Atualizei ontem à noite a versão do Wordpress aqui no Open2Tech para a novíssima 2.5.1, e posso dizer que tudo transcorreu tranqüilamente, exceto pelo fato do plugin “Wordpress Automatic Upgrade” ter meio que “engasgado” quase no final do processo.
Sinceramente, não entendi bem o que aconteceu, nem tampouco os motivos, mas felizmente não foi causado nenhum problema à minha instalação do Wordpress (arquivos, pastas e banco de dados), e na área administrativa do mesmo já está constando o código da nova versão (2.5.1), normalmente. Todas as funções e recursos do blog estão funcionando perfeitamente, e nenhum dos plugins sofreu qualquer “efeito colateral”.
Maneiras diferentes de se atualizar o Wordpress
Bom, vale ressaltar que eu sempre fui “partidário” de se efetuar atualizações e instalações de quaisquer plugins e/ou scripts “manualmente”, sem a utilização de qualquer outra ferramenta “externa” para isto. Jamais utilizei o auto-instalador “Fantastico“, por exemplo, disponível para o painel de controle Cpanel, pois gosto de ter controle total sobre aquilo que estou fazendo, como por exemplo, ter a possibilidade de, durante a criação de um banco de dados, definir seu nome, usuário(s), senhas e acessos.
O mesmo se aplica ao Wordpress, e confesso que foi com muita relutância que utilizei o plugin “Wordpress Automatic Upgrade” quando precisei atualizar meu Wordpress para a versão 2.5, lançada em 29/03/2008. Fiz o upgrade através do plugin com a finalidade de testá-lo, e ver como era seu funcionamento.
Após a utilização do plugin, entretanto, vi que tinha em mãos uma excelente ferramenta, a qual executou o processo totalmente “sozinha” e de forma rápida e descomplicada. O plugin basicamente executou os mesmos procedimentos que eu teria de fazer, e isto fez com que eu acabasse optando por mantê-lo em minha lista de “plugins ativos”. Aliás, se ele é bom e funcional, por que não utilizá-lo?
Bom, a outra maneira de se atualizar um plugin e/ou script “manualmente” é, basicamente:
Você pode também seguir o tutorial existente no Wordpress.org, através do link abaixo, caso deseje efetuar atualizações manuais:
http://codex.wordpress.org/Upgrading_WordPress
Importante: faça backups sempre
Cabe aqui um pequeno lembrete: lembre-se de efetuar backups completos (banco de dados e pastas/arquivos) antes de qualquer atualização em seu Wordpress (o mesmo vale, aliás, para qualquer outro sistema). Isto sem falar nos backups periódicos altamente recomendáveis.
Atualizando o Wordpress Automatic Upgrade automaticamente
Alguns dias após a atualização para o Wordpress 2.5, ao acessar a área de administração de plugins em meu Wordpress, me deparei com um aviso de disponibilidade de nova versão para o WPAU, e tratei logo de atualizá-lo, utilizando um link fornecido pelo mesmo para sua atualização automática. Mais uma vez, me surpreendi ao verificar a perfeição e a rapidez proporcionadas pelo plugin.
Problemas durante a atualização para o Wordpress 2.5.1
Entretanto, ontem resolvi atualizar o Open2Tech para a nova versão do Wordpress (2.5.1), sendo que utilizava até então a 2.5, ou seja, meu blog estava (e continua) atualizado.
Um pequeno problema ocorreu durante a atualização através do plugin “Wordpress Automatic Upgrade”. O plugin aparentemente “se perdeu” durante o procedimento, e após fornecer o link (que é sempre aberto em nova janela) para as atualizações necessárias na base de dados, foi me solicitado novamente que fizesse login. Até aí, tudo bem, o grande problema foi que após este novo login, o plugin aparentemente “se esqueceu” do ponto onde estava no processo de atualização, e ainda me apresentou uma mensagem perguntando se eu estava certo do que estava fazendo.
Após clicar no link “Please try again” (por favor, tente novamente), pude conferir então que o plugin não reativou meus plugins, como havia feito nas duas últimas (e primeiras) vezes em que o utilizei, e tive então de reativar todos os plugins, um por um.
Problemas e falhas que nos levam a repensar certas coisas
Vale ressaltar que fora este problema, não detectei nenhum outro. Consegui reativar todos os plugins, e a versão de meu Wordpress agora é realmente a 2.5.1. Mas este problema, ou “engasgo”, me deixou preocupado (e até com um certo medo), e me fez repensar todas as vantagens e desvantagens existentes quando se utiliza um plugin do tipo para atualizações do Wordpress e/ou de outros plugins. Talvez isto dê até origem a um novo artigo, quem sabe?
Um outro caso semelhante
Vale ressaltar que ontem mesmo experimentei um problema semelhante ao tentar atualizar automaticamente um de meus plugins através do link “upgrade automatically“, existente em cada plugin desatualizado, na lista de plugins na administração do Wordpress.
Ao atualizar meu plugin ©Feed através de tal link, um problema estranho ocorreu. O plugin foi atualizado, e suas configurações continuavam acessíveis através do menu “Settings” (configurações), na área de administração do Wordpress, porém, o plugin não mais aparecia na área de gerenciamento de plugins (onde se ativa e desativa os mesmos).
Neste caso, porém, consegui descobrir o que causou o problema, bem como a solução para o mesmo. O problema foi causado pela maneira como o desenvolvedor do ©Feed disponibiliza o pacote de instalação do plugin, utilizando “um diretório principal e um subdiretório, ambos com o mesmo nome”.
Explico: o pacote de instalação do “©Feed”, após a descompactação do arquivo “copyfeed.zip”, contém uma pasta chamada “copyfeed” e dentro desta existe uma outra pasta também chamada “copyfeed”, esta última, sim, contendo todos os arquivos do plugin.
Ou seja, ao invés de:
/copyfeed
Temos:
/copyfeed/copyfeed
OBS: os arquivos do plugin ficam em /copyfeed/copyfeed.
Acredito que o desenvolvedor assim montou seu pacote de instalação a fim de separar melhor o conteúdo do mesmo, pois existem alguns arquivos que não fazem parte do plugin em si, como por exemplo o “readme.txt” e alguns screenshots, que estão presentes na pasta “raiz”, ou seja, no diretório /copyfeed.
É claro que quando se faz uma instalação “manual” sempre se tem o devido cuidado de “subir” via FTP somente a pasta correta, e neste caso, somente a pasta /copyfeed/copyfeed, ou seja, a real pasta do plugin. Infelizmente, a opção “upgrade automatically” “não se deu conta disso”, e fez o download, descompactou e copiou para a pasta /wp-content/plugins a estrutura obtida após a descompactação do arquivo .zip, o que, por sua vez, provocou o erro acima mencionado.
Solucionando
A solução neste caso foi bem simples: bastou desativar o plugin, apagar a pasta “copyfeed” existente em /wp-content/plugins e efetuar um novo upload da mesma, porém desta vez, “subindo” para o FTP somente a pasta correta.
Após a reativação do plugin, na área administrativa, tudo voltou ao normal, e tanto as opções do plugin eram acessíveis através da opção “Settings” quanto o plugin passou a aparecer na lista de plugins.
Alguns comentários
Acredito que tudo seria muito mais fácil se os desenvolvedores de plugins “padronizassem” a estrutura das pastas de seus plugins, a fim de evitar problemas como este, mesmo porque trata-se de um tipo de modificação que não envolve nenhum tipo de mudança no código dos plugins, mas tão somente na “estrutura” das pastas que compõe o mesmo.
Finalizando
Vale ressaltar que tudo está funcionando perfeitamente aqui no Open2Tech, mesmo tendo ocorrido o pequeno problema acima citado durante a atualização do Wordpress através do plugin WPAU. Inclusive as alterações no banco de dados foram executadas corretamente.
Existem alguns comentários no blog do desenvolvedor do WPAU relatando o mesmo problema, e até o momento, o desenvolvedor, Keith Dsouza, não se manifestou, mas acredito que o mesmo ainda deve postar algum comentário a respeito nos próximos dias, uma vez que seu plugin é utilizado por uma quantidade enorme de usuários, e é muito bem falado por aí. Vamos aguardar.
Atualize seu Wordpress o quanto antes
De qualquer forma, se você ainda não atualizou seu Wordpress para a versão 2.5.1, recomendo que o faça o quanto antes, principalmente porque a mesma contém uma correção relacionada à segurança, além de melhorias na performance da dashboard, por exemplo.
Porém, pelo menos por enquanto, recomendo que você atualize através do modo “manual”, utilizando um bom cliente FTP (como o “FileZilla“, por exemplo) para “subir” os arquivos para sua conta, e seguindo as instruções constantes no link abaixo:
http://codex.wordpress.org/Upgrading_WordPress
E, como eu disse acima: faça um backup completo antes.
Mas é isso aí, pessoal. Um grande abraço a todos!
Informações adicionais
Link para download do Wordpress 2.5.1:
http://wordpress.org/latest.zip
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Hoje finalmente pude conferir em minha conta no Gmail algumas das novidades lançadas já há algum tempo. Confesso que estava ansioso para conferir tais novidades, e mesmo alterando o idioma de minha conta para o inglês, conforme algumas sugestões encontradas na internet, até ontem isto não surtia efeito.
Bom, hoje tomei um susto ao acessar minha conta junto ao serviço e me deparar com as novidades. O AJAX parece estar “em alta”, e funções que antes não utilizavam a tecnologia agora a utilizam. E, além disso, existe uma série de novas funcionalidades muito interessantes, que fazem do serviço, já excepcional, ficar bem próximo da excelência quando se fala em Webmails.
Vale ressaltar, apesar de isto com certeza já ter sido dito milhares de vezes, que o Gmail é o melhor sistema de Webmail disponível na atualidade. Possui espaço em disco disponível para cada conta mais do que suficiente à utilização “pessoal”, o qual agora está em torno de 6673 Mb (e continua aumentando), e recursos que tornam a utilização do sistema algo extremamente prazeroso e simples.
Seguem abaixo alguns dos recursos lançados já há algum tempo, e que infelizmente somente agora pude conferir em minha conta:
Personalização dos marcadores
Agora você pode definir uma cor para cada marcador, o que torna a identificação dos mesmos muito mais simples e rápida quando se efetua alguma busca, por exemplo:

Inserção de links através de um pequeno “wizard”
Supondo-se que você está escrevendo um e-mail onde deseja transformar determinada palavra ou frase em um link. O processo antigo era selecionar-se a frase ou artigo em questão e então utilizar-se o botão “Link” e proceder-se então com a configuração dos parâmetros do link, a qual se resumia à simples digitação da url em uma pequena janela popup.
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Bom, a coisa agora está mais sofisticada. Ao se selecionar a frase ou a palavra que se deseja transformar em um link, e se clicar no botão para inserção de links, um sofisticado popup é aberto, possibilitando maior controle sobre as configurações do link, além de ter tornado o procedimento muito mais simples, intuitivo e agradável. Não que a maneira antiga fosse complicada, mas as novas alterações parecem ter levado em conta um certo cuidado no tocante ao conforto do usuário, conforme abaixo:

Um sistema “quase” inteligente
Além disso, ao se digitar qualquer URL no campo de texto do Gmail, utilizando por exemplo o formato “http://www.enderecodosite.com”, o Gmail automaticamente identifica a tentativa de inserção de um link, e transforma o texto em um link “clicável”, exibindo inclusive opções relacionadas, as quais permitem acessar o endereço, alterar o link e removê-lo:

Prático, não?
Considerações
A nova interface do Gmail parece ter dosado muito bem a utilização de AJAX, não tornando o carregamento da página lento, e proporcionando ao usuário uma experiência agradável, mantendo, é claro, o visual clean e simples característico de todos os “produtos Google”.
Não sei que critérios o Google usa para liberar as novas versões e funcionalidades a seus usuários. Em meu caso, tive de esperar alguns longos meses para poder contar com o “acesso IMAP”, e as novas funcionalidades que citei acima somente foram disponibilizadas na data de hoje, após um certo tempo de seu lançamento. Mas, antes tarde do que nunca, não?
Offline versus online
Estive até pensando, nos últimos dias, em abandonar totalmente o uso de clientes de e-mail, os quais trabalham totalmente “offline, acessando de tempos em tempos os servidores POP de um domínio a fim de verificar a existência de novas mensagens. O mesmo ocorre quando do envio de uma mensagem, onde o servidor SMTP é utilizado.
Ou seja, estaria incluso nestas possíveis mudanças que pretendo levar a cabo, o abandono de meu querido Mozilla Thunderbird, por exemplo. Há que se pesar, é claro, os prós e os contras existentes em uma mudança tão “drástica”, e ainda estou fazendo uma análise detalhada neste sentido, e pretendo postar a este respeito muito em breve.
Utilize a estrutura do Google para gerenciar e-mails de seu domínio
Mas o Gmail, em se tratanto de Webmail, é a melhor opção disponível atualmente. E, o melhor de tudo, pode-se utilizar a estrutura do Google para gerenciar contas de e-mail de seu próprio domínio (dentre outras opções disponíveis), através do Google Apps. Você obterá acesso à mesma interface do Gmail, e a única diferença é que estará “trabalhando em seu domínio”. Mas este é assunto para um outro artigo. Aguarde.
Enquanto isso, verifique se seu Gmail já possui os novos recursos. Em caso negativo, tente alterar o idioma do mesmo para o inglês, através do menu “configurações”, utilizando a opção “Geral”. Se isto não surtir efeito, infelizmente, você deve aguardar a boa vontade do Google e/ou seu cronograma, e torcer para que a “migração” não demore muito.
Informações adicionais
Como entrar em contato com o suporte do Gmail
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Já falei a respeito de dois leitores de arquivos PDF aqui no Open2Tech: o opensource “Sumatra PDF” e o freeware “Free eXpert PDF Reader“, todos excelentes alternativas ao Adobe Reader. Entretanto, eu não poderia deixar de citar, nesta “série” a respeito de PDF Readers, o excelente “Foxit Reader“, desenvolvido pela Foxit Software.
O Foxit Reader é um software gratuito para uso pessoal, extremamente leve e que consome pouquíssimos recursos do sistema. Ele possui recursos mais do que suficientes aos usuários que precisam das funcionalidades básicas em relação a tais tipos de aplicativos, e está disponível em versões para Windows e Linux.

Sua interface é simples e intuitiva, e muito rapidamente nos acostumamos à mesma. Possui tradução para mais de 30 idiomas, dentre eles o “português do Brasil”. Trata-se de um aplicativo fenomenal, que possui um visual extremamente “clean” e vários recursos interessantes disponíveis, apesar de alguns deles (como por exemplo inserção e/ou edição de anotações) não estarem disponíveis na verso gratuita.
Mas vamos conferir alguns dos recursos do aplicativo:
Apesar de, como já citado acima, o Foxit Reader não possuir em sua versão gratuita as ferramentas de edição e inserção de anotações, ele é uma ótima escolha quando o que se deseja é praticidade e baixo consumo de recursos. Além disso, as funções disponíveis são mais do que suficientes, em minha opinião, à maioria das necessidades em nosso dia a dia.
Informações adicionais:
Link para download do software em sua versão Windows:
http://www.foxitsoftware.com/downloads
Link para download e informações a respeito do software, versão Linux:
http://www.foxitsoftware.com/pdf/desklinux
Site oficial do desenvolvedor:
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Bom, amigos, terminando a série sobre FEEDS RSS para o “Movimento Blog Voluntário“, gostaria de falar agora a respeito da utilização da tecnologia através do navegador Firefox juntamente com uma extensão muito interessante e útil, a Google Reader Notifier.
Esta fantástica extensão “integra” seu Firefox à sua conta no Google Reader, exibindo no canto inferior direito da janela do navegador a quantidade de FEEDS RSS “não lidos” presentes em sua conta, e possui, além do mais, algumas outras funções bem interessantes.
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Iniciando – Firefox
Bom, se você está seguindo esta pequena série de artigos até aqui, e ainda não utiliza o navegador Firefox, recomendo que inicie o uso do mesmo, pois trata-se da melhor opção em navegadores web atualmente disponível.
O Firefox é um navegador extremamente customizável e seguro. Possui uma enorme quantidade de extensões disponíveis, através das quais é possível inserir-se uma série de novas funções no mesmo, além de uma também enorme quantidade de temas, mediante os quais é possível alterar-se o visual do aplicativo sem maiores complicações.
Portanto, se você já utiliza o navegador, parabéns: pode passar direto para a próxima parte do artigo. Se não, utilize o botão abaixo para baixar sua cópia gratuita, totalmente em português do Brasil:
Após o download, clique duas vezes sobre o arquivo baixado (Firefox Setup 2.0.0.14.exe) para iniciar a instalação do navegador, e conclua a mesma. Ao final da instalação, basta abrir o navegador e usufruir de uma internet “muito melhor”.
Para maiores informações a respeito da utilização do navegador da Mozilla, visite o link abaixo:
http://br.mozdev.org/firefox/central
OBS: estou pressupondo que você utiliza o Windows como sistema operacional, ok?
Configurações iniciais
Após instalar o Firefox, vamos ajustar as configurações do mesmo em relação aos FEEDS RSS. Com o navegador aberto, acesse o menu FERRAMENTAS ==> OPÇÕES, e vá até a aba “RSS“:

Na tela acima, no grupo de opões “Ao clicar em um RSS:“, marque a opção “Inscrever no“, e escolha o “Google Reader“. Para finalizar, clique em OK. Desta forma você torna o Google Reader seu agregador de FEEDS padrão, e torna o procedimento de assinatura de um FEED muito mais rápido.
Ou seja, sempre que clicar/acessar um FEED RSS o Firefox assumirá que você deseja inscrever o mesmo em sua conta no Google Reader, e a seguinte tela será então exibida, bastando então que você clique no botão “Inscrever agora“:

Instalando a extensão Google Reader Notifier
Vamos agora instalar a extensão “Google Reader Notifier”, a fim de realmente integrarmos o Firefox à sua conta no Google Reader. Para isto, clique no link abaixo e na página da extensão, clique sobre o botão “Adicionar a Firefox“:
https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/3977
Alerta
O Firefox, por padrão, impede que sites desconhecidos efetuem instalações de programas e/ou “complementos”. Sendo assim, é possível que você veja o aviso abaixo, assim que clicar no link para instalação da extensão:
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Caso o aviso acima seja exibido, é necessário então “liberar” o site “Mozilla Addons” no seu Firefox. Basta clicar no botão “Editar opções” e, na tela que será aberta em seguida, clicar no botão “Permitir” e em seguida no botão “Fechar“. Pronto, a liberação foi concluída.

Agora, clique novamente no botão “Adicionar a Firefox”, na página da extensão “Google Reader Notifier”, e a tela abaixo será então exibida:

Basta então clicar sobre o botão “Instalar agora“, e aguardar o término da instalação, quando então o instalador solicitará que você reinicie seu Firefox. Após a reinicialização do navegador, vamos então configurar a extensão recém instalada.
Configurando a extensão Google Reader Notifier
Acesse o menu “Ferramentas“, e em seguida clique sobre a opção “Complementos“. Localize a extensão “Google Reader Notifier” na lista de complementos instalados, clique sobre a mesma e em seguida clique sobre o botão “Opções” exibido. Você verá a seguinte tela:

A extensão possui algumas opções bem interessantes, e você pode definir inclusive as “ações para cada clique do mouse”, quando clicar sobre o “contador” exibido no canto inferior direito do navegador.
Entretanto, como a intenção aqui é fazer com que você não tenha muitas dificuldades e possa utilizar a extensão logo após sua instalação, recomendo que, pelo menos no início da utilização da mesma, deixe as configurações da Google Reader Notifier exatamente iguais às mostradas na janela acima.
Importante: é claro que, nos campos “E-mail” e “senha“, você deverá inserir seu e-mail no gmail e a senha no mesmo. Não se esqueça também de utilizar as opções “Lembrar senha” e “Usar conexão segura”.
Finalmente, clique no botão OK. Sua extensão “Google Reader Notifier” está configurada, e seu Firefox está “interligado” à sua conta no Google Reader.
Utilizando a extensão “Google Reader Notifier”
Após todos os procedimentos acima, sempre que você abrir seu Firefox a extensão “Google Reader Notifier” se conectará à sua conta no Google Reader e exibirá a quantidade de FEEDS RSS “não lidos” que você possui em sua conta, exibindo tal quantidade no canto inferior direito da janela de seu Firefox, conforme abaixo:
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A partir daí, basta “usufruir” dos benefícios da extensão, a qual faz com que o acesso à sua conta no Google Reader seja também facilitado. Se você seguiu todos os procedimentos acima, obterá os seguintes resultados, conforme utilizar cada um dos três botões de seu mouse para clicar sobre o “contador” de FEEDS RSS não lidos (na imagem acima, o número “302″ ao lado do símbolo dos FEEDS RSS) :
OBS: se você simplesmente deixar o cursor de seu mouse sobre o contador, a extensão exibe uma “lista” com alguns de seus FEEDS.
Finalizando
Bom, amigos, por enquanto é isso. Espero que com esta pequena série de artigos você possa ter pelo menos compreendido os princípios básicos a respeito de FEEDS RSS, e que passe a desfrutar desta tecnologia que, com certeza, vai agilizar bastante sua navegação e a busca por informações.
Se você está chegando agora, não deixe de dar uma conferida nos outros dois artigos que escrevi para o “Movimento Blog Voluntário”:
- Movimento Blog Voluntário: dicas sobre FEED e RSS
- Movimento Blog Voluntário: como melhor utilizar FEEDS RSS
Um grande abraço a todos. Espero que tenham apreciado os artigos.
Informações adicionais
Site oficial do “Movimento Blog Voluntário”:
http://www.blogvoluntario.org.br
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Neste segundo artigo para o “Movimento Blog Voluntário“, e em uma seqüência natural ao artigo de ontem, onde falei a respeito de FEEDS RSS, acredito que seja interessante agora darmos uma conferida na melhor maneira de utilizarmos, ou “desfrutarmos”, de todos os benefícios e da comodidade que esta tecnologia nos proporciona. A seqüência lógica, portanto, nos leva aos “agregadores de feeds”, aplicativos ou serviços que tornam os FEEDS RSS “utilizáveis”.
Como através desta seqüência de artigos pretendo explicar de forma bem simplificada o conceito e a forma de se melhor utilizar os FEEDS RSS, não vou citar muitos exemplos de agregadores nem complicar muito as coisas, ok?
Vou direto ao ponto, e citarei aquele que, em minha opinião, é o melhor agregador de FEEDS disponível na atualidade, o Google Reader.
O Google Reader é um agregador “online”, o que significa que através dele você obtém acesso aos seus FEEDS a partir de qualquer computador conectado à internet, podendo gerenciá-los, efetuar novas assinaturas, alterar configurações no serviço, etc.
Iniciando
Para utilizar o Google Reader, basta possuir uma “Conta do Google”. Se você ainda não possui uma, é muito fácil criá-la. Basta acessar o endereço abaixo e preencher todos os campos solicitados:
https://www.google.com/accounts/NewAccount
Uma outra maneira, mais fácil e “direta” de você obter acesso ao Google Reader, é criar uma conta no Gmail, através do link abaixo, e utilizar seu endereço de e-mail no Gmail e sua senha de acesso ao mesmo como usuário e senha, respectivamente, para acesso ao Google Reader:
http://mail.google.com/mail/signup
Basta também preencher e confirmar todos os dados solicitados, e após a criação e confirmação da conta, utilizar o seu novo endereço de e-mail e a senha do mesmo, para efetuar login no Google Reader, através do link abaixo:
Acessando o Google Reader pela primeira vez
Após efetuar login no Google Reader, a tela abaixo será então mostrada a você:

A utilização do Google Reader é muito intuitiva, e não possui nenhum segredo e/ou dificuldade. Na parte superior da tela podemos ver que são exibidos links para acesso a outros “produtos Google”, como por exemplo o Google Agenda, o Gmail, o Google Docs, etc.
Na parte superior também podemos notar a presença do link que dá acesso às “configurações” do Google Reader, onde você poderá alterar o idioma, as preferências de leitura, adicionar, excluir e editar “inscrições/assinaturas” de FEEDS, gerenciar suas tags, e também acessar uma opção muito interessante e útil, chamada “Importação e Exportação“.
Importe, exporte e faça backups de seus FEEDS RSS
Através desta opção você pode, por exemplo, efetuar um download de todas as suas assinaturas em um único arquivo (no formato .opml), através da opção “exportar“. Este download pode ser utilizado com a finalidade de manter um backup de suas assinaturas, e também ser “importado” em alguns outros serviços semelhantes, como o “Netvibes“, por exemplo. Você pode, também, importar algum arquivo .opml contendo assinaturas de FEEDS que porventura possuir em algum outro serviço semelhante.

Adicionando uma assinatura
Bom, primeiramente, vamos verificar como se adiciona uma assinatura “manualmente” no Google Reader. É um procedimento muito simples e rápido, como você vai ver.
Ao acessar qualquer site que disponibilize FEEDS RSS e ver no mesmo o ícone mostrado no artigo anterior, ou até mesmo um link para a assinatura dos FEEDS, clique em tal ícone ou link:
![]()
photo credit: A. www.viajar24h.com
Ao clicar no link ou no ícone dos FEEDS RSS do site, será mostrado o endereço do RSS na barra de endereços de seu navegador. Por exemplo, ao fazer isto aqui no Open2Tech, seja no ícone na barra de endereços de seu navegador ou até mesmo no link existente ali em cima, no canto superior direito, no bloco de “Bem vindo”, você será direcionado ao seguinte endereço:
http://feeds.feedburner.com/Open2tech
Este é o “endereço dos FEEDS RSS” do Open2Tech. Ao fazer a mesma coisa com um outro site qualquer, você obterá também o endereço dos FEEDS do mesmo. Copie este endereço.
Pois bem, com tal endereço “em mãos”, basta efetuar login em seu Google Reader e, na janela principal, clicar no link “Adicionar inscrição“:

Feito isto, será aberta uma pequena janela, onde você deverá, então, digitar (ou colar) o endereço do FEED RSS obtido no site cujos FEEDS deseja assinar, conforme explicado acima:

Após digitar o endereço do FEED, clique no botão “Adicionar”, e a assinatura estará feita. A partir daí, o procedimento será sempre o mesmo, e todas as suas assinaturas aparecerão no lado “esquerdo” da janela do Google Reader, e ao clicar sobre qualquer uma delas, o conteúdo da mesma será exibido no lado “direito” da janela, conforme mostrado abaixo:

Simples, não?
OBS: vale ressaltar que ao assinar um FEED RSS no Google Reader, assim como em qualquer outro agregador, você recebe automaticamente qualquer novo conteúdo inserido no site em questão.
Após assinar
No lado direito da janela você pode escolher entre as opções “visualização expandida” ou “exibição de lista“, e verificar qual das duas você gosta mais. A primeira mostra cada “entrada” na íntegra, e a segunda mostra uma lista com todas as entradas, sendo necessário clicar sobre cada uma delas para que a mesma seja “expandida”, sendo assim então possível sua leitura.
Você pode também utilizar o botão “marcar tudo como lido”, caso deseje realmente marcar todas as entradas como lidas, lembrando que todas as entradas não lidas são mostradas em “negrito”, pelo Google Reader, até que você as “leia”, ou seja, “clique sobre elas”, ou então utilize o botão acima mencionado. Existe também, na parte superior da janela, uma caixa de pesquisa muito útil, caso você possua muitas assinaturas.
Algumas opções bem interessantes
Quando você clica sobre determinada “entrada” existente em uma assinatura, você obtém acesso a algumas opções muito interessantes, as quais estão presentes no “rodapé” de cada uma das entradas:


Diferentes formas de visualização da janela
O Google Reader permite que você esconda o quadro de visualização de assinaturas, aumentando assim a área de visualização de entradas. Basta clicar sobre o pequeno ícone cinza existente bem no “centro” da linha divisória, conforme imagem abaixo, para alternar entre os dois modos de visualização:

Clicando na pequena seta acima mostrada, você obtém acesso às duas opções de visualização abaixo:
Modo expandido

Modo normal

Gerenciando seus FEEDS
É muito simples gerenciar seus FEEDS. Basta clicar no link “Configurações“, localizado na parte superior da janela, e escolher em seguida a aba “Inscrições“. Você poderá, então, renomeá-los, apagá-los, adicionar qualquer entrada a uma pasta, adicionar ou remover tags, etc:

Finalizando
Então, pessoal, deu pra perceber que o Google Reader é extremamente fácil de usar, além de ser muito versátil e agradável, não?
No próximo artigo irei explicar como utilizar a ferramenta em conjunto com o melhor navegador web disponível na atualidade, o Firefox.
Iremos conferir como assinar, ler e gerenciar FEEDS RSS utilizando o agregador de FEEDS do Google e o navegador da Mozilla, de forma ainda mais simples, rápida e confortável.
Um grande abraço a todos!
Informações adicionais
Site oficial do ‘Movimento Blog Voluntário”:
http://www.blogvoluntario.org.br
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