spam Protection Plugin“, desenvolvido pelo “Software Guide“, este sim, um plugin que realmente barra a entrada de qualquer spam nos comentários de seu blog. Assino os feeds de uma série de blogs, e foi através dos formulários de comentários destes que fiquei conhecendo o plugin, e vi inclusive a maneira como ele trabalha, a qual me agradou muito. Em todos estes blogs vi a funcionalidade do plugin acima citado, e resolvi “correr atrás” de maiores informações.
Realmente, trata-se de uma excelente forma de, digamos, “imunizar” seu blog contra spams enviados através dos comentários, uma das maiores “vias de acesso” para os spams. Resumindo, o “Math Comment Spam Protection Plugin” torna praticamente impossível a qualquer bot preencher de forma automatizada o formulário de comentários, uma vez que o mesmo adiciona uma questão matemática simples, obrigatória e, porém, indecifrável pelos bots (pelo menos por enquanto). Por exemplo, no momento da inserção de um comentário, é exibida uma simples questão matemática, da seguinte maneira: “Quanto é 2 + 5” ? Apenas a resposta correta permitirá o envio do comentário com sucesso.
Qualquer ser humano consegue responder à tais questões, “processo” que envolve a leitura e o entendimento do que está sendo questionado, capacidade esta não presente (ainda, pelo menos), nos bots.
Instalação
Ainda em relação à opção “Used Operands“, caso deseje, basta substituir o caractere localizado à direita do “~” pela descrição do número. Por exemplo: 1~um, 2~dois, e assim por diante. Mas o default já é suficiente, em minha opinião, e neste caso, acredito que quanto mais simples melhor, a fim de não complicar muito a vida de seu visitante e leitor.
OBS: em relação às “error messages“, ou “mensagens” de erro, estas são exibidas quando o visitante informa um valor incorreto para a soma solicitada, ou então quando deixa de preencher o campo. Abaixo você pode conferir dois exemplos, em utilização aqui no blog:
Error message being displayed in case of no answer (empty field) / not entered a number
Esta é a mensagem de erro exibida quando o campo é deixado em branco. Aqui no Open2Tech estou usando o seguinte código:
<p align=”center”>
<strong>Error:</strong> Por favor, utilize o botão “<b>Voltar</b>” do seu navegador e preencha o campo “proteção contra Spam”.
</p>
Error message being displayed in case of a wrong answer
Esta é a mensagem exibida no caso de ser informado um resultado incorreto para a soma. Aqui no Open2Tech estou usando o seguinte código:
<p align=”center”>
<strong>Error:</strong> Você digitou uma soma incorreta no campo “Proteção contra Spam”. <br />Pressione o botão “<b>Voltar</b>” de seu navegador, e tente novamente.
</p>
Visão geral

Executados os procedimentos acima, o plugin está quase instalado. Resta agora efetuarmos uma pequena modificação no arquivo “comments.php” de seu tema, o qual pode ser encontrado no seguinte local:
/pastadoseuwordpress/wp-content/themes/nomedoseutema/
Faça o backup deste arquivo antes de qualquer modificação, para evitar quaisquer problemas.
OBS: para a edição de arquivos deste tipo recomendo o excelente editor freeware PSPad, o qual pode ser obtido neste link.
Iniciando a edição do arquivo comments.php
Em primeiro lugar, você vai ter de definir o local onde deseja que a “pergunta matemática” seja feita. No meu caso, resolvi inserir logo após o campo “website”, no formulário de comentários. Você pode, é claro, inserir onde bem desejar. Abaixo darei alguns exemplos tomando como base a maneira como configurei aqui no Open2Tech, e a partir daí, você escolhe onde deseja inserir.
Vale ressaltar, entretanto, que se seguir os procedimentos abaixo sem nada modificar, o plugin funcionará perfeitamente, e a pergunta matemática será feita logo após o campo “website”, da mesma forma que aqui no Open2Tech.
Copie o código abaixo, disponível também no site do desenvolvedor:
<?php
/****** Math Comment Spam Protection Plugin ******/
if ( function_exists('math_comment_spam_protection') ) {
$mcsp_info = math_comment_spam_protection();
?> <p><input type="text" name="mcspvalue" id="mcspvalue" value="" size="22" tabindex="4" />
<label for="mcspvalue"><small>Spam protection: Sum of <?php echo $mcsp_info['operand1'] . ' + ' . $mcsp_info['operand2'] . ' ?' ?></small></label>
<input type="hidden" name="mcspinfo" value="<?php echo $mcsp_info['result']; ?>" />
</p>
<?php } // if function_exists... ?>
Abra o arquivo comments.php do seu tema e busque pelo seguinte código, na linha 173:
<label for=”url”><small>Website</small></label></p>
Insira o código fornecido pelo autor do plugin imediatamente após a linha acima, de forma tal que este trecho em seu comments.php vai ficar exatamente da forma abaixo:
<label for=”url”><small>Website</small></label></p>
<?php /****** Math Comment Spam Protection Plugin ******/ if ( function_exists('math_comment_spam_protection') ) { $mcsp_info = math_comment_spam_protection(); ?> <p><input type="text" name="mcspvalue" id="mcspvalue" value="" size="22" tabindex="4" /> <label for="mcspvalue"><small>Spam protection: Sum of <?php echo $mcsp_info['operand1'] . ' + ' . $mcsp_info['operand2'] . ' ?' ?></small></label> <input type="hidden" name="mcspinfo" value="<?php echo $mcsp_info['result']; ?>" /> </p> <?php } // if function_exists... ?>
Customizações
É possível traduzirmos algumas opções do plugin, pelo menos as que ficarão visíveis ao usuário.
Para tanto, vamos analisar o código original que deve ser inserido no comments.php:
<?php /****** Math Comment Spam Protection Plugin ******/ if ( function_exists('math_comment_spam_protection') ) { $mcsp_info = math_comment_spam_protection(); ?> <p><input type="text" name="mcspvalue" id="mcspvalue" value="" size="22" tabindex="4" /> <label for="mcspvalue"><small>Spam protection: Sum of <?php echo $mcsp_info['operand1'] . ' + ' . $mcsp_info['operand2'] . ' ?' ?></small></label> <input type="hidden" name="mcspinfo" value="<?php echo $mcsp_info['result']; ?>" /> </p> <?php } // if function_exists... ?>
No caso acima, você pode simplesmente traduzir a frase “Spam Protection: Sum of” por “Proteção contra Spam: Soma de“. Preste sempre bastante atenção quando efetuar modificações deste tipo, para não alterar nada além do que deseja traduzir. Qualquer vírgula e/ou outro caracter omitido/excluído/inserido indevidamente pode fazer com que o plugin deixe de funcionar.
De outra maneira, você pode também fazer a seguinte inversão/alteração no código, sempre prestando atenção no que está fazendo, é claro:
Substitua o seguinte trecho:
<label for="mcspvalue"><small>Spam protection: Sum of <?php echo $mcsp_info['operand1'] . ' + ' . $mcsp_info['operand2'] . ' ?' ?></small></label>
Pelo conteúdo abaixo, caso deseje:
<label for="mcspvalue"><small><b>Quanto é <?php echo $mcsp_info['operand1'] . ' + ' . $mcsp_info['operand2'] . ' ?'?></b> (proteção contra spam)</small></label>
Utilizando o exemplo acima, o “layout” da “pergunta matemática” de seu formulário de comentários ficará exatamente igual à que é exibida aqui no Open2Tech:

Vale ressaltar que utilizei as tags <b></b> nas modificações acima, a fim de destacar aqueles trechos que achei mais importantes, com a finalidade de chamar a atenção do visitante.
Alguns comentários
A ferramenta fornece um nível de proteção fantástico, e em três dias de utilização, não recebi um spam sequer. O Akismet está totalmente ocioso, aliás.
A partir da instalação conforme descrito acima, muito dificilmente qualquer spam, pelo menos aqueles “disparados” através de bots, (a grande maioria) conseguirá atravessar a “barreira” mantida pelo “Math Comment Spam Protection“, uma vez que é preciso, para a aceitação do comentário, que este passe na verificação executada pelo plugin, sendo que a “pergunta” é alterada a cada carregamento da página. Isto, com certeza, nenhum bot “por enquanto” é capaz de burlar.
E, segundo o site do desenvolvedor, o plugin não requer a utilização de JavaScript ou cookies.
Um sistema eficaz
Este tipo de sistema, que tem por objetivo confirmar se a “entidade” que está escrevendo o comentário, o post e/ou enviando um formulário de contato é realmente um ser humano e não um bot, é muito interessante e útil.
Aliás, quando eu estava pesquisando formulários de contato para instalar aqui no blog, este foi um dos primeiros quesitos com o qual me preocupei, pois o spam pode “entrar” em um blog através de duas principais “vias de acesso”: comentários em posts e formulários de contato.
A solução para evitar spam nos formulários de contato: Cforms
Acabei instalando o excelente plugin “cformsII“, o qual além de permitir a criação de formulários muito bonitos e customizáveis, possui uma área de administração simplesmente fantástica e repleta de recursos, e permite que se insira em qualquer formulário uma “imagem de verificação”, ou “captcha“, a qual é automaticamente alterada a cada recarregamento da página.

O formulário só é enviado caso o visitante repita os caracteres solicitados, o que também evita que bots inundem sua caixa de mensagens com spam.

Além disso, o cformsII facilita ao máximo a vida do autor do blog, ao exibir na barra de ferramentas do editor nativo do Wordpress um botão que permite a inserção de qualquer formulário criado através do plugin em qualquer post e/ou página de forma super simplificada: basta se escolher o local onde se deseja inserir o formulário, e se clicar no tal botão.

O cforms é outro plugin que recomendo, caso você deseje definitivamente se livrar dos spams em seu blog. Diferentemente do “Math Comment Spam Protection Plugin”, o cforms não requer alteração alguma nos arquivos do blog/template, portanto, sua instalação é muito mais simples, se resumindo ao básico de qualquer plugin.
Finalizando, gostaria de dizer que, pelo menos no meu caso, a dupla “Math Comment Spam Protection Plugin” e “cforms” está realizando um belo “trabalho”.
Informações adicionais
Math Comment Spam Plugin:
Link para download do Math Comment Spam Protection Plugin
CformsII:
Link para download do cformsII
Compare preços de: câmera digital, DVD player, Ipod Nano, filmadora, home theater, monitor LCD, cartão de memória, celular, notebook, impressora