A versão 0.60 da GScrot, uma excelente ferramenta para captura de screenshots no Linux, foi lançada há alguns dias atrás e contém uma série de melhorias e novas funcionalidades que, sem sombra de dúvidas, a tornam uma das melhores opções dentre os aplicativos do gênero.
Foram adicionados novos menus, agora é possível capturar somente uma determinada “seção” da tela, simplesmente movendo/posicionando seu mouse no local desejado, e o item “configurações (settings)” agora é uma opção do menu “edit (editar)”. Esta última modificação, aliás, ajudou a tornar a interface do aplicativo muito mais limpa e simples de se utilizar.
Houve, além disso, um “redesign” da interface gráfica do programa, bem como da janela de execução de plugins. É possível também a navegação à partir de uma “sessão” para outra, de forma muito simplificada, através do novo menu “session”, que contém links para acesso ao primeiro e ao último screenshot capturado, bem como para avanço ou retrocesso entre as diversas capturas efetuadas. Vale lembrar que cada “sessão” é uma captura de tela independente, ok?

Uma das novas funcionalidades mais legais é a possibilidade de se trabalhar com “perfis (profiles)”. Ou seja, você pode trabalhar com diversos perfis diferentes, cada um com seus devidos ajustes e diferenças, como por exemplo abertura automática das capturas no Gimp ou não, geração ou não de thumbnails (miniaturas), tempo de atraso, e uma série de outras opções muito interessantes. Além disso, foram incluídos novos plugins no software, e dentre estes, existe um (pdf export) que exporta a imagem capturada para um arquivo no formato .PDF. Muito legal, não?
Finalizando
O GSCrot está se tornando uma ferramenta fantástica no quesito “captura de screenshots“, e segundo os desenvolvedores, já existem planos para que as próximas versões contemplem melhorias no editor de imagens embutido no aplicativo. Estão previstas funcionalidades tais como inserção de texto, molduras, redimensionamento das imagens, marcadores, realce de texto ou de trechos da imagem, etc. Acredito que dentro de pouco tempo teremos em nossas mãos uma ferramenta completa para a captura e edição de screenshots, e o que é melhor de tudo, totalmente opensource.
Aliás, acabo de me lembrar de que a nova versão não está totalmente traduzida para o português do Brasil, devido à inserção de novas seções, funcionalidades, menus, botões, etc. Vou entrar em contato com o pessoal para verificar como posso terminar a tradução o mais rápido possível, e posto logo em seguida a respeito, por aqui.
OBS: para dúvidas a respeito de instalação e atualização da GScrot, dê uma lida em meu primeiro artigo a respeito da ferramenta.
Já comentei por aqui a respeito das fraudes online ou, pelo menos, das tentativas. Recebo freqüentemente uma “enxurrada” destas, que são corretamente identificadas pelo meu Gmail ou pelo meu Thunderbird. Nada mais me espanta neste “campo”, mas achei interessante compartilhar com vocês algumas das que tenho recebido nos últimos tempos, seja pela burrice declarada de seus mentores, seja pela engenharia social mal aplicada ou até mesmo pela tentativa de exploração do que de pior pode existir no ser humano.
Vou comentar a respeito de três, desta vez. Quem sabe, até, eu crie uma seção para “fraudes online”, aqui no “Open2Tech”, pois são tantas as variedades e os estilos, são tantos os erros e, infelizmente, são tantos os que acabam, merecidamente ou não, caindo em tais arapucas, que até acredito que a manutenção de uma coluna ou seção assim neste blog seria interessante.
Vamos lá, portanto.
1) Important Notification (Notificação Importante)

Esta talvez fosse a de mais fácil “aceitação”, digamos, não fosse o fato de estar em inglês e, para usuários do Gmail, ser por este identificada como fraude logo de cara. O sistema de e-mails do Google avisa que o remetente pode não ser quem diz ser, e desabilita todo e qualquer link contido na mesma:

Os problemas no e-mail acima são poucos, mas suficientes o bastante para que a mensagem seja rapidamente jogada na lixeira. Não tenho conta alguma, nem tampouco sou cliente da empresa citada. O e-mail, é claro, não foi enviado pela própria, e o próprio subdomínio ao qual a conta de e-mail à partir da qual supostamente partiu a mensagem, não existe.
Ou seja, lixo puro, e o Gmail mandou muito bem. Já marquei como Spam, inclusive.
2) O Golpe da “gatinha” que te conhece, não te vê há tempos e te manda fotos
Como todos sabem, favicons são aquelas pequenas imagens no formato .ico que aparecem na barra de navegação dos browsers, à esquerda do endereço do site, e que ajudam a identificar melhor o branding do site em questão. Trata-se, resumindo, de uma forma de personalização muito interessante. Pode-se utilizar aí, por exemplo, o logotipo do site.
Um Favicon nada mais é do que, segundo a própria Wikipédia, uma “palavra derivada do inglês favorite (favorito) e icon (ícone)“. Sem mais delongas, gostaria de dizer que existem inúmeros aplicativos offline que podem ser instalados em seu desktop, e que realizam a conversão de imagens nos mais diversos formatos para o formato .ico. Um destes é o Gimp, através do qual você pode facilmente exportar uma imagem qualquer para o formato .ico.
Um serviço para a geração online de favicons e/ou arquivos .ICO
![]()
Entretanto, seguindo a linha de artigos relacionados a “aplicativos online voltados à edição de imagens“, gostaria de apresentar um serviço sucinto, gratuito e de fácil utilização disponibilizado pelo pessoal do HTML-Kit, o “Favicon From Pics“, o qual, como o próprio nome já sugere, realiza a conversão de imagens nos mais diversos formatos, como por exemplo .PNG, .JPG, etc, em arquivos .ico.
![]()
A utilização do serviço é extremamente simples, apesar de sua interface não ser lá aquelas coisas.
Simplesmente efetue o upload da imagem que deseja transformar em um arquivo .ICO (Source Image), escolha se deseja adicionar o recurso de “Scrolling text” (opcional), se deseja “animar” o favicon (Animate Favicon) e clique então no botão “Generate Favicon.ico”.
Após a geração
Após a geração você poderá testar o favicon/arquivo .ico no próprio navegador, através do botão “Test in browser”, ou então efetuar o download de um “pacote”. Tal pacote (compactado) contém seu favicon.ico no tamanho 32×32 pixels e mais alguns “extras”, tais como, por exemplo, a imagem no tamanho 16×16 pixels, no formato .PNG.
Finalizando
Estes aplicativos e serviços online realmente quebram um galho. Serviços como o Aviary e o SplashUp, do qual tomei conhecimento através de um artigo publicado no blog “Criar Sites“, do Celso Lemes, são uma boa opção quando se deseja rapidez e não se tem o tempo necessário e/ou até mesmo a disponibilidade, em determinados momentos, de um software tal como o Gimp, por exemplo.
Valem realmente a pena.

Ontem escrevi um artigo no PluginMania, a respeito de uma pesquisa de opinião lançada pelo WordPress.org a respeito do WordPress. Bom, a Mozilla acaba de lançar algo similar, direcionado a diversos países, dentre eles o Brasil.
A pesquisa chama-se “Firefox in your country“, ou “Firefox em seu país”, e o objetivo da mesma é colher informações a respeito da utilização do Firefox, impressões e sugestões dos usuários, etc, tudo isto dividido por “regiões”.
Esta é uma pesquisa com poucas questões (20, no total), as quais em sua maioria são compostas de “checkboxes“, ou seja, basta marcar/escolher uma dentre as opções disponíveis. Nada muito complicado. Eu, inclusive, já preenchi a minha.
Vale ressaltar que tudo está em português, e o preenchimento leva bem pouco tempo. Então, por que você não aproveita e participa?
Basta utiliar o link abaixo:
O GParted é o editor de partições padrão do ambiente Gnome. É um aplicativo que, sem sombra de dúvidas, pode substituir qualquer outra alternativa similar, proprietária ou não, no que diz respeito ao particionamento de discos rígidos e a todos os procedimentos aí envolvidos.
Este fantástico aplicativo permite que você mova partições, redimensione-as e também crie novas partições. Além disso, ele permite o trabalho com diversos tipos de sistemas de arquivos diferentes, como por exemplo ext3, fat16, fat32, ntfs, linux-swap, reiserfs, reiser4, etc. A utilização do aplicativo não está restrita somente a sistemas Linux, até mesmo porque existe um LiveCD que funciona de forma totalmente independente do sistema operacional que você possui instalado.
Basta inserir o LiveCD no drive e reiniciar o computador, para usufruir de todos os recursos do software.
Sobre o LiveCD
Esta é, em minha opinião, a maneira mais segura, prática e simples de se utilizar o GParted, pois independe de instalarmos o aplicativo no computador. Na verdade, o LiveCD é um CD inicializável, que contem algo como uma pequena distribuição Linux, a qual permite, portanto, a inicialização da máquina a partir de tal CD e os posteriores procedimentos que serão realizados com o GParted. Use o LiveCD, você não vai se arrepender.

Inicialização e utilização
Para utilizar o LiveCD do GParted, primeiramente você deve efetuar o download da imagem ISO, lembrando que neste momento, a versão estável é a 0.3.7.7. Faça o download da imagem e grave a mesma em um CD ou DVD, lembrando que você deve, para tanto, utilizar a opção adequada para isto, conforme o software que utilizar para a gravação da imagem (Nero, K3b, Brasero, CDBurnerXP, etc).
Após a gravação, e com o CD ou DVD em mãos, simplesmente insira o mesmo em seu drive de CD ou DVD e reinicie o computador. Após uma breve “introdução” em modo texto, onde será inclusive solicitado que você escolha o idioma desejado (português do Brasil também está disponível), você “cairá” na tela principal do GParted, em modo gráfico, a qual é sucinta, leve e funcional. À partir deste momento, você estará na pequena “distribuição Linux” que mencionei acima, um pequeno sistema operacional que permitirá que você execute diversas ações, tais como operações com o GParted, captura de screenshots, etc. Muito legal, não?
