Algo que sinto falta no Linux é de uma boa ferramenta para a captura de “fotos de tela”, ou “screenshots“. Eu, que adoro ilustrar meus posts e tutoriais com imagens pertinentes ao contexto, que ajudem o visitante/leitor a melhor entender aquilo que estou dizendo, sentia um pouco de falta de ferramentas do tipo, já há algum tempo.

Créditos da imagem: AMagill – Link para a imagem original – Licença
É claro que existem alternativas, mas todas elas se resumem a simplesmente “capturar a tela”, e pronto. O próprio GIMP faz isso, aliás, com alguns recursos até que interessantes, como por exemplo a possibilidade de capturar a tela inteira ou apenas uma seleção, e também deixar que o usuário defina um “tempo de atraso” para a realização da captura. Assim, é possível alternar-se entre duas áreas de trabalho distintas, por exemplo, a fim de eliminar a imagem do próprio software da imagem capturada. Entretanto, temos de convir que esta não é uma alternativa muito prática.
Uma alternativa para o Linux interessante e repleta de recursos
Após algumas pesquisas, acabei encontrando um aplicativo opensource chamado GScrot, o qual inclusive é totalmente integrável ao Gnome e ao painel do mesmo. Estou utilizando o programa já há alguns dias em meu Ubuntu, e confesso que estou gostando bastante. Faltam, é claro, alguns recursos que considero meio que essenciais, como por exemplo a possibilidade de edição da imagem capturada com a conseqüente inserção de textos, marcadores, setas, destaques, etc.
Mas acredito que com o tempo isto deverá ser implementado, pois o GScrot já possui um pequeno editor embutido, o qual, porém, possui por enquanto apenas funções básicas, como por exemplo zoom e um “lápis” para “desenho à mão livre”. Então, acredito que já seja meio caminho andado para futuras e possíveis implementações neste sentido. Mas vamos conhecer o software?
Sobre o GScrot

Instalei o aplicativo com sucesso em meu Ubuntu 8.04, e pude constatar que seus recursos são muito interessantes, sendo possível inclusive a utilização de “plugins” que oferecem a possilidade de aplicação de efeitos “pré-definidos” às imagens capturadas. Além disso, ele possui uma série de ajustes que podem ser feitos, os quais ajudam a melhorar o resultado final. Mas nada melhor do que darmos uma olhada em suas características, antes de partirmos para sua instalação, não é?
Características do GScrot
Instalando o GScrot em seu Ubuntu
Há alguns dias atrás foi lançada oficialmente a versão 1.2 do software cliente Woopra, a respeito da qual já comentei por aqui. Além da já esperada melhora na performance, foram introduzidas algumas novas funcionalidades bem legais, que aumentam ainda mais o já alto nível de experiência proporcionada pelo aplicativo ao usuário.
É claro que os anúncios inseridos na tela de login do aplicativo não foram bem vistos por muitas pessoas, mas eu, particularmente, não ligo, principalmente se tal publicidade servir para manter o excelente serviço prestado gratuito por mais algum tempo (ou quem sabe, para sempre). Reclamar para que?
Um novo e interessante plugin do Woopra
Bom, mas o motivo deste artigo é comentar a respeito do novo plugin para WordPress lançado pelo Woopra, o qual permite que qualquer usuário do sistema acesse suas estatísticas a partir da própria dashboard de seu blog WordPress. É claro que a experiência não chega a ser tão rica quanto a proporcionada pelo cliente, mas mesmo assim, parece ser bem interessante.

Não espere encontrar em sua dashboard, entretanto, toda a beleza e a riqueza de detalhes encontradas no cliente Woopra. Estatísticas em tempo real e o live map, por exemplo, por enquanto só no cliente. Ainda não cheguei a testar o novo plugin, mesmo porque me parece que ele não pode ser utilizado ao mesmo tempo que o “Woopra Plugin” comum (e ainda disponível, aliás). Mas assim que testar escrevo a respeito, ok?
Pensando no futuro
O pessoal do Woopra parece estar “com um olho bem grande no futuro”, e menciona inclusive que será possível, a partir daqui, que desenvolvedores criem plugins, widgets e aplicativos os mais diversos “integráveis ao Woopra”, devido à abertura da API do mesmo. Um ponto a mais para este fantástico serviço que trás inovação atrás de inovação, e realmente deixa muitos serviços similares por aí comendo poeira.
Instalando ou atualizando seu cliente Woopra para a nova versão 1.2
Se você já utilizava a versão anterior do cliente Woopra, o upgrade deve ter sido feito automaticamente. Caso isto não tenha ocorrido, segundo o blog oficial, basta remover a versão atualmente instalada em seu computador, efetuar o download da versão adequada ao seu sistema operacional e então instalá-la.
OBS: vale lembrar que é necessário possuir a última versão do Java instalada em seu computador.
Problemas na instalação do cliente no Linux
O cliente Woopra, como todos sabemos, está disponível em versões para Mac, Windows e Linux. Quanto ao Mac nada vou comentar aqui pelo fato de não conhecer este sistema operacional. No Windows, não há segredo. Já no Linux, algumas vezes a coisa pode se complicar, e eu mesmo estava com algumas dificuldades para instalar a última versão do cliente em meu Ubuntu 8.04.
Algumas vezes fazemos coisas em nossas vidas das quais nos arrependemos muito cedo. Seja por impulso ou por qualquer outro motivo, a verdade é que acabamos por fazer determinadas coisas, ou tomar determinadas decisões que, muitas vezes, nos fazem perder algumas noites de sono.
Foi o que aconteceu comigo. Logo após perceber em minha conta junto ao Adsense que seria possível exibir anúncios em meus feeds, “corri” e solicitei a migração dos mesmos do FeedBurner para minha conta junto ao Google, minha “Google Account”.
Bom, o fato é que fiz a coisa meio que sem pensar direito, e ainda não sei direito por quais dificuldades terei de passar. Na verdade, nem sei se existirão problemas, mas ainda estou com um certo receio. O endereço de meu feed mudou, é claro. Mas segundo o e-mail que recebi do Google, todas as tentativas de acesso ao endereço antigo serão automaticamente redirecionadas ao novo. Só não sei por quanto tempo isto será feito, nem tampouco entendi direito como foi feita a tal migração.
Só sei que a partir de agora, todos os que solicitaram a migração não mais poderão acessar o painel de administração de seus feeds através da URL “http://www.feedburner.com“. O acesso agora é feito através da URL “http://feedburner.google.com“.
Meu primeiro acesso
Quando acessei minha conta recém migrada, aparentemente encontrei tudo do jeito que estava. Assinantes ok, o tal “map” mostrando as oscilações no número de assinantes também parece estar mostrando valores reais, de acordo com o esperado, e inclusive todos os assinantes “por e-mail” estão lá, cadastrados (até mesmo os que ainda não haviam confirmado as assinaturas).
Resolvi desconsiderar por enquanto uma redução no número de assinantes. Hoje o painel me mostra 20 e poucos assinantes a menos do que possuía ontem (antes da migração), mas vou aguardar uns dias para ver como a coisa caminha, analisando diariamente a oscilação, para ver se tudo volta ao normal.
Algumas considerações
Segundo e-mail recebido do Google, não há motivo para pânico. Entretanto, me pergunto agora: que motivos tínhamos para migrarmos nossos feeds do FeedBurner (de propriedade do próprio Google, como se sabe), para nossa Google Account? Quais as vantagens?
Confesso que solicitei a migração meio que apressadamente, e sem parar para pensar nas possíveis consequências, pensando apenas na possibilidade de exibição dos tais anúncios do Adsense em meus feeds. Mas me pergunto agora: isto compensa?
Faz parte do perfil do leitor que acompanha um blog através de seus feeds “clicar em anúncios”? Acredito que não, e por este motivo, não sei se fiz a coisa certa.
Mas digo “não sei” porque, independentemente de qualquer outro motivo, imagino que a real intenção do Google seja migrar todos os feeds do FeedBurner para Google Accounts, ou algo similar. Não tenho certeza disto, e não encontrei até o momento nenhuma informação a respeito. Mas já vi que o Leo Baiano, por exemplo, realizou a migração com sucesso, inclusive com a respectiva ativação dos anúncios nos feeds. Fatos como este me deixam um pouco mais aliviado.
Como sempre, mudanças trazem mais trabalho
O problema foi editar o tema aqui do blog, tema este que passei a utilizar há bem pouco tempo. Tive de editar os arquivos “header.php”, “comments.php” e “single.php”, devido à todas as customizações que havia feito. Bom, mas hoje é sábado mesmo, e aproveitei para destacar o botão para assinatura, ali no canto superior direito, e também para inserir um widget para assinaturas por e-mail. A página “Assine” também já foi devidamente alterada.
Se notar qualquer problema, por gentileza, me avise ![]()
Bom, o que está feito, está feito. Se você, caríssimo leitor do Open2Tech, perceber qualquer problema, não hesite em entrar em contato.
Aparentemente tudo foi mesmo migrado, e como assino meu próprio feed para acompanhamento e detecção de possíveis problemas, constatei que os endereços em meu Google Reader foram também migrados automaticamente, para a seguinte, digamos, “estrutura” de URL:
http://feedproxy.google.com/~r/Open2tech/~3/ID_do_artigo
Quer dizer, pelo menos as 10 últimas entradas, mas conforme mencionado no e-mail recebido do Google e até mesmo pelo que se sabe a respeito do cache feito pelos leitores de feeds, pode demorar ainda um certo tempo até que tudo se normalize. Inclusive, percebi que o ID para assinaturas por e-mail também mudou.
Acredito que o mesmo deve ter acontecido com todos vocês. Mas, de qualquer forma, aí vai o novo feed do Open2Tech:
http://feedproxy.google.com/Open2tech
OBS: conheci o sensacional ícone RSS acima, que faz parte de um excelente pacote de ícones para RSS, através do blog WordPress-Love, do colega Paulo Faustino.
Mas lembre-se, muito provavelmente você não precisará fazer nada. A migração foi feita automaticamente, e seu leitor de feeds já deve estar recebendo automaticamente o conteúdo do Open2Tech a partir do novo endereço citado acima. Mencionei o novo endereço apenas como precaução.
Finalizando
Penso que tudo vai se normalizar nos próximos dias. Se você assina o Open2Tech, seja via e-mail ou através de seu leitor de feeds preferido, aproveite para checar se está recebendo normalmente os meus artigos, se está tudo ok, etc.
Se notar qualquer problema, eu ficarei muito grato se você puder me avisar. E, se ainda não é assinante, por que não aproveita e assina agora?
E você, que também possui um blog, fez a migração? Quais suas impressões? Ativou a exibição de anúncios do Adsense em seus feeds?

photo credit: Mister Scratch
Uma das extensões mais legais para o Firefox é a ColorZilla. Legal por ser ao mesmo tempo de simples utilização e por fornecer uma gama de opções bem interessantes ao utilizador.
Sobre a ColorZilla
A ColorZilla permite que você capture rapidamente o RGB e o código HTML da cor de qualquer item presente no website em que você se encontra. Exibe também um prático seletor de cores e criador de esquemas, que trabalha com os sistemas HSV (hue = tonalidade, saturation = saturação e value = valor), RGB (red = vermelho, green = verde e blue = azul) e hexadecimal (HTML).

Você pode salvar e compartilhar suas paletas e/ou as cores que “capturou” através da extensão, e a nova versão 2 possui inclusive um analisador de cores para os elementos DOM (document object model) do website em questão, permitindo que, a partir daí, você inclusive crie uma paleta de cores de acordo:

Mais opções
Uma simples opção, acessível através do botão de acesso à extensão, inclusive, permite que você copie para a área de transferência qualquer cor recém capturada, para posterior utilização (CTRL+V):

Algo que muitos usuários do Linux podem em alguns momentos sentir falta, principalmente se já utilizaram Windows ou Mac anteriormente, é daquele programinha muito simples, desenvolvido pelo próprio Google e chamado “Gmail Notifier“, o qual, basicamente, avisa o usuário quando novos e-mails chegam à sua conta no Gmail. No entanto, alternativas existem, basta procurarmos um pouco.
Existe um pequeno aplicativo chamado também “Gmail Notifier“, desenvolvido em Python e que possui a mesma função no Linux. Vamos abaixo verificar como se dá sua instalação no Ubuntu de forma muito simples e sem sequer “tocarmos” no console.
Obtendo o pacote e instalando
Efetue o download do pacote do Gmail Notifier. Após o término do download, clique no arquivo “gmail-notify-1.6.1.1.tar.gz” com o botão direito de seu mouse e utilize a opção “Extrair aqui”:

Após a extração, supondo-se que você tenha extraído o pacote em seu “ambiente de trabalho”, você terá em mãos, no mesmo local, uma pasta chamada “gmail-notify“. Copie-a, por exemplo, para dentro do diretório “/home/seu_usuario/”, e em seguida execute o arquivo “notifier.py“, localizado dentro da mesma.